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O grande Sérgio Ramos, num comentário à minha anterior divagação sobre o Plex colocou um verdadeiro “How To” para se ter sempre as últimas versões “daquela” série…

Tomei a liberdade de o transcrever para aqui!

Como sempre, nós por esta casa não somos apologistas de utilizar conteúdos não autorizados descarregados da NET, especialmente quando já há alternativas como o MEO que possibilitam comprar séries como o LOST no dia a seguir a que passa nos EUA.

Fica por isso este tutorial para utilizar no estrito cumprimento da legalidade…

Vou tentar fazer um texto como deve ser a explicar o funcionamento:

1. Fazer download do TV Shows: http://sourceforge.net/projects/tvshows/files/TVShows/TVShows 0.3.4/TVShows_0.3.4.zip/download http://deathtobunnies.com/tvshows/

2. Instalar e iniciar o TV Shows

3. No TV Shows, do lado direito na barra, está um botão de preferências. Aí pode ser configurado a regularidade das actualizações dos torrents, a qualidade dos downloads (aqui presumo que escolhas 720p), e o local onde armazenar os torrents.

4. Escolher as séries que quer seguir. Vamos escolher, por exemplo a série “Bones”. Na lista, encontrar “Bones” (ou pesquisar) e carregar em Subscribe. Depois surge uma janela em pop-up onde podemos escolher se queremos começar pelo próximo episódio a ser seguido, ou por algum em especifico. Se, por exemplo, escolher-mos o episódio 9 da season 5 ele vai sacar o episódio 9 da 5ª season e todos os próximos. Clicamos em OK, e de seguida fechamos o programa. Depois disto o nosso programa de torrents default (neste caso o Transmission) abre e começa a sacar aquilo q tínhamos pedido.

Agora, vamos ensinar o Transmission a organizar os downloads das nossas series:

1. No Finder, no sitio onde tens todas as tuas séries, criar uma pasta com o nome “Bones” e, dentro dessa, uma com o nome “Season 5”.


2. Abrir o Transmission.


3. Nas preferências:


- Secção Transferencias:


1. Assinalar a opção “Mover arquivos .torrent para o lixo”.


2.  Caso tenhas a opção de mostrar a janela de opções ao adicionar, selecciona a opção “Só ao adicionar manualmente”. Assim ele não te vai perguntar nada dos torrents que vêm do TVShows.


- Secção Grupos:


1. Seleccionar uma cor livre.


2. No nome do grupo escrever “Bones”.


3. Seleccionar o local personalizado: Bones/Season 5


4. Assinalar a opção “Atribuir grupo a novas transferencias por critérios”.


5. Editar os critérios: Na primeira barra, seleccionar “Todos”. De seguida adicionar uma linha. Na primeira linha: Nome + Contém + “Bones”, e na segunda linha: Nome + Contém + “S05”. Clicar OK.

Com este processo, aplicado a todas as series e temporadas, não vai ter mais nenhum problema com series. Tudo organizado, e em 99% das vezes ele saca a release correcta.

É um mimo… para sacar… por exemplo… os golos do benfica da temporada 1960-62 wink

Um grande obrigado Sérgio!

Intro

Pois… quem não se lembra desse mega hit do cinema nacional, dessa obra incompreendida, mal interpretada por todos, com um custo brutal para os cofres do Estado Português?

Nela éramos brindados com um ecrã preto no decurso do filme… basicamente em todo o filme.

É isto que acontece quando se tenta ter um media center perfeito, assente nos componentes perfeitos.

Componentes

  • Mac mini em segunda mão
  • Mac OS X (server no meu caso) com Front Row
  • Codecs necessários: Perian e flip4mac
  • Itunes
  • iflicks

Componentes ao detalhe

Mac mini em segunda mão

Já muito escrevi sobre este meu novo brinquedo… e quanto estou satisfeito com ele… baixo consumo, espaço qb, capacidade optima, e aspecto exterior fabuloso… não me canso de olhar para o led quando o bixo está em sleep… o efeito “Pulsar” é mesmo calmante.

