Se for para trabalho comum (música, fotos, internet, escola) será certamente um Mac, com muito gosto.
Nick: CS.Oyen
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Modelo principal:
Macbook alumínio (2008)
Outros modelos usados
4 computadores em casa… dá para tudo!
Software mencionado:
Mail, Firefox, iTunes, iPhoto, iMovie, iDVD, Photoshop, Office for Mac, Google Earth, Keynote, WavePad, ScreenFlow, Paintbrush, AppZapper, SpeedDownload, Get Tube, Toast e Norton AntiiVirus for Mac
iSwitch (i):Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
Carlos Silva (CS):Desde que vi um Mac Mini numa revista de informática em 2004 (se não me falta a memória), desde aí foi sempre a pesquisar sobre o mundo Apple.
i:O que fez decidir-se?
CS:Uma má experiência com um pc portátil deu-me vontade de entrar definitivamente neste mundo, e também porque já tinha dinheiro disponível para adquirir um.
i:Qual o modelo? porquê?
CS:MacBook Aluminium 2.0 GHz. Escolhi este modelo porque iria necessitar de um pc portátil que o fosse na prática, não só na teoria. A minha escolha recaiu sobre este Mac principalmente por ser pequeno e leve e também porque na minha opinião é o que conjuga melhor relação entre o preço e as características oferecidas.
i:É utilizador de mac a tempo inteiro?
CS:Não, em casa tenho 4 computadores e, infelizmente apenas 1 deles é Apple/Mac. Na escola só se usa Windows e em casa existem sempre ocasiões em que sou forçado a usar Windows
i:O que o faz manter as ligações ao windows?
CS: Como já referi a escola. Também tenho que considerar os jogos e determinadas aplicações que só existem para Windows. Também existe o facto de estar tão habituado ao Windows que não o conseguiria deixar de usar, porque cresci a trabalhar em Windows, afinal percebo muito mais de Windows do que de Mac OS (por enquanto).
i:Que aplicações usa normalmente?
CS:Costumo usar: Mail, Firefox, iTunes, iPhoto, iMovie, iDVD, Photoshop, Office for Mac, Google Earth, Keynote, WavePad, ScreenFlow, Paintbrush, AppZapper, SpeedDownload, Get Tube, Toast e Norton AntiiVirus for Mac (existem muitas razões para usar esta protecção adicional, uma delas é poder eliminar vírus de Windows no Mac).
i:Qual foi a sua primeira dificuldade?
CS:Ora, a primeira dificuldade ... bem é complicado, eu já estava habituado à interface (bons tempos em que ia para a FNAC brincar com Mac’s) mas mesmo assim a principal dificuldade foi habituar-me a fechar efectivamente os programas (afinal não era na “bolinha vermelha” lol).
i:Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? Em que situação?
CS:Não. Adaptei-me bem ao sistema.
i:E o próximo computador? será mac?
CS:Depende do uso. Se for para substituir o “Desktop” será um PC “normal” por causa dos jogos e da maior facilidade de upgrade. Se for para trabalho comum (música, fotos, internet, escola) será certamente um Mac, com muito gosto.
i:Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
CS:A estabilidade impressionante!.
i… e negativa?
CS:Pela experiência que tive até agora não encontro muitas opções directas para mudarmos certas partes do sistema (por exemplo por a Dock em 2D ...), o sistema parece bloqueado propositadamente.
i:Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
CS: Depende. Para quem está bloqueado ao Windows (os jogadores...) não aconselho ... Para quem quer melhor e com melhor qualidade e está disposto a dar um salto importante, aconselho vivamente.
i:E o futuro, o que vai trazer?
CS: O Snow Leopard está aí ... o Windows 7 vem pelo mesmo caminho ... Vão ser tempos de transição ... Mas serão coisas boas, tenho a certeza. O mercado vai dar um salto, acredito.
Na arte, nem tudo o que é gratuito é ouro…
(...)num mundo tão livre como o Linux não me era permitido usar as ferramentas que eu precisava. Em Mac tenho todo o software que necessito(...)
iSwitch (i):Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
RuiMoura (RM):Antes de o adquirir, em Dezembro de 2007, já tinha planeado comprá-lo à cerca de meio ano.
i:O que fez decidir-se?
RM:Na plataforma em que eu estava anteriormente, Linux, sentia-me preso. Pode parecer uma contradição, mas num mundo tão livre como o Linux não me era permitido usar as ferramentas que eu precisava. Em Mac tenho todo o software que necessito, tenho um sistema estável, incrivelmente rápido e não tenho que me preocupar com configurações manhosas em consolas e ficheiros do arco da velha. It just works, como dizem os americanos.
Várias razões.
As enumeradas acima, mais um factor determinante, que foi a autonomia do Macbook. Posso estar uma tarde inteira sem ter acesso a uma ficha, com internet via wireless e programas abertos que ele aguenta à volta de 4 horas, 4 horas e meia, sem problemas.
i:Qual o modelo? porquê?
RM:Comprei um Macbook, versão “3.1”, com um processador C2D 2.2Ghz e 1GB de memória. Entretanto meti mais 2GB de memória, ficando com 2,5GB, de forma a tornar o portátil mais rápido e que me permite trabalhar com aplicações mais pesadas.
Andava deliciado, na altura, com o MBP, mas não se justificava, no meu entender, estar agora a pagar tanto dinheiro por um portátil, mas está na lista de compras,para um dia, mais tarde.
A leveza, tamanho e autonomia do Macbook foram determinantes, assim como o preço, que não é tão alto como se diz por aí.
i:É utilizador de mac a tempo inteiro?
RM:Sim, a tempo inteiro. Na universidade uso windows, mas porque sou obrigado, para as aulas. Fora isso, Mac a tempo inteiro.
i:O que o faz manter as ligações ao windows?
RM:As minhas ligações ao windows limitam-se ao uso na faculdade e à rede cá de casa, onde existem dois computadores windows, de colegas meus.
i:Que aplicações usa normalmente?
RM:Photoshop CS3, Adobe Bridge CS3, Textmate, cssedit, Pixelmator, iTunes, iPhoto, iMovie, Adium, Twitterrific, Transmission, Safari, Mail.app, Flickr Uploadr, Skitch e o inevitável Skype. Basicamente, esta é a minha Dock.
i:Qual foi a sua primeira dificuldade?
RM:Já me sentia bastante informado antes de entrar para este mundo, mas assim de repente a minha primeira pequena dificuldade foi mesmo habituar-me ao trackpad que só tem um botão, sendo que depois de devidamente configurado e com um uso correcto dos dedos a situação atingiu a normalidade.
i:Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? Em que situação?
RM:Uma vez activei uma combinação qualquer de teclas, que agora nem me lembro, sem querer, e apareciam uns artefactos estranhos em tudo que era lado. Pensei que podia ser algum problema com o monitor ou a placa gráfica, até chegar à conclusão que tinha sido o tal atalho de teclado, uma definição qualquer de acessibilidade.
i:E o próximo computador? será mac?
RM:Definitivamente. Um Macbook Pro, daqui a uns anos, se tudo correr bem.
i:Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
RM:Rapidez.
i… e negativa?
RM:O Finder. É muito mauzinho, o calcanhar de aquiles do sistema todo.
i:Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
RM:Sim, com certeza. Aconselho a qualquer pessoa.
i:E o futuro, o que vai trazer?
RM:Pergunta vasta, essa. Se tudo correr bem, o futuro há-de trazer felicidade, que pode ser adquirida das mais variadas formas, como amor, trabalho e conforto. Isso é o mais importante, e tudo o resto perde significado se esta condição de felicidade não for satisfeita.
(Fica o convite feito para passarem pelo Flickr do Rui e pelo site- ver caixa- para verem alguns dos seus trabalhos!)
Aprender direito com linhas tort…fluidas!
Há certos hábitos que ganhei neste sistema que faz com que dificilmente volte a pensar noutra alternativa
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Software mencionado:
Mail, Vienna, Safari, Adium, iTunes, Photoshop, Illustrator e GarageBand.
iSwitch(i):Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
Oldman (o):Sensivelmente desde Novembro de 2006 que me comecei a informar sobre este mundo, curiosamente a minha dúvida foi como conseguir que um programa desenvolvido para o OS X corresse no Windows XP.
i:O que fez decidir-se?
o:Inicialmente fui quase obrigado por causa da faculdade, iria precisar de usar programas que não havia para Windows. Entretanto mudei de “futura faculdade” e já não teria esse problema de ter que usar um mac, mas depois de me começar a informar sobre as várias vantagens do OS X já não queria outra coisa.
i:Qual o modelo? porquê?
Acho que nunca estive tão indeciso na vida como estive durante o tempo em que esperei para entrar na faculdade e ia aprendendo cada vez mais sobre este mundo.
O primeiro alvo foi o MacMini, porque era barato e eu tinha comprado um TFT 17’’ há pouco tempo. Era uma maneira de juntar o útil ao agradável. Depois percebi o quão fraco o MacMini era para o que eu precisava.
Subindo de nível, virei-me para o iMac 17’’ (dos brancos), mas pouco tempo depois houve um forte rumor de que estariam para sair novos modelos com redesign e tudo. Muito me custou, mas esperei até essa data.
As novidades eram boas, o modelo de 17’’ tinha sido substituído pelo de 20’’, não havia dúvidas, era este! Mais tarde meti ao barulho a portabilidade que poderia vir a dar jeito para trabalhar na faculdade. Visto que na altura não havia o Macbook Air (e mesmo que houvesse não o comprava...) tinha para escolher entre o Macbook ou o Macbook Pro.
Depois de muito tempo hesitar entre o iMac 20’’ ou o Macbook Pro 15’’, acabei por comprar este último, a portabilidade ganhou!
i:É utilizador de mac a tempo inteiro?
Não, ainda mantenho algum contacto com o Windows XP.
i:O que o faz manter as ligações ao windows?
Quando preciso de trabalhar nos pcs da faculdade ou quando quero dar uns tirinhos por bootcamp
i:Que aplicações usa normalmente?
Mail, Vienna, Safari, Adium, iTunes, Photoshop, Illustrator e de vez em quando brinco com o GarageBand.
i:Qual foi a sua primeira dificuldade?
O facto de ter uma hierarquia diferente de ficheiros da que eu estava habituado do Windows XP foi difícil de me habituar, e mesmo hoje em dia não me sinto 100% confortável quando preciso de me meter em directórios mais obscuros…
i:Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
Curiosamente a única vez que me lembro de ter pensado que tinha feito asneiras foi quando instalei o Windows XP pelo bootcamp (a asneira não era o facto de ter pensado em instalar o Windows ). Mesmo estando com o manual do bootcamp à frente cheguei a pensar que algo ia correr mal, mas não correu.
i:E o próximo computador? será mac?
Com 99.9% de certeza que sim, há certos hábitos que ganhei neste SO que faz com que dificilmente volte a pensar noutra alternativa.
i:Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
O exposé e a maneira de lidar com as aplicações abertas são, para mim, dos pontos mais positivos do SO. Falo do facto de não haver uma “barra do iniciar” cheia de janelas abertas, mas sim uma rápida forma de ver que aplicações estão abertas - dock - e o exposé para mostrar todas as janelas activas.
i:… e negativa?
Faz-me falta um atalho como havia no Windows, SHIFT+DEL, para apagar alguns ficheiros sem os meter no lixo, e também uma maneira de apagar apenas alguns ficheiros que estejam no lixo sem ter que o esvaziar.
i:Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
Já fiz a minha parte, quase que conseguia fazer um amigo meu fazer o switch, mas é uma espécie de gamer, e preferiu continuar com Windows. De resto, considero-me um mau vendedor
i:E o futuro, o que vai trazer?
O que vai trazer não sei, mas era bom que cada vez menos houvesse o mito de que há sempre grandes incompatibilidades entre o Windows e o OS X, já o ouvi dizer vezes suficientes para achar que pode ser um dos motivos que faz com que as pessoas não pensem sequer em usar outro SO.
Investigação científica e programação
A razão final foi a curiosidade com esse sistema operativo que é o Mac OS X
O que eu faço da vida é investigação científica mas também faço programação com o Mac para o meu trabalho, embora nele também use Windows e Linux.
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Usa Linux e Windows
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Matlab, LyX e NetBeans. Safari, iTunes, iPhoto, iCal, Mail, Xcode, Address Book, Adium, iWork, LyX, FireFox, Cyberduck e NeoOffice. Para uso com o MacOS os meus favoritos são o QuickSilver, o smcFanControl e o VirtueDesktops.
Profissão em que usa o mac: Investigação científica
iSwitch: Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
No tempo dos iBook e lembro-me de ter pensado: “Que portáteis pequenos a um preço acessivel!” Na altura eu ainda não estava a ponderar comprar um portátil novo mas o facto de serem PowerPC e a minha falta de conhecimento sobre o software existente para Mac poderiam levar-me a não comprar Mac se precisasse.
i:O que fez decidir-se?
Veio a necessidade de comprar um portátil novo em finais de 2006 e como tal andei a investigar novamente os portáteis da Apple pois já tinham migrado para Intel. Desta vez já tinha realizado uma investigação extensa sobre o software existente para Mac que poderia substituir o que eu costumava usar em Windows. Por outro lado eu teria sempre uma rede de segurança que era o Windows: se precisasse de usar uma aplicação exclusivamente do Windows já poderia instalá-lo no Mac. A razão final foi a curiosidade com esse sistema operativo que é o Mac OS X: estável, seguro e com aparência agradável.
i:Qual o modelo? porquê?
MacBook C2D 2.0 White (Rev. B). Principalmente porque tinha que ser portátil. O MacBook Pro apesar de ser melhor era também maior, mais caro e eu não daria uso, por exemplo, à sua placa gráfica dedicada. Por outro lado, o valor acrescentado que o Black acrescentava face ao White não justificava a diferença de preço.
i:É utilizador de mac a tempo inteiro?
Infelizmente não. No meu trabalho ainda preciso de usar Windows e Linux regularmente.
i:O que o faz manter as ligações ao windows?
O meu trabalho no qual uso software que corre exclusivamente em Windows e o facto de o meu computador fixo no trabalho ser um PC.
i:Que aplicações usa normalmente?
Tantas! Para trabalho uso Matlab, LyX e NetBeans. Para uso pessoal Safari, iTunes, iPhoto, iCal, Mail, Xcode, Address Book, Adium, iWork, LyX, FireFox, Cyberduck e NeoOffice. Para uso com o MacOS os meus favoritos são o QuickSilver, o smcFanControl e o VirtueDesktops.
i:Qual foi a sua primeira dificuldade?
Adaptar-me ao teclado que tem as teclas diferentes do que eu estava habituado, e os atalhos também são diferentes, e habituar-me ao touchpad que ainda hoje não me habituei completamente. A minha primeira grande dificuldade com o teclado foi descobrir onde estavam os [] e os {}… ainda por cima não tinha net para me ajudar…
i:Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
Na primeira semana em que tive o portátil recordo-me vagamente de ter lido que quando fecho a tampa do portátil devo aguardar que o LED branco fique intermitente (indicando que ele está em sleep) antes de mexer o portátil de um lado para o outro. Uma semana depois de ter lido isto fechei a tampa, não liguei à luz e peguei no portátil para o levar do quarto para a sala. Quando lá cheguei levantei a tampa mas o portátil não acordou… Foi neste momento que pensei que tinha feito asneira da grossa… mas bastou pressionar o botão ON/OFF para o desligar e voltar a ligar e tudo voltou ao normal. Deve ter crashado… mas tenho que referir que já tenho o computador há 9 meses e só me crashou 2 vezes no primeiro mês, esta e outra duas semanas depois.
i:E o próximo computador? será mac?
Definitivamente. Estou a gostar muito da experiência.
i:Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
Só uma? É difícil escolher, mas cá vai a que penso que seja a melhor (para mim): não tenho que me preocupar com a administração do sistema como eu tinha que me preocupar em Windows. É fácil instalar/desinstalar software, não tenho que andar sempre a fazer update ao anti-virus, não tenho que me preocupar que o sistema vá congelar a todo o momento…
i:… e negativa?
Sobre o sistema não me ocorre nada. Tenho é pena que nem todas as empresas que desenvolvem software estejam a considerar o Mac como uma plataforma para os seus produtos.
i:Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
Sim, sem dúvida. Mas ainda não convenci ninguém que o preço ligeiramente superior que se paga por um Mac face a um PC é largamente compensado pelas dores de cabeça que não se têm ao usá-lo.
i:E o futuro, o que vai trazer?
Espero sinceramente que as empresas comecem a migrar as suas aplicações para Mac e apareça mais software para Mac OS.
Engenharia Física… Check!
(...)uma análise comparativa do hardware disponibilizado por várias marcas colocou a Apple entre as primeiras opções.
Com deslocações frequentes ao estrangeiro, rodeado de colegas com mac, este engenheiro físico optou por macs para acelerar as suas partículas.
Nick: ScriptKid
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Dependo do Linux para trabalhar, e ocasionalmente windows via bootcamp
Iswitch(i):Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
ScriptKid(SK):Não planeara comprar um Mac. Contudo, desde há cerca de um ano e meio começara a notar a popularidade crescente dos portáteis da Apple. Uma vez que o meu trabalho é inserido numa colaboração internacional, desloco-me com alguma frequência para fora do país. O facto de uma significativa parte dos meus colegas que trabalham no estrangeiro se ter tornado Mac user suscitou-me a curiosidade ao ponto de considerar a hipótese de comprar um Apple quando necessitasse de substituir o portátil.
i:O que fez decidir-se?
SK:A decisão de substituir o portátil antigo coincidiu com o anúncio da comercialização da plataforma Intel Santa Rosa. Nesse momento, uma análise comparativa do hardware disponibilizado por várias marcas colocou a Apple entre as primeiras opções. Em primeiro lugar, por conseguinte, pesaram as questões de hardware e mobilidade ( ver resposta seguinte). Adicionalmente, em comparação com outros produtos concorrentes com Windows pré-instalado, os Apple corriam Mac OS X. Sabia que o Mac OS era baseado num kernel *unix, o que era vantajoso em termos de segurança e manutenção do sistema operativo.
i:Qual o modelo? Porquê?
SK:Adquiri o MacBook Pro 15’’. Pretendia um portátil com uma resolução mínima do monitor de 1440x900. Entre os produtos comercializados o MacBook Pro tinha uma melhor relação autonomia/mobilidade/performance. Nomeadamente era o mais leve e com maior duração de bateria. O design era também bastante atraente, embora esse não tivesse sido o factor preponderante na minha escolha.
i:É utilizador de mac a tempo inteiro?
SK:Não. No trabalho utilizo Linux. Ocasionalmente em casa ainda utilizo Windows, através do Bootcamp.
i:O que o faz manter as ligações ao windows?
SK:Ainda possuo alguns periféricos que não são compatíveis “out of the box” com o Mac OS. Em menor grau, algum software Multimédia que ainda não foi “portado” para Mac OS.
SK:Regularmente uso VNC para trabalhar remotamente em workstations Linux. Como o layout e o keymap do teclado do Mac são significativamente diferentes dos PC’s , é óbvio que necessitei de alguns dias até encontrar a configuração adequada. O DoubleCommand tem sido uma aplicação muito útil.
i:Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
SK:Sim, quando deixei cair a bateria do MacBook Pro do tampo de uma mesa e os cantos de alumínio desta ficaram amolgados. A autonomia não foi afectada, mas o portátil ficou com um design personalizado.
i:E o próximo computador? será mac?
SK:Dependerá essencialmente do trabalho que estiver a desenvolver na altura, nomeadamente se necessitar de usar aplicações não compatíveis com Mac OS. Contudo, tudo indica que vou continuar nesta actividade e nesse caso continuarei a consumir Mac, especialmente no segmento dos portáteis.
i:Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
SK:A trackpad dos notebook em conjugação com o multi-touching torna o rato um acessório dispensável, excepto para edição de imagem. O Exposé pode aumentar bastante a produtividade em multi-tasking. E ainda não explorei as potencialidade do AppleScript, que me parece bastante intuitivo,
particularmente na interacções com GUI’s. (Oops, foram três...)
i:… e negativa?
SK:Ainda não estou convencido das vantagems comparativas do layout/keymap do teclado do Macbook. O “Home” e o “End” estão lá, mas por defeito não têm a mesma funcionalidade que nos PC’s. Sendo o teclado um input básico do utilizador, seria vantajoso haver uma norma standard.
i:Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
SK:Depende da pessoa. Se utilizar apenas aplicações Office talvez aconselhasse a continuar com Windows. A amigos interessados em usufruir de um OS com kernel *unix e uma GUI funcional aconselharia concerteza.
i:E o futuro, o que vai trazer?
SK:Aguardo pela chegada do Spaces. Já há muito tempo que os sistemas Linux integram ferramentas de multiple virtual desktops. Por enquanto utilizo o VirtueDesktops que apresenta algumas deficiências.
Isto é só para lazer…
Como poderia instalar Windows pelo bootcamp caso não me adaptasse deu-me mais segurança para fazer a compra
O Bruno arriscou por um Mac para as tarefas do dia a dia e para gerir o seu tempo lúdico. e Você?
Nick: Cyber
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itunes, o firefox, o Word, o iphoto
iSwitch (i): Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
Cyber (C): Adquirir um Mac nunca foi uma ideia fixa minha, quis a uns anos um ibook, mas depois a ideia acabou por me passar e continuei com os computadores comuns. Mas a Apple sempre me chamou a atenção pelo design dos seus computadores, mas sempre tive a ideia que eram muito caros, logo nunca criei maior interesse em adquirir um Apple.
Até ao ano passado, que precisava de por o meu computador para a “reserva”, e quis comprar um portátil, e enquanto andava a procura pela secção dos portáteis num site de uma loja encontrei os macbook’s…
i: O que fez decidir-se?
C: Vários factores, os mais importantes foram: O preço, pois andava a ver portáteis que não fossem muito caros, pois para o que iria usar não seria preciso uma grande máquina, e vi o macbook e fiquei rendido e decidi logo, iria ser aquele que ia comprar.
E também como já estava farto do ambiente do XP e queria algo diferente, isso ajudou ainda um bocado na decisão. E depois como poderia instalar Windows pelo bootcamp caso não me adaptasse deu-me mais segurança para fazer a compra.
i: Qual o modelo? Porquê?
C: O macbook (non-pro) porque queria mesmo portátil, não computador de secretaria, queria a liberdade de puder levar o computador para onde quisesse e for necessário. O motivo de ser “non-pro” é porque para as funções que iria usar o portátil não seria necessário um “pro”.
i: É utilizador de mac a tempo inteiro?
C: Acho que posso dizer que sim, claro que ainda tenho que por vezes recorrer a Windows, mas maior parte do tempo uso Mac.
i: O que o faz manter as ligações ao windows?
C: Apenas em sítios em que não tenha o meu macbook e apenas haja computadores com Windows tenha que usar então Windows. Ao principio quando adquiri o Mac recorria mais ao Windows devido a incompatibilidades visto não conhecer muitos programas que conheço agora, agora é muito mais fácil contornar essas incompatibilidades.
i: Que aplicações usa normalmente?
C: Normalmente uso mais o itunes, o firefox, o Word, o iphoto, entre outras que uso ocasionalmente quando é necessário. Enfim, é o “normal”, não uso grandes programas profissionais porque não tenho necessidade disso, como disse antes, uso mais o Mac por motivos de lazer.
i: Qual foi a sua primeira dificuldade?
C: Não me recordo de nenhuma dificuldade especifica, também já lá vai um ano, mas tive uma dificuldade “geral”, em tudo, nas configurações, no ambiente do OSX, nos programas usados, etc. Mas só requeria mesmo hábito, porque foram muitos, muitos anos sempre em Windows, sempre vi e conheci computadores com Windows, Apple só via em fotografias, nunca tinha experimentado nenhum SO da apple.
i: Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
C: Que me recorde não, mas talvez no inicio tenha ficado um bocado baralhado com algumas coisas e não sabia bem se estava a fazer bem ou mal.
i: E o próximo computador? será mac?
C: Quase de certeza, e provavelmente um portátil novamente, mas se calhar já opto por um “pro”, conforme as necessidades e finalidade do portatil na altura. Embora também goste bastante dos imac´s.
i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
C: há realmente bastantes, mas as que dou maior importância são: a segurança, o facto de não ter tanta preocupação com vírus, spyware’s, e todas as outras coisas más acabadas em “ware”, e não ter que instalar montes de programas para tentar proteger o computador, é uma grande vantagem. E também o aspecto do sistema operativo que é bastante agradável, é sempre bom ter um ambiente de trabalho agradável.
i: ... e negativa?
C: Negativo, não assim muita coisa de apontar negativamente, pelo menos eu não acho. Só para quem faz o switch requer algum habito e também paciência para aprender a lidar com o novo sistema operativo até ai desconhecido.
i: Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
C: Sempre. Sempre que calha em conversa falar de computadores ou alguém me diz que está a pensar em comprar um novo computador eu digo “ porque não experimentas um Mac?!”
i: E o futuro, o que vai trazer?
C: Gostaria que trouxesse o iphone, mas com tanta demora em datas de lançamento em Portugal, talvez me fique por um ipod e daqui a uns tempos(quando necessario), um novo mac
Aqui estuda-se Design gráfico multimédia
(...)e pensei: isto até é bonito mas é uma marca de geeks e fanáticos (...)
Carlos Macel é estudante mas já optou pelo tipo de trabalho que pretende fazer. Apesar de preferir macs, o 3dStudio Max vai mantê-lo agarrado ao windows.
iSwitch (i) : Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
3dhouse (3dh): Confesso que quando comprei o meu portátil em 2005 olhava um bocado de canto para os mac’s. Havia uma colega de curso que tinha um e a certa altura foi lá a casa fazer
um trabalho com um amigo meu e mostrou-me de relance as funcionalidades. Olhei para o computador (ibook) e pensei: “isto até é bonito mas é uma marca de geeks e fanáticos”
Pedi-lhe na altura para me instalar no mac o 3ds max (programa que ainda não está disponível para mac os x) e ela disse que não dava, porque o sistema não funcionava com os “exe” do Windows. Logo ali a Apple ficou na minha lista negra tornando-me numa espécie de mac hater (não acérrimo, mas pensava o windows faz tudo o que o mac faz e ainda faz mais).
No início deste ano (2007) aquando do lançamento do Windows Vista vi um vídeo no YouTube em que a Microsoft tinha copiado as características do Tiger. Bem, farto do XP até à cabeça e com o meu computador a dar problemas (crashes e random shutdowns) enquanto trabalhava, ganhei uma espécie de ódio de estimação á MS. Pesquisei um pouco e decidi lançar-me à aventura.
i: O que fez decidir-se?
3dh: Problemas constantes com o Windows que me devorava a memória toda enquanto trabalhava em programas pesados. E depois de experimentar o Vista foi o ponto de viragem. Aquele sistema é só “fogo de vista” e para mim o sistema operativo tem de ser leve, prático e extremamente funcional.
i: Qual o modelo? porquê?
3dh: Como levo uma vida bastante nómada. Sempre a andar de um lado para o outro, mostrar trabalho a professores e clientes, a única solução era um portátil. Visto a gama de portáteis da Apple cingir-se ao MacBook e ao MacBook Pro, pensei nestes dois modelos. Mas por razões financeiras a segunda opção foi descartada logo à partida. O macBook chegava para aquilo que eu queria (Bom processador, 2GB de memória para mim são suficientes, elevada capacidade de autonomia), contudo, só falhava na placa gráfica. Como não sou adepto de jogos no computador (apenas o Football Manager) e como só faço coisas básicas em edição vídeo e que não requer uma placa fenomenal, a do MacBook chegava. Além de achar o MacBook mais bonito que o Pro.
i: É utilizador de mac a tempo inteiro?
3dh: Quem é? Precisamos sempre do Windows para correr programa X ou Y.
i: O que o faz manter as ligações ao windows?
3dh: No meu caso uso-o para trabalhar em 3ds max e para e-mules e afins ou algum jogo.
i: Que aplicações usa normalmente?
3dh: A compra do mac deveu-se exclusivamente para trabalhar. Portanto uso o Photshop, Flash, Dreamweaver, Illustrator, Indesign, Premiere, Adium, Camino, iTunes, iPhoto, iMovie, iWeb, Keynote, Office 2004 etc
i: Qual foi a sua primeira dificuldade?
3dh: Desabituar-me do Windows. O facto de só haver um botão no Trackpad do MacBook foi uma confusão… mas nada de mais, com o tempo vamo-nos habituando.
i: Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
3dh: Até agora não. Ainda não instalei o Windows nem alterei definições avançadas e as coisas que faço são básicas e rotineiras. E adquiri o computador a muito pouco tempo.
i: E o próximo computador? será mac?
3dh: Talvez. Se for um computador pessoal e se a Apple continuar com o grau de qualidade que tem vindo a manter, sim. Contudo, se o computador for para a empresa que virei a montar e se por algum motivo precisar de montar uma máquina personalizada talvez compre um windows. Mas o meu sonho é ter um MacPro na secretária ao lado de um Cinema Display.
i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
3dh: A qualidade da imagem, a interface deslumbrante, o facto de o OS não comer muitos recursos e a facilidade com que se aprende (mesmo com alguns vicios)
i: Negativa...