Mac OS X (server no meu caso) com Front Row (FR)

Nada a dizer sobre o sistema operativo. super rubusto, mega funcionalidades. Tem o Front Row disponível para se utilizar como media center… simples bonito e carregadinho de informação… O Front Row está sempre emparelhado com o itunes, e tudo o que está catalogado no itunes é soberbamente apresentado no FR. sinopeses capas, etc.

Codecs necessários: Perian e flip4mac

Perian permite ver quase tudo o que é codec com o Quicktime. É espectacular, e gratuito. Suporta quase quase tudo, inclusivamenete legendas. Com a última versão do FR a Apple estragou o suporte de legendas, e só mesmo na última versão é que o Perian conseguiu dar a volta e através de um hack conseguiu recuperar esta facilidade. Não ficam bonitas, nota-se bem que o contorno das legendas fica mal desenhado no ecrã… mas recuperou as legendas… e isso é suficiente…

O hack consiste na sobreposição das legendas mudando a opacidade deste “canal” tornando o fundo transparente.

itunes

Há dúvida? Uma mega framework de gestão de conteúdos, de organização e de arquivo de tudo o que é informação com metatags ilimitados.


Mais… esta framework permite guardar toda esta informação num ficheiro único, do formato .mov com tudo o que é preciso saber sobre o conteúdo.


Ao contrário dos Mkv, AVI e afins, que necessitam de uma base de dados à parte, já que não suportam “metadados”. Esta solução é a usada no PLEX, XMBC e afins, que emparelham o conteúdo com uma base de dados extra para os conteúdos.


VAntagem disto? é simples… Se do ponto de vista de quem produz o conteúdo, sabe que o DRM é possível de usar com eficiência, do lado do utilizador permite partilhar um conteúdo com vários meios autorizados (desktop, portátil, Apple TV, iphone) sem ser necessário qualquer sincronismo de bases de dados… que quem já trabalhou com isto… sabe a confusão que é.

iflicks

Mas se há coisa que o itunes tem em falta é, à semelhança do que faz com a música indo buscar as metatags das faixas à internet, catalogar e ir buscar à net a informação sobre o conteúdo de video a ser exibido. É aqui que entre o iflicks. Porquê este e não outro qualquer? porque foi o primeiro que eu usei smile e serviu-me plenamente.

Com uma interface porreira com drag’n’drop, com pesquisas rápidas e bastante certeiras dos conteúdos, com umas 7 opções de encriptação do conteúdo, esta aplicação pega no ficheiro original e oferece-se fazer:


1- Criação de um ficheiro tipo mov com apontador para o ficheiro inicial, onde são introduzidas todas as meta tags.


1b- Conversão do ficheiro para Mov


1c- conversão para apple tv


1d- conversão e re-scaling para iphone/pod


1e- Conversão para mov 264 com 720p


1f- conversão para mov264 com 1080p

2- Importação e catalogação dentro do itunes.

e daí?

Consegue-se ter toda a videoteca agrupada, arrumada, catalogada, plenamente dependente de software Apple.


Vantagens face a um PLEX/outro?


Usar o FR parece-me vantagem suficiente; o sistema de catalogação do iflicks tb é muito mais user friendly pela minha experiência: importa, converte, agrupa, cataloga e ainda podemos apagar o ficheiro original tudo de uma vez…e uma vez que sou burro e sinto-me sempre perdido nos plex, XBMC e BOXEE (e já os experimentei aos três)…Além disso depois de empacotado fica tudo controlável a partir do apple remote, sim aquele para loiras, ou mesmo da aplicação remote para iphone/ipod touch/ipad.