3dh: Bem o facto de haver poucos jogos a mim não me preocupa muito. Mas só o facto de não haver o 3ds max para OS X é a única coisa que tenho a apontar. Mas neste caso a falha é da Autodesk.
i: Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
3dh: Já tentei minar a cabeça à minha mãe para vender o computador de casa e comprar um mac mini para ela, mas sem efeito. Ela até disse “Que computador bonito ficava mesmo bem”, mas como vou estar no estrangeiro e se ela decidir comprar um computador vai comprar um windows. Não por culpa dela, mas já sei que se for a uma loja de informática (pequena ou grandes superfícies) lhe vão aconselhar um PC. Isto de facto é uma coisa que me irrita, todos os funcionários das lojas de informática falam mal do mac sem terem conhecimento prático ou mesmo intelectual sobre o mesmo e ainda continuam a salientar mitos que já não são verdade, como o facto de ficar sem aplicações que correm apenas no Windows. Por um lado é mau porque não faz crescer o market share da Apple o que podia fazer com que o software para OS X aumentasse e melhorasse. Por outro lado é bom que se mantenha assim, já que não despertamos muita curiosidade de hackers e outros perigos que só atingem o Windows.
Tentei ainda convencer um amigo, que esteve quase para comprar. Mas o facto de não ter jogos e do computador não ter as características que ele pretendia por aquele preço fez com que comprasse um PC.
i: E o futuro, o que vai trazer?
3dh: Para já o Leopard!!! Estou ansioso que saia. Acredito que possa ser o ponto de viragem da Apple a seguir à transição para Intel. Com um bom marketing direccionado para Windows Users a Apple poderá fazer concorrência a sério com o Windows. De resto, a Apple vai continuar a ser uma das pioneiras da inovação informática
Timetodoit - Não é a profissão mas talvez seja…
Sempre que agora mexo num portatil de algum amigo meu (usam todos PC) simplesmente não é a mesma coisa
O Duarte é um designer de “profissão” e tem bom gosto… até nos carros (perguntem-lhe)
iSwitch (i): Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
TIMETODOIT (T): Desde que tinha 13 anos e o pai de um amigo meu jogava lá lemmings, sempre me fascinou e nessa altura para mim era um ZERO em informatica
i:O que fez decidir-se?
T: Decidi dar o salto porque sinceramente é o que precisava… não queria maquina de jogos mas sim algo estavel, bonito e com todas as funcionalidades que preciso!
i:Qual o modelo? porquê?
T: Macbook pro 17” Devido a ser um portatil...bom processador memoria grafica e resolucao! Se precisar de mais monitor ligo-o ao monitor cá de casa!
i:É utilizador de mac a tempo inteiro?
Sim e não… Eu sempre disse.. “quando tiver um mac o meu pc será unicamente para JOGOS” e assim foi.... neste momento estou a teclar no meu mbp e tenho ali a torre (pc) para jogos e apenas JOGOS assim mantendo alguma performance e nao enchendo o windows de porcaria...(que ja ele veem com ela mas pronto) Sempre que agora mexo num portatil de algum amigo meu (usam todos PC) simplesmente não é a mesma coisa.. a começar pelos teclados...materiais e pronto o mais importante de tudo o sistema operativo… já consigo mesmo mexer em windows, enerva-me e não sei falta-lhe oleo! E o tiger para mim é como voltar a casa… sabe mesmo bem!!
i: O que o faz manter as ligações ao windows?
T: Os jogos… pois sou um “gamer” simples mas que gosta de dar os seus tiros e correr nuns simuladores…
i: Que aplicações usa normalmente?
T: Diariamente… firefox, mail, safari, transmission, pixar, toast, photoshop, ilustrator, enfim aquela malta toda do costume..
i: Qual foi a sua primeira dificuldade?
T: Queria passar uns downloads de patches e afins para o (pc) e nao estava a conseguir (isto na parte do pc) pois no mac é só STAR WINDOWS SHARING normalmente saco sempre no mac e depois passo para o pc
i: Açguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
T: Já! Andava stressado aqui com um zumbindo e nos forums da apple tinham la uma solução, mas parece que tinha sacado a errada… (penso que era qualquer coisa para o imac) quando faço o reboot o teclado nao funcionava nem o trackpad… nem ligando por usb… nada Estava tudo OFF! Parece que depois o teclado se segurar logo no inicio na tecla C ele funcionava e lá fiz um fresh install de tudo
i: E o próximo computador? será mac?
T: Claro… aqueles novos iMacs são tão tentadores!! PC comprarei só novo material quando a torre que tenho já nao conseguir acompanhar os jogos
i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
T: Simplicidade
i: ... e negativa?
T: Sinceramente… não estou mesmo a ver…
i: Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
T: Sempre… mas pronto eles teem a mania que “não ha programas” e “não dá para jogos” enfim… penso que mac é outra “filosofia de informatica” e nota-se pelas pessoas que o usam…
i: E o futuro, o que vai trazer?
T: Já trouxe um mighty mouse (que adoro :D ) mas talvez um iMac 24” não vou resistir mesmo!
Abraços!
Trabalhar… na jogatana
...eu é que nunca tinha percebido o que os Macs tinham de tão especial…
Demio é uma das vozes mais activas no forum Techzone. É programador, e faz coisas de gente grande… e Jogos…
Nick: Demio
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Nome: Carlos Lage
Modelo principal:
Macbook Core Duo
Outros modelos usados
Software mencionado:
Adium X, Coda, Transmit, Mailplane, iTerm
iSwitch (i): Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
Demio (D): Há já um ano ou dois. Um amigo meu sempre usou Mac a vida toda e só dizia bem daquilo, eu é que nunca tinha percebido o que os Macs tinham de tão especial, e eram muito caros para a minha bolsa.
i: O que fez decidir-se?
D: Um colega meu na faculdade tinha um iBook 12” numa aula e eu fui lá ver aquilo, fiquei deveras impressionado com o sistema. E quando ele me disse que a Interlog estava a vendê-los por €600 (eram refurbished) foi a gota de água - encomendei logo. A cereja no topo do bolo foi quando eles me disseram que já não tinham iBooks refurbished, e me deram um novo, por €600 .
i: Qual o modelo? porquê?
D: É um iBook G4 12” a 1.33Ghz. Porquê? Porque custava €600.
i: É utilizador de mac a tempo inteiro?
D: Sim, só não uso quando me é impossível (certos programas precisos para o meu curso são windows ou linux only).
D: Adaptar-me às janelas que não maximizavam, à falta da taskbar, etc. Nunca tinha usado Mac na vida e era tudo novo para mim.
i: Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
D: Nem por isso, só fiquei mais preocupado quando mudei o firmware para poder usar o ecrã externo sem ter o interno ligado. Mas até agora não tive problemas.
i: E o próximo computador? será mac?
D: Sim, estou a planear comprar um Macbook Pro quando as minhas finanças o permitirem
i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
D: Err, é fantástico?
i: .. e negativa?
D: Come muita RAM.
i: Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
D: Claro, a não ser que precisem de alguma app do windows em particular, é em tudo positivo mudar para Mac.
i: E o futuro, o que vai trazer?
D: Isso só Deus e o Steve Jobs sabem
Engenharia Civil também gosta de macs
É um descanso.. e uma maravilha para os sentidos, (também muito agradável ao tacto..)
Nick: margarida46
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Computador com windows
Software mencionado:
Excel; Word
iSwitch(i): Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
margarida46 (m): Um ano e meio.
i:O que fez decidir-se?
m:A necessidade inadiável de comprar um computador novo.
i: Qual o modelo? porquê?
m: iMac 17” Intel Core 2 Duo, 2GHz, 1 GB RAM .
Para a utilização que lhe dou, parece-me o mais adequado - é principalmente para navegar pela Internet, para gerir fotografias e música.
i: É utilizadora de mac a tempo inteiro?
m: Não.
i: O que o faz manter as ligações ao windows?
m: Trabalho; amigos que o têm.
i: Que aplicações usa normalmente?
m: Excel; Word ; Software Nokia para gerir fotografias; Autocad ( estes dois últimos em Windows )
i: Qual foi a sua primeira dificuldade?
m: Abrir ficheiros apenas a clicar com o rato ( ainda hoje me acontece , e utilizo o botão direito do rato para abrir o menu e escolher “abrir “ ; descobrir onde estão; configurar o rato.
i: Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
m: Quando instalei o BootCamp , fiquei sem computador. Só tinha um écran negro a dizer
“ No bootable device. Insert a bootable disk and press enter “, mesmo reiniciando o computador. “ . Foi um susto terrível, mas que se resolveu com um telefonema para a Apple Center, e para o qual também encontrei a solução numa Mailing List que subscrevo.
i: E o próximo computador? será mac?
m: Sim.
i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
m: É o computador mais bonito que conheço, e o sistema operativo é impecável. Mais rápido, mais eficiente, simples, sem problemas de segurança, virus, adwares, e por aí fora. É um descanso.. e uma maravilha para os sentidos, (também muito agradável ao tacto..). O novo Leopard então é uma verdadeira delícia..
i: ... e negativa?
m: Preços..pouca literatura acerca do MAC, poucas pessoas percebem do assunto quando se trata por exemplo de configurar alguma coisa relacionada com configurações de correios e outras. (Mas isso está a mudar, penso..)
i:Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
m: Sim, sem dúvida.
i: E o futuro, o que vai trazer?
m: Aí está uma boa pergunta.. quando eu era miúda, computadores havia , mas eram coisas relacionadas com a NASA, e cientistas, não para pessoas comuns..o primeiro computador que eu vi, era uma coisa maior do que uma máquina de costura das antigas, com aí 1,80 m de altura,em que se utilizava um grande rolo de papel para escrever e comunicar com a máquina, que demorava imenso tempo a responder… tinha um teclado enorme tipo máquina de escrever.. as pessoas mais novas nem têm a noção do que a Humanidade evoluiu em termos de tecnologia.. se há trinta anos alguém nos dissesse que hoje iríamos ter um telefone com câmara fotográfica e de vídeo, que envia mensagens, pouco maior do que um maço de tabaco, no bolso, ninguém acreditava ou pensava que fosse possível..
Já quase acredito que tudo é possível. No futuro talvez se passe tudo no espaço, com hologramas, ou quem sabe mesmo já nos teletransportamos para os sítios… ( muita televisão...).
Numa perspectiva mais pessimista, se calhar as catástrofes climatéricas vão ser tão graves que não vamos ter tempo para nos dedicar aos computadores, mas sim apenas sobreviver, nos aspectos mais básicos…
pcascais - Produtividade é um key factor!
Em termos pessoais, o aumento qualitativo e quantitativo das tarefas desempenhadas e redução do tempo necessário para a execução das mesmas foi notório com a mudança para o mac.
Pedro Cascais trabalha na área das telecomunicações, ligado aos equipamentos móveis. Ainda antes de ter um mac já dava pequenas ajudas na Techzonept…
Nick: pcascais
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Modelo principal:
Macbook Core 2 Duo
Outros modelos usados
Portátil Windows
Software mencionado:
Address Book, iCal, Stickies, iSync, mail.app.. Do iLife (essa suite fantástica), uso o iWeb, iPhoto, Comic Life, iDVD e iTunes, AdiumX, Cyberduck, RapidWeaver, GIMP, Photoshop, FireFox, OnyX, AppDelete e Cyberduck. Por fim, o inevitável Mac: Office 2004.
iSwitch:Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
Pcascais: Há demasiado tempo. Sempre gostei dos computadores da Apple, mas nunca tive “coragem” de mudar. Razão? Ignorância. Ainda hoje tenho dúvidas se terei tomado a melhor opção (explico abaixo). Quero acreditar que sim.
i:O que fez decidir-se?
P:O processo de decisão teve, na sua essência, um grande peso emocional. Não por considerar o Windows melhor. Longe disso. Mas simplesmente porque uso o Windows no trabalho (que frequentemente se prolonga para fora de horas e/ou para casa) e tenho pouco tempo para aprofundar a minha relação com o macbook, pelo que não foi a atitude mais racional.
No entanto, a existência do bootcamp (ou um qualquer tipo de emulador garante de uma maior compatibilidade), o dinamismo da Apple (detesto marcas sedentárias) e a total integração/convergência do software foram determinantes para a minha escolha.
No fundo, tudo o que me permite poupar tempo e aumentar a minha produtividade é fundamental. Em termos pessoais, o aumento qualitativo e quantitativo das tarefas desempenhadas e redução do tempo necessário para a execução das mesmas foi notório com a mudança para o mac.
i:Qual o modelo? Porquê
P:MacBook C2D branco. Pequeno, portátil, suficiente para as tarefas a desempenhar, excelente complemento das minhas necessidades no trabalho. Ainda ponderei o MacBook Pro, mas o preço pedido é excessivo para a utilização que lhe daria.
i:É utilizador de mac a tempo inteiro?
P:Não e dificilmente algum dia o serei. Como já referi, na empresa onde trabalho vive-se um verdadeiro ambiente Windows. Mais, apesar de muitas tarefas desempenhadas serem Web based, o sector das telecomunicações trabalha por clusters, o que leva à total inexistência de software de apoio para mac.
i:O que o faz manter as ligações ao Windows?
P:Tudo. Desde o ambiente profissional vivido, até à total compatibilidade de programas. Como se sabe, a Apple desenvolve computadores para nichos de mercado, apostando na diferenciação. Tal é diferente, é bom, é interessante. Mas é simultaneamente insuficiente.
i:Que aplicações usa normalmente?
P:Desde que descobri que o X não usa registos e que a instalação de um programa é tão simples, uso de tudo um pouco. Mais, a qualidade do software gratuito/open source para mac é manifestamente superior ao software equivalente para Windows.
Assim, do X utilizo o Address Book, iCal, Stickies, iSync, mail.app.. Do iLife (essa suite fantástica), uso o iWeb, iPhoto, Comic Life, iDVD e iTunes. Quanto a software de terceiros, já não consigo passar sem o AdiumX, Cyberduck, RapidWeaver, GIMP, Photoshop, FireFox, OnyX, Firefox, AppDelete e Cyberduck. Por fim, o inevitável Mac: Office 2004.
Se a este software juntarmos todas aquelas pequenas aplicações usadas para desenvolvimento de pequenas actividades, poderão pensar que é demais. Na realidade não é. Como já disse anteriormente, melhor software corresponde a um aumento de produtividade e consequentemente a um aumento do software utilizado devido à enorme variedade de tarefas que podemos desempenhar.
i:Qual foi a sua primeira dificuldade?
P:Montar um disco? O que é isso? Para instalar um programa é só arrastar o ficheiro? Então e como é que se apaga? Arrastar novamente? Não há uninstall?.
Perdi a conta ao número de vezes que fiz estas perguntas às mais variadas pessoas do fórum Techzonept. Apesar da resposta ser sempre a mesma, fazia-me confusão como é que este processo podia ser tão simples.
i:Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? Em que situação?
P:Claro. Uma semana após comprar o macbook, a Apple lançou o seu derradeiro update do X, a versão 10.4.9. Eu, na minha perfeita ingenuidade, instalei logo tudo. O problema é que eu não sabia da necessidade de “aguardar” o login após o computador reiniciar. Resultado: botão on/off carregado algumas vezes, o SO não entrava. Para um novato nestas andanças, como devem calcular foi um drama.
Felizmente disseram-me no fórum que bastava colocar o dvd do X e corrigir as permissões. 15 minutos após e estava novamente deliciado com a fluidez do X.
i:E o próximo computador? Será mac?
P:Ainda não sei. No último mês troquei os computadores da empresa e em casa. Se esta experiência correr bem (estou confiante ...), manterei este esquema da dualidade, pelo que não hesitarei em comprar um iMAC, por exemplo.
Daí ter referido na 1ª resposta: Ainda tenho dúvidas se tomei a melhor opção. Não por duvidar da qualidade dos mac. Não, muito pelo contrario! Mas sim por poder vir a não dar o uso em casa que um mac merece.
i:Diga uma coisa positiva sobre o sistema ...
P:A convergência e integração de todo o sistema. Julgo que este é o aspecto fundamental do mac e a característica que leva a uma fluidez constante em todas as tarefas desempenhadas.
i:e negativa?
P:Ser diferente. Esta característica leva ao surgimento de certas incompatibilidades de software ou mesmo ao “desprezo” por parte de certos fabricantes.
i:Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
P:Claro, ainda para mais se for a nível pessoal.
i:E o futuro, o que vai trazer?
P:Web based, convergência e integração. Três termos importantes a fixar, em particular para 2008. 2007 acredito que seja apenas um ano de transição, mesmo com a introdução do Leopard, do Windows Vista e demais produtos.
SoulGirl- Sensibilidade e bom senso
Depois de mexer nele uns escassos minutos, já não tinha quaisquer dúvidas de que era um mac que ia comprar.
Gosta de fotografia e informática. Participativa QB nos foruns da TechzonePT
Nick: SoulGirl
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Macbook Core 2 Duo
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Desktop Windows
Software mencionado:
Photoshop, office, safari para a net, msn e claro...adoro os programitas para embelezar o sistema
iSwitch(i): Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
SoulGirl(S): Sinceramente sempre os achei esteticamente muito bonitos. Mas devido a incompatibilidades, nunca cheguei a arriscar.
Mas pensar neles...já há uns anitos.
i: O que fez decidir-se?
S: Queria comprar um portátil novo, mas queria uma coisa diferente.
No trabalho, um colega tinha um macbook pro e despertou-me a curiosidade.
Depois de mexer nele uns escassos minutos, já não tinha quaisquer dúvidas de que era um mac que ia comprar.
i: Qual o modelo? porquê?
S: Optei pelo Macbook porque pretendia algo que fosse de pequenas dimensões para carregar com ele todos os dias e ao mesmo tempo que fosse um portátil potente e esteticamente atraente.
Achei que este modelo reunia todas essas características e não hesitei 1 segundo.
Macbook Black, 2.0 Core 2 Duo, 120 HD, 1Gb Ram, DVD-RW drive Dual Layer…
i: É utilizadora de mac a tempo inteiro?
S: Sou e não sou.
Utilizo todos os dias o meu mac porque o levo para o trabalho, mas utilizo em simultâneo com sistemas windows.
Em casa continuo a manter o desktop windows.
i: O que o faz manter as ligações ao windows?
S: Talvez por hábito e também porque infelizmente ainda não é tudo que funciona em sistemas mac...quase tudo. Mas...ainda falta o mas.
i: Que aplicações usa normalmente?
S: Uso de tudo um pouco. Photoshop, office, safari para a net, msn e claro...adoro os programitas para embelezar o sistema. Se é que ainda se pode por um sistema mais bonito do que aquilo!
i: Qual foi a sua primeira dificuldade?
S: Por incrível que pareça...instalar um programa. Nisso de facto o windows complica. Ali, basta arrastar e já está! Simples e eficaz!
i: Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
S: Não. O sistema é muito intuitivo depois de lhe apanharmos o jeito.
E o Force Quit...dá um jeitão!
i: E o próximo computador? será mac?
S: Portátil sim. Desktop penso que ainda não. Gosto muito do windows apesar de tudo. É bom ter um pouco dos 2 Mundos.
i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
S: Muito simples de utilizar, estável e seguro.
Certamente os seus pontos fortes.
i: ... e negativa?
S: Talvez o facto de ainda não ser totalmente compatível.
Sem ser isso, não vejo mais nenhum ponto negativo.
i: Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
S: Aconselho claro! Aliás...já ando a ver se converto uns quantos
i: E o futuro, o que vai trazer?
S: Espero eu Mais e MELHOR MAC!
Designer nas (poucas) horas vagas
...toda a gente me pergunta qual a minha comissão nas vendas Apple…
Designer Gráfico licenciado pelo Etic, João Jotta conta já com algum sucesso na área de Imagem Corporativa e webdesign
AdiumX, iTunes, Safari, Mail, Photoshop, Illustrator, Freehand e Flash
iSwitch (i):Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
Calenulma: Desde que vi um Mac pela primeira vez que fiquei fã. Na altura ainda Windows estava no 98 mas eu já não gostava do software da Microsoft. Tinha tido um Amiga e o Mac OS é muito semelhante. Não fossem os jogos e tinha um desde sempre.
(i): O que fez decidir-se?
Calenulma: Comprei em Março de 2005 e foi mesmo pelos novos processadores. O design presseguia-me desde o iMac G4, com o “pescoço” articulado mas foi mesmo uma ocasião em que tinha o dinheiro disponível que me fez mudar.
(i): Qual o modelo? porquê?
Calenulma: iMac 20” - 2.0GHz - 1.5Mb RAM
Em duas palavras, LIN-DO!
Para além de elegane, compacto e prático (vem já com tudo), a quase ausência de fios espalhados pela secretária fazem deste modelo o meu favorito.
(i): É utilizador de mac a tempo inteiro?
Calenulma: Acho que ninguém é. Só se for por fanatismo (explico mais a baixo). No trabalho tem mesmo que ser Windows e mesmo em casa há mais dois da Microsoft (um para jogos e outro portátil).
(i): O que o faz manter as ligações ao Windows?
Calenulma: Jogos e educação. Por educação refiro-me em manter-me actualizado com aquilo que se passa no mundo. Basicamente o mundo ainda gira à volta da Microsoft e convém, ainda que de vez em quando, darmos uma voltinha no comboio do mundo para vermos as “vistas”.
Além disso, um computador quase topo de gama não se deita fora.
(i): Que aplicações usa normalmente?
Calenulma: AdiumX, iTunes, Safari, Mail, Photoshop, Illustrator, Freehand e Flash.
(i): Qual foi a sua primeira dificuldade?
Calenulma: Se considerarmos 30 minutos de adaptação aos atalhos das teclas uma dificuldade…
É mesmo uma questão de hábito. Foi assim quando mexemos pela primeira vez num Windows, é assim quando fazemos a “switch” e mexemos num Mac.
(i): Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? Em que situação?
Calenulma: Mais ou menos. Fiquei um pouco triste quando corri o Photoshop mas depressa me apercebi que a aplicação não era nativa para os Intel e a comunidade de Mac Users portugueses foi também ela muito prestável e deram logo a dica de aumentar o RAM. Agora parece que voa!
(i): E o próximo computador, será mac?
Calenulma: Sem dúvida! Só não comprei ainda o MacBook porque já há um portátil (HP) cá em casa e não convém gastar por gastar.
(i): Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
Calenulma: A sua simplicidade. Faz-se tudo com 2/3 clicks. Outros OS são complicados demais. Falo do Windows e de umas quantas “distros” de Linux.
(i): ... e negativa?
Calenulma: Hum… a falta de jogos não é problema do sistema. Eu optaria pelo peso que o mesmo tem face ao hardware que costuma vir de origem. Basicamente, temos sempre que abrir um pouco mais a carteira para colocar o RAM extra para podermos correr aplicações mais pesadas.
(i): Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
Calenulma: CLARO! O meu dentista e um amigo já trocaram. Falta outro decidir-se por um portátil também. De resto, toda a gente me pergunta qual a minha comissão nas vendas Apple.
(i): E o futuro, o que vai trazer?
Calenulma: Se eu e chamasse Steve Jobs saberia mas, sendo ele, também não contaria a ninguém.
Julgo que o Leopard trará um interface mais leve e muitas facilidades para o utilizador. Acho que vai subir dois ou três degraus.
Formação em Unix facilita
Foi no inicio de 2005 que comecei a olhar para a Apple como a solução dos meus problemas…
É licenciado em Eng. Electrotécnica (IST), trabalha no ramo da Energia. Dedica os seus tempos livres à informática, fotografia e à gestão das bibliotecas de fotos, videos e música, para isso conto com o seu iMac.
Nick: abuso
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Portátil windows da “princesa” em casa e estação de trabalho com windows. Acesso a Solaris no emprego.
iSwitch(i): Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
Filipe(F): Foi no inicio de 2005 que comecei a olhar para a Apple como a solução dos meus problemas, mas com o anuncio da mudança para os processadores da Intel optei por esperar e ver como corria a transição.
i: O que fez decidir-se?
F: Como referi na questão anterior, em 2005 já estava a seguir a Apple de perto e foi pouco antes do anuncio da mudança de processadores que tomei a decisão de mudar, principalmente devido ao meu desencanto com o Windows e o Vista não prometia ser diferente, depois foi esperar a saída do Core 2 Duo que me irá permitir tirar partido do 64 bits do Leopard (que está já ai ao virar da esquina).
i: Qual o modelo?
F: iMac 20’’ C2D 2.16 GHz - 1GB RAM - 250 GB HD
i: Porquê?
F: Foi basicamente uma questão de “euros”, o desejo último é o Mac Pro, mas fiz uma análise desempenho/preço e com o iMac obtive o pacote completo (estava a precisar de um bom monitor), com um desempenho mais do que suficiente a um preço competitivo.
i: É utilizador de mac a tempo inteiro?
F: Não, em casa ainda tenho o portátil da minha princesa que é Windows, ao qual ainda tenho de alguma assistência, e no trabalho também sou forçado a utilizar o SO da Microsoft, mas aí também posso desanuviar no Solaris.
i: O que o faz manter as ligações ao windows?
F: É como disse na resposta anterior. É o portátil da princesa a precisar de assistência e é no trabalho em que não tenho outra opção.
i: Que aplicações usa normalmente?
F: Toda a suite iLife ‘06, Mail, iSync, iCal, iBackup, Bon Echo, VLC, NeoOffice, AppDelete, etc....
i: Qual foi a sua primeira dificuldade?
F: Como andei muito tempo a namorar o MacOS não tive grandes dificuldades, a não ser com as teclas de atalho que são um pouco diferentes, mas agora passa-se precisamente o contrário, é no Windows que tenho dificuldades (as más experiências tendem a esquecer-se).
i: Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa?
F: Também fruto do meu longo namoro, e da formação em Unix que tive na universidade, já tinha um conhecimento relativamente vasto do MacOS para saber onde podia mexer à vontade e onde ter mais cuidado, além disso só passei para o mac a minha informação sensível quando senti que estava preparado.
i: E o próximo computador? será mac?
F: Ainda estou em Lua-de-Mel com o meu iMac para pensar noutro, mas definitivamente será um mac.
i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
F: Sobre o MacOs em si talvez fosse suficiente referir que no seu núcleo está o Unix, o que implica grande estabilidade, fiabilidade e robustez, e tudo isso com uma interface fluída e intuitiva. Sobre o iMac tenho a dizer que é uma máquina muito completa e onde tudo funciona como esperado.
i: ...e negativa?
F: Talvez peca por ser um sistema muito diferente do Windows o que dificulta muito a maioria das pessoas pensarem nele como uma alternativa, mas por outro lado, é por ser muito diferente que a transição do Windows para o MacOS vale a pena.
i:Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
F: Caro que sim, aliás estou a exercer pressão sobre um amigo que está a pensar mudar de sistema, estou farto de lhe mostrar as minhas criações com a suite iLife, ele já se sente na trevas.
i: E o futuro, o que vai trazer?
F: O futuro irá trazer os 64bits “top to bottom”, aplicações que tiram partido dos processadores multi-core, e muitas surpresas…
Espantar os clientes mostrando diferente!
É engraçado ver os clientes aquando se deslocam a loja dizer-me: que portátil é esse?
Tiaguito é Coordenador Comercial e usa o seu mac no dia-a-dia e em família.
Nick: Tiaguito
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Computador Windows no trabalho que serve como servidor de conteúdos para todo e escritório
iSwitch(i): Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
Tiago(T): Já pensava em adquirir um mac á bastante tempo, contudo não me era possível chegar a uma decisão sobre o modelo que iria comprar, adequado as minhas necessidades.
Depois de várias visitas á FNAC e por último em casa de um amigo que trabalha na empresa da maçã, fiquei esclarecido.
Não querendo perder mais tempo encomendei logo o meu macbook branquinho, nem queria acreditar.
O que parecia um sonho ia tornar-se realidade.
i: O que fez decidir-se?
T: A possibilidade de vir a correr Windows no Mac, ou seja, ter a facilidade de jogar um jogo ou outro coisa que não poderia fazer a algum tempo atrás, daí também a minha hesitação.
Após recepcionar o portátil e explorar um pouco o mesmo, deparo-me que a perca de tempo na opção pelo mac em virtude de poder escolher estar no ambiente Windows ou Mac Osx não era fundamental, pois na minha opinião adaptei-me bastante bem ao ambiente Mac.
Simples, funcional e bastante atraente.
1. Foto de família
i: Qual o modelo?
T: Macbook 1,83 Ghz com ecrã 13,3 Tft, 512 MB de memória, disco de 60 Gb e unidade Combo
Porquê?
T: Optei por este modelo, devido a mobilidade que este me iria oferecer, ou seja, a vantagem de o colocar debaixo do braço e seguir para qualquer lado sem muito peso atrás.
Para além de ser para meu uso particular qualquer outro membro da minha família o pode usar, permitindo assim que nenhum de nós fique “encalhado” quando não tem Computador para puderem fazer algo.
Contudo isto veio facilitar e muito as idas á “terrinha”, já não tenho desculpa em dizer “ah e tal não vou porque tenho coisas para fazer no computador aqui em Lisboa”.
i: É utilizador de mac a tempo inteiro?
T: A tempo inteiro não .... com muita pena minha.
Na empresa onde desempenho funções trabalho basicamente em ambiente Windows.
Sendo o meu computador no emprego o Servidor de toda a informação, não é possível, julgo eu, optar por um Mac.