Como desvantagem a apontar, pelo que tenho lido a conversão de formatos HD não é perfeita, e partindo de um ficheiro HD perde-se um pouco de qualidade com drop frames ocasionais, coisa que não acontece com um plex (por exemplo) já que o filme é visto a partir da sua versão original… e o iflicks é pago.

Recomenda-se?

Se forem Apple addicts como eu, sim. Se forem media addicts e conseguirem uma ajuda no setup inicial de outro software… tenho dúvidas. Creio que será loirice minha mas nunca consegui mexer nestes software adicionais. E como o FR está plenamente integrado com o itunes e o iphoto… tenho as minhas músicas, fotos e media disponíveis sem catalogações adicionais em aplicações terceiras.

Problemas que me fizeram escrever este post

Como disse o iflicks cria um “container” .mov dos conteúdos. Quando temos legendas ao barulho o perian faz o seu hack que falámos inicialmente.


Pois se ler os filmes a partir dos ficheiros originais e directo com o FR… quando temos este passo intermédio, acabamos com várias versões do Branca de Neve do João… com vários audios diferenciados.


Não há workaround para este problema… mas… a equipa do iflicks e do Perian já estão a tentar resolver o dito sem hacks. Até lá… façam como eu… usem -se dos 12 anos de inglês que tiveram na escola, e prendam a atenção toda no ecrã… em vez de prenderem nas letrinhas brancas que passam por baixo.

Ou então… instalem o Plex raspberry

Como todos sabemos o Itunes é amado por uns, e odiado por outros. Eu encontro-me na primeira categoria, e desde que comprei um iPod, ainda antes de ter um mac, espalhei-o por tudo o que era computador que eu punha as minhas patas em cima.

Além de ter deixado de mexer em “ficheiros”, a arrumação dos discos satisfaz-me bastante, e, finalmente, a possibilidade de ir buscar as capas automaticamente à loja Itunes, sempre com excelente qualidade, é a cereja em cima do bolo… mas

Além de arrumar automaticamente em pastinhas os ficheiros MP3, ripados de um cd ou apenas importados a partir de outras pastas, o iTunes usa a sua base de dados central para guardar, de forma optimizada algumas informações…nomeadamente as capas.

Ora isto funciona excepcionalmente bem quando o ecossistema é Apple de ponta a ponta… mas quando tentamos “exportar” um disco para um outro meio (telemóvel com Android, PS3)… bollocks… todas as informações da base de dados ficam para trás… nomeadamente a capa.

É uma seca… passar-se tanto tempo a “just works” e depois levar com isto… É que a capa está lá, é apresentada quando tocamos no itunes, no ipod, no iphone no apple tv, controlado à distância, ou no local… quando se sai do ecossistema… desaparece… mas eis que surge a solução… trabalhosa, mas disponível mesmo no itunes…

O problema é que a capa não fica atribuída ao ficheiro mp3, não fica embebida, mas sim faz parte da informação de album do itunes. É uma escolha da Apple, e quanto a mim, acertada no seu caso, já que permite poupar espaço em disco, e oferecendo rapidez quando se carrega uma música, que fica assim mais leve.

Então a solução passa por embeber a dita capa ficheiro a ficheiro… e onde melhor para fazer isto do que… no próprio iTunes?

Basta para isso:

a) Seleccionar uma música do album > carregar em informações > seleccionar grafismos.


b) Clicar na capa e fazer “copy” da capa pretendida.


c) Seleccionar todas as músicas do album > carregar em informações > colocar o pisco na capa > seleccionar o campo e fazer “paste”

Parece ridículo, e dá trabalho, mas assim, fica a certeza que cada música terá a capa embebida, além de ser gerida igualmente pelo itunes.

Have fun!

LOL, lol e mais lol… sabem aquela comichão que nós temos que teima em não passar… não invalida a nossa vida mas é simplesmente chata… (não, não vou falar da minha higiene íntima, ou daquilo que me faz um Ómem com Ó grande.)

Pois andava cá a matutar como é que eu poderia exibir, de uma vez por todas o nome completo de um ficheiro…é que sempre que gravava um ficheiro numa app, ou altero o seu nome, o raio da extensão não aparecia. o que gerava por vezes alguns workarounds estranhos, que implicavam um FTP para um servidor externo.. sim.. é ridículo mas cheguei a fazer isto uma vez!

Pois para fazerem aparecer isto, e mudar algumas outras configurações da apresentação do desktop (e.g. barra lateral do finder, ícones do sistema no desktop), basta fazerem CMD+, (virgula) para serem levados à janela de preferências da aplicação finder. É que isto são algumas das propriedades do gestor de ficheiros da Apple, que até agora, quanto a mim estava sempre contido numa janela… LOL… é caso para se dizer…

Maçariiiiico!!!

Eu andava sempre nas propriedades dos ficheiros, das janelas, etc…

Sempre a aprender…

Maçariiiiiiiiiico!!!

Como sabem estou numa guerra pegada para mudar o meu setup, ou melhor, criar um setup multimédia que seja prático.

Ter o Macbook ligado e com os conteúdos não é seguro por vias de deslocação, roubos ou pura e simples má gestão de minha parte, e por isso ando em busca de uma solução centralizada que me sirva para:

1. Alojamento de conteúdos digitais


1.1. Com itunes sincronizado


1.2. Com Iphoto Sincronizado


1.3. com filmes piratas domésticos sincronizados


1.4. servidor uPnP e itunes para os dois tipos de equipamentos remotos…PS3 e um possível iphone

2. Com servidor de Web para testar o meu trabalhinho doméstico… sim, vou fazendo uns biscates


3. Com servidor de e-mail, pois quem não tem servidor de e-mail não tem nada!


4. Com Time machine


5. Com acesso remoto para ver se os torrents de distros de linux já “baixaram” ou colocar em baixa remotamente (de volume, de preço…)

Se uma solução de NAS do tipo qnap TS 119 me parece obvio para o ponto 1., 2. e 3., tudo fica mais difícil a partir daí… senão vejamos…

1.1, 1.2 e 1.3 pode ser conseguido usando um comando UNIX para sincronizar remotamente… um rsync… a inserir na linha de comandos, que eu desconfio… ; 4. também há um hack para fazer-se para rede, o 5 apenas teria acesso a um web server e uma interface web…

A minha solução passava por:

MAc MIni 4Gb+1 Tb disco


OSX Server que cumpriria 1.; 2; 3; 4; e 5 logo à partida… e o melhor… o 1.4 consegue-se facilmente com o media link e o 1.1; 1.2 e o 1.3… será?!

Há uma funcionalidade do server que é a gestão remota de utilizadores. É basicamente onde se define um conjunto de parâmetros para cada utilizador que vai aceder ao servidor.


Existe neste módulo de gestão uma funcionalidade que é as “mobile Accounts”.

Que era possível criar unidades de rede remotas para os utilizadores usarem, tipo pastas remotas exclusivas parecia-me fácil e obvio, mas esta…

As Mobile Accounts destinam-se à gestão de utilizadores com portáteis e permitem, nestas pastas remotas, definir regras de… sincronismo smile

Sempre que um portátil se liga em rede… Boom… as pastas do home local (Portátil) são sincronizadas com as pastas da home de rede (servidor)

e.g. prático: sempre que se acrescentam fotos no iphoto local… booom… a home de rede é actualizada. Insta 1.1; 1.2 e 1.3 para toda a casa!

Agora vem o pior…

ALGUÉM DE VOCÊS JÁ EXPERIMENTOU ESTA COISA?!?!

Aqui vai uma simples mas prática…

Quando quiserem adicionar aniversários aos contactos do AdressBook basta abrirem a ficha e irem a record>add field e escolherem o campo birthday… poderão adicionar outros campos.