A Gerente neste caso também tem um Intel, já lhe falei algumas vezes em reformular os computadores da loja, mas como estamos em tempo de crise, não o podemos fazer agora.
Tenho quase a certeza absoluta que para alem de trabalharmos com mais segurança naquilo que desempenhamos, neste caso, documentos, imagens, vídeos entre outros, iríamos impulsionar o mercado da Apple.
Partilhando da mesma resposta dada pelo caro João o meu portátil também anda sempre comigo.
É engraçado ver os clientes aquando se deslocam a loja dizer me, que portátil é esse, eu respondo e eles “ahh tão giro até tem uma maça a brilhar no tampo”, fazem me questões acerca do seu modo de funcionamento, características.
2. Composição usada na concepção da imagem do seu local de trabalho (propriedade da Casa Dimensão)
i: O que o faz manter as ligações ao windows?
T: Neste momento só uso o Windows mesmo no trabalho (tem mesmo de ser).
Em casa não tenho muito tempo para jogar, possuo uma consola PS2 que sempre que tenho um tempinho lá dou uma jogatana.
i: Que aplicações usa normalmente?
T: As aplicações que costumo usar no Mac são o Wmv Player, iTunes, iMovie HD, iWeb, Opera, Safari, Photo Booth, Skype, AdiumX entre outros.
No entanto estou sempre a pesquisar um pouco e troco ideias sobre quais podem ter um desempenho mais fiável e interessante naquilo que pretendo efectuar com os mesmos.
Sei que ainda estou muito verdinho para falar de todos os programas em geral, e que ainda tenho alguma dificuldade em trabalhar com muitos deles, isto devido ao grande numero de anos ligados ao ambiente Windows.
i: Qual foi a sua primeira dificuldade?
T: A minha primeira dificuldade, posso dizer que foi praticamente em tudo.
Quando recebi o portátil parecia que nem lhe podia tocar, com medo de danificar alguma coisa.
O Mac vinha com o Windows e Mac osx instalados em que acedia através do bootcamp, opção de escolha.
Depressa optei só por usar o Mac osx visto me ter ambientado facilmente ao modo de funcionamento do mesmo.
E a partir dai as duvidas surgiram, como iria instalar, quais as opções a escolher para não ocupar muito o espaço no disco, entre outras dificuldades.
Com o passar do tempo e trocando ideias em foruns e ajuda de muitas pessoas amigas, posso dizer que me fui desenrascando.
i: Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa?
T: Como referi anteriormente desde o inicio que sempre pensei que cada “clique” que desse ia fazer asneira.
Parecia que ia apagar toda a informação, desinstalar algum programa fundamental ao funcionamento do mac, no final, cheguei a conclusão que não passava de “mariquices” minhas.
Passei toda a informação para um disco de backups externo, no caso de acontecer alguma “acidente”, feito a cópia, pude brincar, explorar com mais margem de segurança.
i: E o próximo computador? será mac?
T: Se o tempo (euros) o permitir gostava imenso de puder adquirir Apple.
No entanto este que agora tenho vai me durar ainda bastante tempo.
Estou satisteito, posso mais tarde alterar a memória e colocar um gravador de DVD’s.
i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
T: Como já foi dito em entrevistas anteriores, a Segurança é um dos aspectos positivos que posso focar desde já.
Não uso antivirus, não corro programetas de procura de virus, podendo ter um a vontade para navegar seja em que site for.
i: ...e negativa?
T: Os joguitos, mas não me preocupa pois o tempo é escasso.
2. Perto da Linha de comboio
i:Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
T:Sim aconselho, agora com mais confiança visto já ter conhecido o modo de funcionamento e todos os seus aspectos positivos.
i: E o futuro, o que vai trazer?
T: Um ano de mudança.
Windows Vista tá ai a arrebentar, contudo pelo que já ouvi dizer está bem mais bonitinho em termos visuais, no que toca ao seu modo de funcionamento, não posso falar muito porque não conheço.
E o Leopard que não deverá chegar tão cedo.
MacDicas - Um podcast de dicas para Mac
(...)precisava de uma máquina potente,(...)Hesitei bastante entre o Macbook Pro e o iMac mas acabei por me decidir a favor do iMac por causa do seu preço.
André Melo mudou-se à pouco tempo para Mac. O sistema é tão simples que em menos de nada estava a criar um podcast com ajudas e dicas para utilizadores de Mac.
Vienna, iTunes, Safari ou o Firefox, rapidweaver, azureus, cyberduck, toast
iSwitch (i): Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
Macdicas (M): Desde que comecei a admirar os iPods. Coomecei a explorar melhor o site da apple e sem querer fui dar á página dos macs. Foi amor à primeira vista!
i: O que fez decidir-se?
M: As opiniões posistivas de todos os users e a primeira vez que brinquei com um numa loja. Foram apenas alguns minutos mas foi naquele momento que pensei: “É isto que eu quero e mais nada!”.
i: Qual o modelo? porquê?
M: Escolhi o iMac Intel (o de primeira geração) porque precisava de uma máquina potente, que me servisse durante algum tempo. Hesitei bastante entre o Macbook Pro e o iMac mas acabei por me decidir a favor do iMac por causa do seu preço.
i: É utilizador de mac a tempo inteiro?
M: Infelizmente não! Ainda tenho que usar windows por questões de compatibilidade embora muito raramente.
i: O que o faz manter as ligações ao windows?
M: Há certas coisas que infelizmente só podem ser feitas em windows. Alguns dos trabalhos escritos que faço têm que ser feitos em windows porque não tenho a impressora ligada ao iMac. É certo que podia exportar para pdf mas perderia muito tempo. Na escola também não existem macs…
i: Que aplicações usa normalmente?
M: Uso o Vienna como Rss reader, o iTunes como player de música, o Safari ou o Firefox como browser, o rapidweaver para criação de sites, o azureus para torrents, cyberduck para FTP, toast para gravar cd’s e muitas mais…
i: Qual foi a sua primeira dificuldade?
M: Foi saber encerrar uma aplicação… Não sabia que ao clicar fechar a janela ela continuava a correr.
i: Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
M: Sim. Ao experimentar instalar windows com o bootcamp, não conseguia mudar de OSes porque o boot tinha ficado pré-definido para windows… Na altura pensei que tinha apagado o Mac OS X. Depois fiz alguma investigação no site da apple e lá descobri a tecla que precisava de pressionar para escolher entre os dois OSes.
i: E o próximo computador? será mac?
M: Em princípicio sim. Mas não será tão cedo que sustituirei este iMac…
i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
M: A intuitividade. É um OS muito simples e fácil de usar, a pensar no utilizador.
i: ... e negativa?
M: Hum.. Essa é uma pergunta difícil de responder! O único problema que eu vejo é o facto de haver ainda algum software que é windows-only… De qualquer maneira este problema resolve-se facilmente: Parallels ou Bootcamp.
i: Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
M: Claro, claro. Ás vezes é difícil de os fazer mudar de opinião mas faço o melhor que posso. Falo-lhes da segurança, do sistema operativo.. Enfim, tudo que me fez comprar um mac.
i: E o futuro, o que vai trazer?
M: O Leopard. Estou muito curioso para ver como a a apple vai fazer frente ao Windows Vista. As funcionalidades apresentadas na WWDC são muito interessantes, mas acredito que o melhor está para vir. Era muito bom se surgisse algo como fast OS switching. E mais ram para o meu iMac que 512 megabytes é muito pouco!
Estudante. E não só…
“Decidimos todos comprar um iMac, porque o objectivo seria mesmo ter um computador de mesa, e de preferência que viesse com tudo o que é necessário, para não ter de andar a comprar teclados, ratos, etc.”
Ricardo.RPL é estudante, entre outras coisas e usa um iMac para ajudar a família.
iSwitch (i): Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?
Ricardo.RPL (R) : Há alguns anos. Tenho vindo a chatear os meus pais que comprassem um lá para casa há um tempo considerável, mas eles sofreram daquilo a que se pode chamar uma terapia de choque contra Macs…
i: O que fez decidir-se?
R: Ou, neste caso, o que fez os meus pais cederem. Nem percebi muito bem… Eu costumo ajudá-los em coisas de informática, como criação de páginas de Internet para o trabalho deles, e acho que este Mac apareceu como “gratificação” de um desses serviços.
i: Qual o modelo? porquê?
M: Decidimos todos comprar um iMac, porque o objectivo seria mesmo ter um computador de mesa, e de preferência que viesse com tudo o que é necessário, para não ter de andar a comprar teclados, ratos, etc. Eu fiquei interessado pelo iMac 20”, que era obviamente mais potente do que o de 17”, mas decidiu-se que a versão mais pequena era mais do que o suficiente…
i: É utilizador de mac a tempo inteiro?
M: Pode-se dizer praticamente que sim. De vez em quando, lá dou uso ao BootCamp para jogar Oblivion ou outro jogo qualquer, e até gosto de explorar o Ubuntu no Desktop Parallels, mas de resto, faço tudo o que preciso em OS X. Claro que, quando recorro a outros computadores (na escola, ou em casa, para imprimir ficheiros, já que não tenho impressora no quarto), fico impossibilitado de usar o “tigre”, mas até esses momentos estão a ficar mais curtos.
i: O que o faz manter as ligações ao windows?
M: Ao Windows que tenho no Mac, são os jogos. Tenho uma PlayStation 2 e uma Nintendo DS, mas há sempre aqueles jogos, como o Oblivion, que só se podem jogar em Windows (ou noutras consolas que não possua).
Ao computador que costumava usar aqui em casa antes de mudar para Mac, alguns downloads que ainda não acabaram, e a impressora.
i: Que aplicações usa normalmente?
M: iTunes, iMovie HD, GarageBand, iWeb, RapidWeaver, Safari, Camino, Photo Booth, Pages, Desktop Parallels, Skype, AdiumX, BitTorrent, e, com menos frequência (mais ainda muito frequentemente), Photoshop, CyberDuck, Delicious Library, PodTube, QuickTime, Toast Titanium, VirtueDesktops e XMenu (claro que uso muitos outros, estes são apenas aqueles que mais gozo me dão a usar).
i: Qual foi a sua primeira dificuldade?
M: Ninguém ria: foi ligar o computador!
Perdi uma tarde a fazer experiências, a ver se conseguia ligar o meu iMac, e todas essas experiências falharam. Li o manual de instruções de uma ponta à outra, experimentava todas as soluções, e nada dava. Ao telefonar para a loja que me vendeu o iMac, quem atendeu ficou todo admirado, como se eu estivesse a dizer uma barbaridade qualquer.
Era a nova memória instalada que estava mal colocada…
i: Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
M: Tanto logo ao princípio, por nem sequer conseguir ligar o computador, como por muitas outras vezes, mas aí a asneira foi ficar demasiado tempo a “brincar” com o Mac em vez de estudar…
1. Wallpaper
i: E o próximo computador? será mac?
M: Se possível, sim. Se não, Windows é que já não vai ser. Cada vez mais, sempre que me colocam à frente de um Windows, me dá vontade de rir de todos aqueles pormenores que só a Microsoft consegue inventar. E tenho-me informado sobre o universo Linux ao ponto de ter uma ideia formada relativamente boa em relação a uma boa distribuição para instalar num possível computador não-Mac.
i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
M: Só uma? Assim de repente, e falando por experiência própria, os vírus: posso sacar os programas que quiser, sem nunca me preocupar com a eventualidade de serem falsos, carregados de vírus. Já não tenho o Avast! Antivírus a alertar-me a cada 0,5 segundos de uma nova infecção no computador (uma vez mais, falo por experiência própria, e esse valor que dei não é um exagero, aconteceu mesmo), já não tenho de reiniciar o computador porque se alojou um trojan na RAM, tendo de esperar 2 horas para que o antivírus faça um scan completo ao computador antes de carregar o sistema operativo.
2. Let’s find the finder...
i: ... e negativa?
M: Como se não fosse mau o suficiente estar limitado por a maior parte dos programas que circulam na net (nem falo de P2Ps) não serem compatíveis com Mac OS X, fiquei ainda pior quando descobri que nem todos os programas para Mac funcionavam no meu computador, por serem construídos para a estrutura dos processadores PowerPC, e eu já ter um da Intel (o Rosetta não faz milagres em todas as aplicações que toca).
i: Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
M: Aconselho agora, como já aconselhava antes. Concordam todos comigo: os Macs são melhores. Mas ninguém chega ao ponto de comprar um. Acredito que ainda haja um “estigma” contra os Macs e as suas compatibilidades. Afinal, o meu pai nem sabia que dava para ouvir ficheiros de MP3 em Macs!
i: E o futuro, o que vai trazer?
M: Isso já não sei. Se tudo correr bem, vai trazer muitos programas e nenhum vírus, ou outra chatice que me “esqueci” de passar para o Mac, na altura do switching propriamente dito.
Em termos de mercado, vai trazer o Windows Vista que, de visual, nem parece muito mau, e o Leopard. Se o primeiro não vou adquirir devido à insegurança que qualquer sistema operativo da Microsoft oferece (entre todos os outros defeitos que nem me vou dar ao trabalho de enumerar), o segundo também não deve chegar cá tão cedo, visto que o sistema operativo em si parece intacto, tendo mudado apenas algumas aplicações e aparecido outras.
Economista ma non troppo.
“Apesar de ter a firewall activa, o não ter que me preocupar com virus e spyware voltou a dar-me a confiança que preciso numa ferramenta que está constantemente aberta ao mundo via internet. “
João Carvalhinho tirou o curso de Economia na Universidade Nova de Lisboa, e trabalha numa das maiores empresas do país. No seu tempo livre dedicou-se à informática e ao webdesign amador, duas paixões que o partilham com a sua família.
iSwitch (i): Quanto tempo demorou a adquirir um mac?
J. Carvalhinho (JPC): Tempo demais… foi amor platónico quase durante dois anos. Acho que a dúvida é um sentimento comum para quem decide mudar, já que por motivos racionais dificilmente se explica a vontade de mudar assim radicalmente.
i: O que fez decidir-se?
JPC: A mudança para Intel e a possibilidade de correr bem o windows… No fim reconheço que “toda esta espera foi fútil” já que das poucas vezes que recorri ao windows no meu mac, foi principalmente para experimentar o parallels. Mas sabe-me bem saber que ele lá está para o caso de ser necessário
i: Qual o modelo? porquê?
JPC: Eu não mudei, eu acrescentei. Tenho um desktop windows que montei e que estimo muito, que nunca me deu problemas apesar dos ataques sucessivos que eu lhe inflijo… mas precisava de um portátil, e assim juntei o útil ao agradável. Assim que o macbook foi lançado foi uma questão de falar com a minha cara metade, que ficou felicíssima pois o calvário de ir à Fnac todos os fins-de-semana para demonstrar o funcionamento da dock iria acabar.
i: É utilizador de mac a tempo inteiro?