Para não terem que fazer isto sempre que adicionam um registo, poderão ir a Preferences>template>add field e a partir daí todos os registos ficam com o campo disponível.

Para que estas datas apareçam no calendário, basta ir ao ical e nas preferências activar a opção de show birthday calendar… A partir daí todos os aniversários serão exibidos (e sincronizados) no ical.

Nice and easy!


Um truque que aprendi hoje, dois anos e meio depois de ter o meu mac raspberry

O Rafael tem um Blog, e aquando da mudança para o seu mac, resolveu escrever um texto em que evidencia as diferenças que sentiu quando mudou de Windows para mac. É mais um “guia de mudança” para quem chega cá “com uma mão na frente e outra atrás”, e que ele me autorizou a referenciar aqui no iSwitch.

Bem vindo Rafael, e fica já a promessa de uma entrevista!

Post no Capacitador de Fluxo

Mas que raio.

Uma das alterações que o Leopard introduziu foi o tema “Espacial”.

Imagens de estrelas, constelações numa galaxia “far far away” e afins populam o desktop.

Convenhamos…

SÃO FEIAS!!!

A primeira coisa que eu tenho vontade de fazer é substituir a dita imagem… já que depois de entrar no meu user não tenho qualquer imagem que possa associar, só mesmo quando o time machine arranca…

Assim sendo, e uma vez que exige alguma “manigância” resolvi converter esta alteração num tutorial.

1. Breve explicação

Caso ainda não tenham reparado, todo o sistema operativo está assente em ficheiros que guardam as vossas preferências de utilizador.

Estes ficheiros têm a extensão .plist e quase todos os programas que tenham algum tipo de personalização guardam-na neste formato (texto).

Então, e perguntam vocês muito bem, se estamos a falar da imagem do arranque, aquela que é exibida ainda antes de escolhermos qual o utilizador, como é que as minhas preferências pessoais podem influenciar?

Bem… basicamente e simplificando a coisa… há “plists” que o sistema carrega por defeito, que são as plists do Steve Jobs no que toca ao sistema base smile

Estas preferências não se encontram na vossa pasta pessoal, mas sim na pasta de sistema /Library/Preferences

Daí esta alteração requerer algum cuidado… sem stress… não é daquelas que apaga o disco com uma tecla… apesar de envolver a utilização da linha de comandos… o Terminal.

2. Terminal???

Terminal? qué isso? parece algo tipo “a última opção”…

Pois… a meu ver o nome de terminal surgiu exactamente para se associar essa conotação… (just kidding), mas presta-se bem a isso… Terminal é a aplicação que permite fazer tudo no modo de linha de comandos, ou seja tudo à mão.

Tudo o que estamos habituados a usar visualmente (e.g. arrastar um documento para o lixo) não passa de uma metáfora visual da interface de utilizador para um comando, de texto, que diz algo como “apaga nome_do_ficheiro”.

Aqui no terminal, temos o poder de esquecer a metáfora e dizer exacatamente o que queremos… do tipo… “apaga o ficheiro xpto quando chegar a dimensão de yZF”.

3. Procedimento

Então como fazer… Apesar de parecer algo etéreo… o sistema, antes de um login, a imagem que aparece no arranque existe. Tem um nome de ficheiro e uma extensão .JPG, e está arrumada numa pasta qualquer de sistema que normalmente não temos acesso, pelo menos de escrita… é preciso ser-se o administrador.

Então vamos arranjar a imagem que queremos no arranque e substituir esta de sistema.

Eu sou um fã convicto do Vladstudio.com

Além de ter wallpapers e icones muito giros, costuma fazer várias versões de um wallpaper, além de os optimizar para n definições, inclusivamente multi-ecrãs.

O que eu escolhi para o efeito é o airlines… que tem uma versão de noite…

…e uma de dia… já estão a ver para quê…

Vamos pegar na versão de noite e meter no arranque… depois pegar na de dia e usar como wallpaper… assim depois de introduzir o meu username e password, todo o mundo se ilumina num instante… o que dá um efeito engraçado… smile… melhor só mesmo se desse para fazer a transicção em slow motion.