JPC: Não… Na empresa onde trabalho é um verdadeiro ambiente Windows only. É difícil ser-se diferente e conseguir coexistir com tantas limitações (por exemplo portais web dedicados ao Internet Explorer, front ends aplicacionais Windows only). Tenho o meu Windows no Parallels plenamente configurado para aceder à rede, email, e servidores de ficheiros, consigo realizar 90% do trabalho a partir dele. Como tenho um desktop da empresa, é ridículo desligar-me profissionalmente do windows. No entanto o portátil anda sempre comigo. É bom ver todos os meus colegas irritados por não conseguirem aceder à internet, quando eu acedo via um hotspot da PT Wif-FI alojado bem pertinho.
i: O que o faz manter as ligações ao windows?
JPC: É como disse na resposta anterior. É difícil cortar amarras na minha profissão… no entanto há outro aspecto que não posso descurar… Adoro jogar computador, nomeadamente a simuladores de voo de combate, e esses apenas estão disponíveis no Windows… consolas dificilmente substituirão um bom e fiel desktop devidamente configurado.
i: Que aplicações usa normalmente?
JPC: No mac? Apesar de alguma publicidade negativa uso bastante o ical e o mail.app. Substitui bem cedo o safari pelo firefox, mais por uma questão de comodidade pois já o usava no windows. Aliás, sou fã do Open Source. Em quase todas as tarefas existem alternativas gratuitas… só é necessário é procurar a melhor. Uso o iBackup, o Adium para converseta, o Cyberduck para FTP, Gimp e Inskcape para desenho bitmap e vetorial respectivamente. Para webdesign… qualquer editor de texto serve… como o macosX já tem um Apache incorporado é fácil criar um site completo localmente sem aceder à net.... para Office uso o NeoOffice (versão mais mac do OpenOffice) e para p2p uso o transmission… todas estas aplicações são gratuitas. No domínio do iLife apenas uso o iPhoto (mais de 6.000 fotos da famelga e apresentações de os deixar de olhos em bico) e o iTunes (concluí recentemente a passagem de todos os meus cds… pelo menos os que me interessavam… ainda tenho algumas coisas antigas que terei que ripar.
i: Qual foi a sua primeira dificuldade?
JPC: Tenho duas contas de utilizador, uma para mim e outra para a Rita (esposa) e queria meter a biliboteca do Iphoto partilhada para podermos ser os dois a actualizar o seu conteúdo… ficando automaticamente disponível para os dois. tentei usar a pasta shared mas por algum motivo não funcionou… Tentei fazer o mesmo para o itunes mas não consegui… deve ser por causa dos direitos de autor… mas ainda não desisiti.
i: Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?
JPC: Quando tentava partilhar a biblioteca de fotos inadvertidamente retirei permissões ao meu user de aceder à directoria… por momentos os últimos dois anos da nossa vida passaram-me em frente aos olhos… depois lembrei-me que podia aceder com outra conta à directoria, conferir-me direitos de admin nessa conta e repor as permissões ao meu user inicial… mas foram tempo chatos… em que me culpei… durou praí 20 minutos até ter tudo reposto…
i: E o próximo computador? será mac?
1. Fotografia do entrevistado com filhota
JPC: Dificilmente. Eu precisarei algures em 2007 de um novo desktop, e como não tenho capital para o mac pro, e o imac é estanque demais (no fundo é um portátil disfarçado, um bom portátil claro) acho que vou optar por um desktop windows powered, com algo da AMD e Nvidia lá dentro. Quando muito comprarei um macmini para ligar à tv… mas como tenho um tv com poucos anos de uso que não tem suporte para entrada digital (ainda é um CRT) a ideia nem me atrai muito…
i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema...
JPC: Segurança… apesar de ter a firewall activa (não vem por defeito) não ter que me preocupar com virus e spyware voltou a dar-me a confiança que preciso numa ferramenta que está constantemente aberta ao mundo via internet.
i: ... e negativa?
JPC: Podia dizer que faltam jogos, mas o portátil não foi comprado com esse fim, por isso nem sinto muito esse problema… acho que a coisa principal será mesmo a impossibilidade de correr directamente software para windows… parecendo que não o multiboot ou a virtualização implicam mais um layer de chatisse… e a não existencia de software específico na versão mac acaba por causar alguns incómodos ultrapassáveis.
i: Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?
JPC: Sem dúvida. Se antes de ter mac um era mais na brincadeira, agora sou um switcher convicto e defendo esta plataforma mais que nunca para o uso doméstico e gestão da nossa vida digital. A nível profissional aconselho sempre a mudar, mas é um parecer não vinculativo pois cada um de nós sabe o ecossistema em que se insere diariamente.
i: E o futuro, o que vai trazer?
JPC: 2007 vai ser um ano em grande. Apesar de no mundo mac dizerem que não, o Windows Vista vai aproximar em larga escala os dois mundos, e a competição com o Leopard será o prato forte. Como estou satisfeito com o Tiger não deverei embarcar logo no upgrade, até porque o meu macbook deverá ter as especificações no limite para correr toda a nova dependência do 3d visível por exemplo na demo do timemachine.
i: Muito obrigado...
JPC: De nada e boa sorte para o projecto.
Animals coloring Books.app
Recebi um pedido invulgar de um developer invulgar (Andrew Steinberg). Oferecia-me uma licença para o seu software para que eu testasse, e apresentasse aqui os resultados do teste. Logo desde o princípio julguei que não seria capaz. Seria algo muito difícil de fazer… e por isso pedi a ajuda a uma especialista… a minha filha de 5 anos.
Como podem ver pelo nome da aplicação, trata-se de um livro de pintar animais (há de flores, frutos, veículos, Natal...). Mas não é um livro normal.
- Sim, tem as cores para escolher, mas desta feita na forma de um pincel com um godé que permite misturar N cores… inclusivamente reverter a adição de cada uma das cores! lovely!
- Sim tem vários desenhos, mas desta feita, com objectos em 3d, “muito muito divertidos e engraçados”
- Sim tem uma interface para os miúdos, que fiz questão de não ensinar nada… e em 10 minutos a minha filha sabia tudo o que podia fazer e fazia… undo’s, misturas de cores, combinações… ou seja interface 5 estrelas para os miúdos.
Tem ainda um truque que amámos… No dia seguinte, voltámos a abrir a aplicação, e os desenhos pintados por ela… mantinham-se pintados… não tinha havido o habitual reset de quem está habituado a pintar páginas na net… em flash.
Recomendadíssimo para quem tem miúdos…
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I received an unusual request from an unusual developer (Andrew Steinberg): To test drive his applications, and put my findings here. From the first moment I knew I wouldn’t be up to it. It would be hard… so I asked for a help from my specialist… my 5 year old girlie.
As you can see by the app name, it’s a coloring book. Not one, but several, one with animals, one with flowers another with fruits, one with cars, other with buildings...etc. But it’s not your usual book:
- Yes it has color picking, but this time it is based on a godet with the possibility to add up to n colors, with the ability to undo every color that is added.
- yes it has many drawings, but this time, they are in 3D “very very funny and amusing”
- Yes it has a great user interface. I did not teach my girl anything and 5 minutes after starting using the app she had already discover everything that she could do. undo’s color mixing and combining. Very good!
And then there was the biggest surprise. When we started the app in the next day, every colored drawing was kept. Every work she had done was available to edit as she had left them. She was thrilled happy. Being used to Flash based content painting in the browser, that resets every time you access the webpage… it was a great surprise!
Highly recomended to who has kids!
Aspectos Positivos
+ Simples e divertido
+ Gravação do estado dos desenhos
+ Interface
+ Desenhos em 3d
+ Simple and fun
+ Saves the paintings
+ Interface
+ 3d Drawings
Aspectos Negativos
Não são negativos mas áreas a melhorar:
- Possibilidade de gravar o desenho, replicando-o
- Possibilidade de imprimir os desenhos
- possibilide de rodar o desenho, já que está em 3d
Not negatives, but ways to improve:
- Possibility to save a drawing, causing it’s replication
- Possibility to print the drawings…
- Possibility to rotate the drawing
Alternativas no mercado
Flash based content and drawings.
Imagens
Links úteis e de referência
Sobre esta entrada
Este texto entitula-se "Animals coloring Books.app" e está inserido no tema "Software"
Quando já se esperava a morte iminente deste computador em virtude de ter sido substituído pelo Unibody a Apple actualiza-o pela calada, não fazendo qualquer alusão às alterações… 999€ agora com uma gráfica Nvidia 9400M igual à dos seus irmãos mais novos… continua uma proposta razoável, especialmente para quem não gosta do unibody!!
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Este modelo foi actualizado na Terça Feira dia 15/05/2007 com processadores mais rápidos, um disco maior e agora com um gigabyte de memória por defeito.
O Black tax (diferencial de preço face à versão preta de topo em que apenas muda a cor) foi diminuído para 125 usd, apenas pela mudança de cor.
Os restantes preços mantiveram-se intactos.
o Modelo de entrada de gama, usado aqui no iswitch como referência é composto por:
Processador 2 GHz Intel Core 2 Duo
1 GB de memória (2 x 512 MB SO-DIMMs)
Monitor widescreen 13,3”
1280 x 800 pixels de resolução
Disco Rígido Serial ATA de 80 GB a 5400 rpm
Mantém-se a Drive optica de leitura de DVD mas apenas de gravação de cds, chamada de “combodrive”.
Esperava-se um pouco mais da actualização deste modelo uma vez que já está no ar a nova plataforma centrino da INTEL, repartida em modelos profissionais e não profissionais, directamente orientados a este modelo em especial… Provavelmente lá para Outubro, antevendo já uma introdução no MACBOOK PRO por alturas da WWDC, uma vez que a diferença de desempenho entre os modelos de mais básicos de cada gama deixa de valer o diferencial de preço praticado, perto dos 1000 usd.
-------Versão anterior (08/11/2006)-------
Processador 1,83 GHz Intel Core 2 Duo
512 MB de memória (2 x 256 MB SO-DIMMs)
Monitor widescreen 13,3”
1280 x 800 pixels de resolução
Disco Rígido Serial ATA de 60 GB a 5400 rpm
Drive Combo (DVD-ROM/CD-RW)
Aspectos Positivos
Dimensão, qualidade do ecrã, e qualidade de construção aliado ao novo processador Core 2 Duo (64 bits, mais memória Cache) e um preço na ordem dos 1000€ continuam a fazer deste computador um best seller eventual.
A versão de entrada de gama foi a mais alterada, agora com 1 GB de memória de raiz e um disco maior (80 GB) e um processador mais rápido, mantendo o preço anterior.
Aspectos Negativos
Peso, e dimensão reduzida da memória e disco na sua versão base. A sua placa gráfica com memória partilhada acaba por ser suficiente para o tipo de tarefa que se espera desta gama de equipamentos, mas no entanto apenas permite um nível ocasional de jogos e aplicações 3d. poderá ter algumas limitações com o Leopard, reconhecidamente mais visual.
A versão em preto mantém o price premium simplesmente por ser preto.
Alternativas no mercado
Por um preço de 1.189€ na FNAC (29/11/2006) face aos 1.115€ do Macbook de entrada de gama poderá adquirir:
Asus Z53JC-AP059M T5500/1/120/15.4
Processador: Intel Core2 Duo T5500 1.66GHz com Tecnologia Intel Centrino Duo Mobile
Cache: 2MB L2
Memória: 1.024MB DDR2 (2x 512MB)
Disco rígido: 120GB a 5400rpm
Drives: Gravador DVD±RW Double Layer
Ecran: TFT 15.4” Color Shine WXGA (1280 x 800)
Placa Gráfica: NVIDIA GeForce GO 7300 Turbocache
Memória Placa Gráfica: até 512MB (128MB dedicada + 384MB partilhada)
Sistema Operativo: Windows XP Media Center Edition - Vista Premium Ready
Uma aplicação desenvolvida pelo SAPO para consulta das gordas de todos os jornais portugueses… Nice...simples e directo!
Aspectos Positivos
Simples, com uma visualização directa, com base em imagens reais das capas dos jornais diários:
-Visualização em ecrã inteiro das capas de dezenas de publicações impressas
-Leitura de notícias de última hora actualizadas frequentemente durante o dia
-Pesquisa de capas de publicações impressas e de notícias de última hora
Macbook air… Insustentável leveza do s€r-se… ultraportátil (actualizado)
No dia 14/10/2008 este portátil foi revisto com o aumento genérico de capacidades, mais memória, mais disco ou ssd, e gráficas também da nvidia compõem dotam este portátil das condições para se tornar no ultraportátil mais rápido do momento. além disso, o ofload das capacidades de aceleração gráfica para o chip da nvidia vem acabar com o problema de threotleback que acontecia regularmente, causado pelo sobre aquecimento do processador principal. Agora ja se pdoe ver um filme full HD sem qualquer tipo de pausa ou ruído de fundo.
Configuração de base do modelo lançado em 14/10/2008
- Processador: Intel Core 2 Duo 1.6GHz (1066MHz bus, 6MB shared L2 cache)
- Memória: 2GB a 1066MHz DDR3 SDRAM onboard - Disco rígido: 120 GB SATA, 4200rpm (1.8")
- Unidade óptica (opcional): SuperDrive Dual Layer Externa (DVD+/-R 8x, CD-RW 24x10x24x)
- Suporte gráfico: NVIDIA GeForce 9400M, 256MB DDR3 SDRAM (Shared Memory)
- Monitor: TFT de 13.3” (resolução máxima de 1280 x 800)
- Câmara iSight integrada
- Teclado retroiluminado com sensor de luz ambiente
- 1.36 Kg
Configuração de topo do modelo lançado em 14/10/2008
- Processador: Intel Core 2 Duo 1.86GHz (1066MHz bus, 6MB shared L2 cache)
- Memória: 2GB a 1066MHz DDR3 SDRAM onboard
- Disco rígido: 128 GB SSD (1.8")
- Unidade óptica (opcional): SuperDrive Dual Layer Externa (DVD+/-R 8x, CD-RW 24x10x24x)
- Suporte gráfico: NVIDIA GeForce 9400M, 256MB DDR3 SDRAM (Shared Memory)
- Monitor: TFT de 13.3” (resolução máxima de 1280 x 800)
- Câmara iSight integrada
- Teclado retroiluminado com sensor de luz ambiente
- 1.36 Kg
Se pretende um computador para editar filmes… esqueça, compre um mac pro
Se pretende um computador para armazenar a colecção de fotos da família...esqueça, um macbook é melhor
Se pretende um computador para jogar on the go… vá para o macbook pro
Se gosta muito de música e já perdeu três semanas para “ripar” a sua colecção de cds de música e gosta de andar com ela… esqueça.