Colocando o ficheiro da noite no desktop mudamos-lhe o nome para “background.jpg” (clicar em cima do ficheiro e carregar em enter, mudar o nome e prontos!… para os mais desatentos.)

Primeiro passo, meter o dito ficheiro na pasta de sistema… porquê? como sabem o sistema é assente em autorizações de leitura e escrita… no caso do ficheiro estar numa pasta pessoal vossa, só mesmo vocês ou um admin é que tem acesso a essa pasta… como ainda não fizeram qualquer login… esse administrador não existe!

Para isso basta escrever (atenção às maiúsculas e minusculas):









sudo cp ~/Desktop/background.jpg /System/Library/CoreServices/DefaultDesktop.jpg







Explicando:


sudo -> para se “encarnar o papel de superadministrador” para se poder escrever na pasta de sistema – A seguir ´deve-se introduzir a password


cp -> Copy


~/desktop/background.jpg ->o til representa algo como “a minha directoria pessoal” e o resto é autoexplicativo… aqui indicamos a origem do ficheiro


-> (espaço)


/System/Library/CoreServices/DefaultDesktop.jpg -> Aqui indicamos a directoria de destino, a tal directoria de sistema…

em reposta obterão uma coisa inesperada para alguns…:

Neste caso o sistema está-vos a pedir a password do administrador… ou julgam que isto é só pedir para “encarnar o papel”???

Depois de introduzida a password, a operação é autorizada e obterão de novo permissão para escrever no terminal.

Podemos então continuar escrevendo:





defaults write /Library/Preferences/com.apple.loginwindow.plist DesktopPicture “System/Library/CoreServices/DefaultDesktop.jpg”




defaults write -> escreve


/Library/Preferences/com.apple.loginwindow.plist -> neste ficheiro de preferencias “pessoais”


DesktopPicture -> no campo/variável chamado DesktopPicture


“System/Library/CoreServices/DefaultDesktop.jpg” -> O texto entre aspas… que é para da proxima vez que o plist for lido, ir buscar o dito ficheiro, na pasta de sistema respectiva!!

Agora é só fazerem restart… e apreciar o resultado smile

Boa sorte… e divirtam-se com as vossas combinações!!!!

Vladstudio.com

Post na Techzonept

Reparei hoje numa nova área do site da Apple.com com videotutoriais sobre o Macosx e a suite que normalmente vem com cada novo computador, a ilife.

As páginas chamam-se “Find Out How” e já estão disponíveis filmes sobre:

- Mac OS X


- Fotos


- Filmes


- Web


- Música


- Documentos

Eu acho que vou de férias smile

Convenhamos… o iChat é optimo… mas falta-lhe uma coisa básica… compatibilidade com o MSN/Live messenger. Este é talvez o maior detractor de utilização deste produto Apple. Mas felizmente existem pessoas que pensam um pouco e conseguem entregar verdadeiras pérolas aos utilizadores.

É o caso da PSI…

Esta pequena empresa juntou ao iChat um software que permite usar um servidor de Jabber (protocolo de instant messaging aberto e free, usado nos Sapos, google talks, etc) para fazer a tradução de MSN->Ichat.

Isto exige a instalação do seu software (gratuito) na sua versão 0.11 e criar uma conta num servidor Jabber… configurar o Ichat, e pimba… aceitar todos os contactos que nós temos na lista smile

Parece difícil?

Os nossos amigos da MacMagazine BR resolveram fazer um tutorial em video para vocês seguirem o passo po passo de uma forma fácil… Quando chegar a casa vou experimentar… pelo menos é menos um programa externo a arrancar no meu macbook.

Obrigado 3dhouse pelo link, disponível Aqui

http://psi-im.org/images/logo.png