O Macbook não é para este tipo de utilização. O Macbook Air é um computador que oferece uma combinação de ecrã/teclado bons para trabalho de escritório, com um peso mínimo, aliado à “menor” espessura do mercado.
É um computador para advogados, que precisam de andar com o seu trabalho digital atrás, mas já carregam aquelas malas que sempre vi o meu pai a carregar, cheias de livros.
É um computador para o executivo que volta e meia vai de comboio ao Porto… e tem que ir a trabalhar
É um computador para o consultor, que vai ao escritório do cliente e, tem que, obrigatoriamente, impressionar o seu interlocutor, num mundo onde as camisas monogramadas e os botões de punho de marca valem cada vez menos.
É sobretudo um computador para executivos de topo, que nunca mexeram em cds no computador pois a aparelhagem NAD é mais que suficiente, que nunca configuraram um sistema operativo, mas que navegam na net, veem apresentações PPT e o excel e o word são 90% do seu trabalho. É sobretudo para este micro nicho que a Apple criou este computador.
- Erro de casting? perguntam vocês… estas pessoas não escolhem o computador!…
- errado… não escolhiam… até verem um “amigo” com um.
- Então e há assim tantos?
- Pois meus amigos… não… não há muitos… só que estes, quando chegarem ao escritório e quizerem trabalhar, vão ter problemas em ligarem-se à rede, não conseguirão configurar o e-mail, não conseguirão configurar o proxy, e a Active Directory vai ser uma verdadeira Bitch para eles acederem aos seus documentos. E sabem o que vai acontecer?
- Ligar para o helpdesk da empresa?
- Não… ligar para o director de informática para mandar lá alguém… que não terá respostas e olhará para o presidente com ar de espanto… como conseguiu uma coisa destas? a nossa rede não está preparada para Macs… Então preparem-na!
Wirelesss lans, XServes e MacOSX Server, exchange support… the works!
Quanto a mim uma estratégia brilhante para abrir portas no meio empresarial… se não podes vencer os directores de informática que escolhem o que se monta na rede da empresa...vence os seus presidentes e administradores!
Configuração de base do modelo inicial lançado em
15/01/2008
- Intel Core 2 Duo processor 1.6 GHZ (especificado pela Apple supostamente mais pequeno que o normal)
- 2GB memory
- 80GB 4200-rpm PATA hard drive1
- Built-in 802.11n Wi-Fi2 and Bluetooth 2.1 + EDR
- ecrã de 13’’ retroiluminado por LEDs 1280 x 800
O modelo superior conta com um processador mais potente (1.8gz) e uma unidade de armazenamento Solid State Drive, suportada em chips de memória, que por não terem partes móveis tornam o seu funcionamento muito mais rápido e poupadinho e seguro quanto a quedas e afins.
Aspectos Positivos
- Peso
- Ecrã de dimensão considerável (13,3’’)
- Design apetecível
- Primeira configuração com SSD na linha Apple…
- Trackpad com “multitouch”
- teclado completo de dimensão normal, retro-iluminado
Aspectos Negativos
- Uma porta USB
- Sem ethernet com necessidade de se adquirir um dongle especial (não vem incluído)
- Sem leitor de cds/dvds - - Sistema de acesso a dados remotos permite abandonar os “meios opticos” de uma forma recambolesca, com recurso a outros computadores de rede, ou 99usd por um gravador de dvds que apenas funciona com este computador.
- Disco PATA de 4200 rotações reça o limiar do muito lento.
Alternativas no mercado
Lenovo X300 series Thinkpad (Ainda por ser anunciado)
-Ecrã de 13.3-inch LED backlit 1440X900,
-ultralight 2.5 pound
-Intel Merom Santa Rosa Dual Core CPU (2.0 Ghz / 880 Mhz )
-"disco" de 64 GB SSD
-até 4GB of DDR2 PC2-5300 memory,
-4horas de bateria…
Preço não anunciado
Numa decisão de mudança radical, aproveitando um novo processo de fabrico, tal como indicado na peça do Macbook, a Apple renovou toda a sua linha de macbook pros. Toda não é bem assim já que o de 17’’ continua à espera deste facelift… tornando-o o único portatil Apple de alumínio com a possibilidade de ter um ecrã Matte.
A adicionar às mudanças implementadas no Macbook, no Pro manteve-se o Firewire, mas apenas o 800, sendo necessário um adaptador para a norma anterior (400), aumentou-se as specs como seria de esperar, e juntou-se um chip gráfico nvidia discreto. Este último parece não ser nada de anormal, já que um chip gráfico discreto sempre esteve presente nos mackbooks pro… só que agora há uma diferença… Este chip é adicional a um chip integrado… ou seja há dois chips gráficos nestes portáteis.
Estes chips podem trabalhar os dois em modo alternativo (o integrado com menos desempenho mas mais poupança de energia) ou em simultâneo (quase SLI), ficando limitados ao equivalente a 2X o mais lento. Uma provável utilização extra dos mesmos, e já que os novos chips gráficos da nvidia são “meros” co-processadores matemáticos com uma linguagem de programação XPTO da NVIDA (CUDA) prevejo que rapidamente a solução permita usar um dos chips para o visual e o segundo para cálculos avançados de física, partículas e afins para alimentar o chip principal… Who knows, mas as placas da Physix para cálculos de física, parecem ter pegado…
A configuração base presta-se a:
- Processador: Intel Core 2 Duo 2.4GHz (1066MHz bus, 3MB shared L2 cache)
- Memória: 2 GB (2 x 1 GB) PC3-8500 (1066MHz) DDR3 SDRAM (máximo de 4GB)
- Disco duro: 250 GB Serial ATA, 5400rpm
- Unidade óptica: SuperDrive Dual Layer (DVD+/-R 8x, CD-RW 24x10x24x)
- Suporte gráfico: NVIDIA GeForce 9600M PCI Express, 256MB GDDR3, dual-link DVI
- Monitor: TFT de 15.4” (resolução máxima de 1440 x 900)
- Câmara iSight integrada
- Teclado retroiluminado com sensor de luz ambiente
- 2.49 Kg
Isto tudo por 1.799€
e a configuração de topo:
- Processador: Intel Core 2 Duo 2.53GHz (1066MHz bus, 6MB shared L2 cache) - Memória: 4 GB (2 x 2 GB) PC3-8500 (1066MHz) DDR3 SDRAM (máximo de 4GB) - Disco duro: 320 GB Serial ATA, 5400rpm
- Unidade óptica: SuperDrive Dual Layer (DVD+/-R 8x, CD-RW 24x10x24x)
- Suporte gráfico: NVIDIA GeForce 9600M PCI Express, 512MB GDDR3, dual-link DVI
- Monitor: TFT de 15.4” (resolução máxima de 1440 x 900)
- Câmara iSight integrada
- Teclado retroiluminado com sensor de luz ambiente
- 2.49 Kg
Aspectos Positivos
Excelente qualidade de construção, abandonando o “latch mechanism” para fixação do ecrã quando fechado…
Peso, gráfica(s), e amplicação geral da capacidade.
Aspectos Negativos
Para alguns a morte do firewire 400, e a substituição, outravez, do sistema de ligação a um monitor externo de DVI para mini-displayport, que apesar de maior capacidade (pode alimentar um ecrã 30’’ sozinho na definição máxima, passando também a informação do som) obriga a uma aquisição de um adaptador específico da Apple, que mais uma vez não vem incluído no pacote.
Alternativas no mercado
Imagens
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Sobre esta entrada
Este texto entitula-se "Macbook Pro “Unibody”" e está inserido no tema "Modelos"
Vmaos esquecer por um momento a manutenção do modelo branquinho branquinho igual ao meu (De aspecto, que o meu além de branquinho já é velhinho) e vamos centrar toda a atenção no novo macbook de alumínio.
De um momento para o outro, toda a linha da Apple fica uniformizada em alumínio e vidro como materiais de construção. O MAcbook é assim o último a usufruir desta mudança.
Aproveitando um novo processo de fabrico, que permite a construção do corpo principal dos portáteis num único bloco, a Apple unificou todas as linhas de portáteis num formato só.
Aproveitou ainda este facto e substituiu todos os painéis LCD por uns mais avançados no que toca a iluminação, passando a usar leds, que oferecem uma iluminação mais uniforme, que não distorce as cores.
Há dois modelos principais… o mais baixo:
- Processador: Intel Core 2 Duo 2.0GHz (1066MHz bus, 3MB shared L2 cache)
- Memória: 2 GB (2 x 1 GB) PC3-8500 (1066MHz) DDR3 SDRAM (máximo de 4GB)
- Disco rígido: 160 GB Serial ATA, 5400rpm
- Unidade óptica: SuperDrive 8x Double Layer
- Suporte gráfico: NVIDIA GeForce 9400M, 256MB DDR3 SDRAM (Shared Memory)
- Monitor: TFT de 13.3” (resolução máxima de 1280 x 800)
- Câmara iSight integrada
- 2.04 Kg
e o de topo:
- Processador: Intel Core 2 Duo 2.4GHz (1066MHz bus, 3MB shared L2 cache)
- Memória: 4 GB (2 x 2 GB) PC3-8500 (1066MHz) DDR3 SDRAM (máximo de 4GB)
- Disco rígido: 250 GB Serial ATA, 5400rpm
- Unidade óptica: SuperDrive 8x Double Layer
- Suporte gráfico: NVIDIA GeForce 9400M, 256MB DDR3 SDRAM (Shared Memory)
- Monitor: TFT de 13.3” (resolução máxima de 1280 x 800)
- Câmara iSight integrada
- 2.04 Kg
tendo dotado este último de teclado retro-iluminado, o que o torna ainda mais parecido com um macbook pro… ao ponto de eu lhe ter dado o cognome de MAcbook Pro de 13’’, relembrando assim o antigo Powerbook de 12’’, dimensão abaixo do ecrã normal para os macbook pros.
Aspectos Positivos
Unibloco, placa gráfica integrada mas agora do fabricante nVidia, e um peso 500 gramas mais reduzido, e finalmente o trackpad em vidro que permite o multi-gestures até 4 dedos.
Aspectos Negativos
O desaparecimento do firewire nesta gama, e o ecrã mais brilhante que os antigos, fruto da opção por uma tela de vidro, que confere a esta zona do portátil uma rigidez extra.
Alternativas no mercado
N/A
Imagens
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Sobre esta entrada
Este texto entitula-se "Macbook em alumínio… ou será macbook pro 13’’" e está inserido no tema "Modelos"
A sério...eu optei pelo Mac OSx pois quase todas as aplicações têm um sentido estético muito apurado, um grafismo “educado” e uma integração absoluta com o sistema operativo.
Mas também há os “Pimp My Ride” dos softwares… e o RiftVault é um deles.
Explicação
Um software de encriptação de informação pressupõe desempenhar uma função que é securizar, utilizando uma formula matemática, um algoritmo, o acesso a toda e qualquer informação que o utilizador pretenda. É como um cofre forte onde uma password de utilizador desbloqueia o acesso a todas as coisas que lá estão dentro… quer seja uma combinação username/password, quer seja um ficheiro.
1.Interface de acesso
O Mac OSX já tem programitas para ambas as coisas. Para passwords usa o KeyChain, e para encriptação de ficheiros, usa um programa chamado FileVault, mas no entanto se o segundo peca por não possuir os mais modernos algoritmos, a primeira peca por não ter uma interface bonita… Ela simplesmente recolhe as informações que vão sendo inseridas pelos programas que lhe acedem, por exemplo FTP, os browsers, o e-mail, e guarda lá toda a informação que vamos adicionando em lista, tipo Finder…
Claro que esta integração tem a vantagem de se arquivar automaticamente as passwords à medida que vão sendo usadas, isto sem se ter que abrir uma nova interface, um programa adicional…
Core Graphics Galore
Foi então que a Rift resolveu colmatar esta pecha… adoro esta palavra.
Criou uma aplicação fabulosa que tanto guarda palavras chave como dispõe de áreas acessíveis por drag’n’drop para arquivo de ficheiros de forma encriptada… (ainda não disponível). Com a disposição e os comandos habituais das várias aplicações do MacOSX, é possível navegar, pesquisar, criar e arrumar todas as nossas informações confidenciais de uma forma fácil, racional, e eficiente.
Posso mesmo dizer que é um programa 5 estrelas… ou melhor… 4 estrelas e meia…
É que está lá tudo… até demais. Adoptaram tantas mudanças radicais de aspecto que criaram um monstro visual, de gosto muuuuuuuuuuuuito duvidoso… diria que ao verdadeiro estilo das séries americanas “pimp my...”.
2.Interface principal
Um fundo cinzentão a imitar um cofre forte, icones enormes, diria mesmo gigantes, que ocupam tanto espaço no ecrã que acabam por não deixar ler os nomes de cada entrada, e o novo aspecto “preto” dos “inspectores de detalhe” a seguir a mesma linha das novas interfaces full screen da Apple, mas aqui mal aplicado já que nem todo o ecrã fica a preto, causando muita confusão visual e bugs à mistura (aqui a caixa de confirmação de apagar aparece por baixo do inspector onde se deu a ordem, sendo por isso impossível confirmar o comando).
3. Confusão visual por causa das transparencias
Eu diria… tinha tudo para dar certo mas o exagero de alguém… estragou tudo… tentaram cruzar uma aplicação que eu detesto (delicious library) que apenas existe para me lembrar das coisas que eu tenho e que emprestei a alguém mas que, por não a actualizar não sei a quem foi - apesar de amar a forma como usam a camara para ler os codigos de barras) com um gestor de informação como o yojimbo, exactamente como a Tuaw a definiu.
4. Depois de cheia, e sem ver os nomes torna-se difícil encontrar o que se pretende
Claro que isto não torna a aplicação má… de todo… é espectacular a forma como gere tudo oferecendo uma sensação de segurança acrescida, mas falta-lhe integração visual com o resto do sistema, e falta a integração com sistema, por exemplo importando as informações do keyChain logo lá para dentro, para não ter que carregar tudo outra vez.
Atenção, que Isto é uma versão Live Preview da mesma, e não sendo a versão final somos relembrados disso em alguns sítios da aplicação, por exemplo por funcionalidades inactivas ou placas a dizer “brevemente”
Aspectos Positivos
Algoritmos de encriptação
Arrumação dos conteúdos segue as normas das aplicações Apple.
Tudo o que é secreto arrumado num sítio só
Aspectos Negativos
Ya bitchin interface yoooo
Totalmente independente do KeyChain, o que inviabiliza o uso, por exemplo do .mac para backup
Invoy - Software Português para facturação! Em BETA!!!
Recebi ontem um e-mail de uma empresa portuguesa de desenvolvimento de software para Mac. A EmptyFactory que me pedia para experimentar um software de sua autoria, destinado a produzir e emitir facturas comerciais.
Instalação
Pensei… ora aqui está uma coisa engraçada… por esta é que eu não esperava… Provavelmente Web based ou Java vai-me obrigar a instalar uma série de componentes que me vão encharcar o disco de novos serviços que eu não pretendo activos (Apache, Mysql, etc)… ainda por cima porque chegou num ficheiro zip… vai ser messy!
Vou ao site e… muito giro… gostei muito… desde a primeira página respira-se Mac… Página simples, bonita, com atenção aos pequenos pormenores que fazem esta plataforma a minha preferida… Boa onda. navego um pouco e vejo os screenshots… parece-me bem.
Depois de confirmada a autenticidade da coisa decidi avançar. Abri o ficheiro zip e um icone giríssimo de um caixote tridimensional apareceu… Kudos para os meninos desta casa, que não é um ícone qualquer… é um ícone escalável dentro das novas definições para o coverflow!
(Não sei se planeiam incluir isto num DMG com instalador “normal"… eu acredito que sim pois tinham bastante a ganhar em termos de sentido de profissionalismo, e lá está… feeling right at home nesta nossa plataforma)
Extraí o icone, e como sempre… ficou “instalado”
Primeira utilização
Com a primeira utilização somos convidados a configurar o programa, indicando as características da empresa, a moeda de troca, as taxas de imposto a aplicar, e um cabeçalho e um rodapé que queremos ver incluídos em cada factura.
As taxas de imposto permitem criar as várias classes de imposto e indicar qual(ais) as activas por omissão. Isto é vantajoso pois na altura que estamos a criar os produtos (mais à frente) estas taxas são utilizadas para “calcular” os valores de venda, ou seja o PVP.
A última configuração é a dos textos que pretendemos usar como cabeçalho e rodapé dos vários documentos disponíveis.
Interface
Mais uma vez a EmptyFactory apostou na já tradicional janela com duas partes bem conhecida das aplicações “macquianas”. Muito organizado, e legível, com uma área para introdução de clientes, e outra para visualização dos documentos a produzir.
Aqui foi seleccionada a vertente clicar para editar/acrescentar abrindo uma nova janela, ou seja um tipicamente chamado “inspector” para introdução de dados.
Quer seja nos clientes, quer seja nos produtos, somos brindados com uma janela com todos os efeitos que o quartz permite boa onda!
Depois de criado um cliente…
... e alguns produtos…
... Partimos à aventura para a criação de documentos.
Criação de Documentos
As opções de documentos são muitas… temos facturas, recibos notas de crédito, permitindo o drag’n’drop dos menus do lado esquerdo (cliente e produtos que são imediatamente assumidos na factura. Existe ainda a possibilidade de depois de criado um documento, gerarem-se documentos associados… por exemplo o circuito normal será a emissão da factura, e depois possíveis notas de crédito ou débito por acertos, e finalmente o recibo final… Todos estes documentos ficam “relacionados” entre si sendo de geração espontânea… e perfeitamente identificados com um código de cores no topo direito do ecrã de visualização.
Existe ainda a figura habitual do “inspector” que permite ter acesso directo ao conteúdo da factura de uma forma pormenorizada, para efectuar alterações ligeiras no conteúdo, condições especiais, etc, que não são guardadas nos masters da base de dados, figurando apenas nos documentos em questão.
Claro que o trivial obrigatório está lá (não edição de documentos, impossibilidade de apagar - existe a figura do cancelar), númeração automática e sequencial… espaço para textos obrigatórios, fixação da moeda nacional ad eternum, mas possibilidade de emissão de facturas em moeda estrangeira, etc etc.
As possibilidade de Emissão do documento também são variadas, desde o envio por e-mail (lança o mail.app ou é feito internamente- exige configuração), impressão, ou geração de PDF, sendo que são sempre criadas as três vias da praxe de cada documento.
Para já numa fase beta, identifiquei já uma pequena série de bugs, mas nenhum deles que mande o projecto por agua abaixo tipo castelo de cartas, muito pelo contrário, pela troca de e-mails que tive com uma das pessoas da empresa, notou-se bem a vontade e o gosto pela programação de “cool software for Macintosh”.
A eles e a toda a comunidade Portuguesa de desenvolvimento de software para Macs… o meu sincero pedido de desculpas por ter duvidado de vós!!! e um muito obrigado por me convidarem a participar neste teste...espero ter contribuído positivamente para o vosso desenvolvimento.
Aspectos Positivos
- COCOA Based com a possiblidade de integrar (arrasto) contactos da Agenda do Mac OSX
- Boa organização visual da informação
- Muitas opções de configuração, bem detalhadas.
- Muito fácil e intuitivo
- Preparado para emissão de cada documento em várias linguagens.
Aspectos Negativos
Não são bem aspectos negativos já que a versão definitiva ainda não saíu para o mercado… será sim pormenores a ter em atenção pela EmptyFactory.
- Apenas os documentos são multilingues… falta a interface
- Nunca fui muito fã dos “inspectors” e pop-ups… mas isso dava um livro
- Algumas limitações nas pesquisas
- Vontade de ver algumas funcionalidades “AJAX like” implementadas (auto-sensing do preenchimento dos formulários por exemplo) para clientes repetidos
- Funcionalidades de Exportação em XML para integração em outras aplicações.
Alternativas no mercado
Apesar de existirem alguns ERPs bem mais completos em que esta aplicação apenas cobre uma função, nunca tive contacto directo com nenhuma que fosse “COCOA Powered”, como por exemplo o GESTIX também português, ou lá por fora o XSIlva mas este já é um peso pesado!
O modelo Software as A Service tem cada vez mais adeptos.
O facto de não se querer querer pagar uma licença completa de software quando não se sabe se se vai usar, ou o facto de se estar sempre a actualizar as versões de software com cada vez mais features desnecessárias tem levado a uma crescente adopção de novos mecanismos de uso de software.
Se a isto aliarmos o facto de por vezes ser necessário gerir múltiplas pessoas que participam em múltiplos projectos, a partir de diferentes localizações e com setups informáticos diferentes, rapidamente vemos a vantagem das aplicações Web Based.
Por seu turno, a evolução do AJAX e das RIA (Ritch Internet Aplications) veio oferecer ao cliente, interfaces rápidas e intuitivas para o manuseio dos seus dados, sem ser necessário recarregar páginas inteiras de informação.
Uma das software houses pelo qual o meio MAC tem especial carinho é a 37signals… Se pensarmos que esta software house nos trouxe em parceria uma das ferramentas de desenvolvimento de software para a web mais usada - Ruby On Rails - já vemos que não são propriamente iniciantes no assunto.
Logo na página de entrada pode-se ler o seguinte aviso, que resume claramente quais os propósitos da empresa e seu software:
Do seu lineup de aplicações encontra-se o famoso basecamp que é uma ferramenta “completa” de gestão de projectos, o Backpack um wiki pessoal que permite a criação de páginas interligadas com qualquer conteúdo, o Highrise ferramenta de CRM e gestão de contactos e finalmente o Campfire ferramenta de comuncicação e colaboração online.
Todas estas aplicações têm em comum uma coisa… são super simples de trabalhar.
A sua interface intuitiva vem acabar com as habituais bloatwaretools que estamos habituados a trabalhar localmente. Convenhamos… 90% das funcionalidades disponíveis nas aplicações… não usamos… e a implementação de colaboração exige normalmente custos elevados, com aquisição de licenças, normalmente muito caras.
Confesso que pouco usei as aplicações, tendo-me concentrado nas versões gratuitas do basecamp - dá para gerir um único projecto, mas hey.. no limite a “minha vida (tm)” é um projecto em curso, e no backpack, que permite a criação de 5 páginas conexas, sem conteúdos acvançados como alojamento de ficheiros ou de imagens (inclui partilha) e mesmo o calendário, tudo disponível nas contas pagas. Não peguei no Highrise pois o meu pda ainda chega para as encomendas, e sinceramente… se preciso de aceder aos contactos num computador… e se 99,99% das vezes uso o meu próprio pc/mac… what’s the point?
Finalmente o basecamp exige contas multiutilizador, dos quais a minha pessoa, apesar de alguns laivos de síndroma de dupla personalidade, não precisa.
Quanto ao Backpack, as suas funcionalidades gratuitas são reduzidas ams desde logo interessantes. Listas de afazeres, whiteboards, e html simples tudo está disponível para se criar uma pequena base de dados de informações sotlas, as chamadas pequenas coisas da vida.
Uma coisa interessante é que cada página do backpack dispõe de um endereço de e-mail próprio, e poderemos usar um qualquer programa de e-mail para “carregar essa página com informação extra”.
O Basecamp disponibiliza um projecto e tem as opções habituais de ferramentas colaborativas de gestãod e projectos. Tasks, milestones, contactos, calendários, está tudo lá, disponível inclusivamente na primeira página a “Dashboard” que é um agregador pessoal de tudo o que se passa nos nossos projectos ou naqueles de outras pessoas em que tomamos parte activa.
São programas interessantes, constantemente actualizados pela software house… que no conjunto ainda ficam um pouco caros para quem sabe que ficará agarrado a vida toda… 12 Usd por mês para o basecamp ou 5 usd pelo pacote básico do Backpack… ao fim do ano são 204€ que já compram algumas licenças pessoais de alguns programas de instalação local… sempre disponíveis, mesmo quando não há web.
Aspectos Positivos
Ultraleves, interface perfeita, poucas mas excelentes funcionalidades e implementação de UI. Ferramentas de colaboração perfeitas. Acessíveis em qualquer plataforma (sim, mesmo iphone) e em qualquer ponto do mundo.
Aspectos Negativos
Dependem da web, não estão integradas, dando lugar à proliferação/duplicação de listas to-do, contactos e informações de projecto. O processo de login não é único, apesar de suportar a nova ferramenta Open Source de Single Sign On a OPEN ID que está a ganhar momentum com o suporte cada vez maior de empresas como a Google, IBM, Microsoft, VeriSign, e Yahoo! já presentes na comissão de criação da OpenID.
Total possibilidade de expansão
Total possibilidade de expansão (sim, é de propósito)
Processadores de nível Servidor, indicados para processamento de grandes cargas de trabalho
Arrumação da caixa
Arrumação e suportes para disco rígido tudo “sem fios”
Possibilidade de encaixar até 4 placas de video PCI Express
Pela primeira vez um mac preparado para dual optical drives
Aspectos Negativos
UI… ouch… queima… preço… a condizer com o nível de processamento… Apenas para profissionais
A utilização dos processadores Xeon tornam esta máquina única… o que é mau pois fica mais cara, e as especificaçõe adicionais são a condizer, como por exemplo a memória que tem que ser do tipo “raro” - 667MHz DDR2 ECC fully buffered DIMM que… é mais cara… e rara...e cara!
Alternativas no mercado
Configurações montadas pelo KidLoco e disponíveis na TechzonePT
Apple
Two 3.0GHz Quad-Core Intel Xeon
4GB (4 x 1GB) [Add $400]
250GB 7200-rpm Serial ATA 3Gb/s
NVIDIA Quadro FX 4500 512MB, Stereo 3D (2 x dual-link DVI)
One 16x SuperDrive
Both Bluetooth 2.0+EDR and AirPort Extreme
Apple Keyboard and Mighty Mouse - U.S. English
Mac OS X - U.S. English
PREÇO: $6,024.00
DELL
2 x Quad Core Intel® Xeon® Processor X5355 2.66GHz, 2 X 4MB L2,1333
4GB, DDR2 SDRAM FBD Memory, 533MHz, ECC, In Riser (4 DIMMS)
512MB PCIe x16 nVidia Quadro FX 4500, Dual DVI or Dual VGA or DVI + VGA
250GB SATA 3.0Gb/s,7200 RPM Hard Drive with 8MB DataBurst Cache™
512MB PCIe x16 nVidia Quadro FX 4500, Dual DVI or Dual VGA or DVI + VGA
48X/32X CD-RW/DVD Combo Drive with Cyberlink Power DVD™
Dell USB Enhanced Multimedia Keyboard with built-in 2-port USB Hub
Dell USB 2-Button Optical Mouse with Scroll
Genuine Windows® XP Professional, x64 Edition with Media
Retirar filmes do YouTube, convertendo-os em versões ready for businesses no computador ou no seu Ipod… Agora já só me faltam 145.643.567.332 filmes do youTube… qual vai ser a seguir?!!!
Como tem 40+ Mb o melhor é esperarem um pouco…
Aspectos Positivos
Freeware e muito fácil de usar.
Aspectos Negativos
Nada a indicar… bem.. não é nada de naegativo, mas para é preciso ter o pack de codecs da Perian para que o software funcione correctamente… mas este pack é um must have para todos os cinéfilos com mac…
Alternativas no mercado
Assim de repente não me lembra de nenhum que seja imediatamente concorrente neste nível de preços.
De 18 em 18 meses (tipicamente a acompanhar o lançamento de um novo sistema operativo) a Apple renova as suas linhas de aplicativos domésticos, sendo elas o iLife, pacote multimédia, e o iWork, o pacote de trabalho.
Se o iLife08 ainda não tive a possibilidade de experimentar, já que cá ainda não chegou, a Apple disponibilizou desde já o iWork08 para download, estando disponível para 30 dias de utilização, tal como vem disponível com um novo computador.
1. Seleccionar a versão de teste
Se o Pages (editor de texto vocacionado para a paginação) aparenta poucas alterações (e para alguns leitores apontam-se os mesmos erros na dificuldade de inserção de fórmulas matemáticas ou de notas de rodapé), tal como keynote apenas com templates renovados e uma ou outra novidade, a grande surpresa (ou não- vejam data do post da Tuaw) foi a introdução do “Numbers”.
Apelidado pelo Steve como “ a folha de cálculo para o resto das pessoas (nós)”, esta aplicação, apesar de ainda numa primeira versão, sem grandes funcionalidades extraordinárias, surpreende logo pela frescura da aproximação que ela usa.
Em vez de apresentar uma tabela única por “folha"… apresenta uma folha em branco onde o utilizador pode incluir as sheets que pretende. Parece estranho, mas se imaginar a coisa como uma folha cujo objectivo final é a impressão, percebe logo as vantagens que esta aproximação trás:
Primeiro, cada tabela inserida na folha é uma worksheet. Segundo, cada tabela é independente, ou seja, se colocar uma tabela sob a outra numa página e alterar a largura das células da tabela superior, a debaixo não será desformatada. Finalmente cada tabela é interpretada como um objecto que pode ser livremente arrastada para qualquer ponto da folha com um simples drag sem perder qualquer formatação.
2. Duas tabelas independentes no Numbers
Recebemos logo de uma série de pessoas algumas queixas de ser impossível usar macros, de não ter tantas funções disponíveis para cálculos avançados, etc. Mas na realidade, esta folha de cálculo prima mesmo por isso. É uma simples folha de cálculo… simples e acessível para o comum dos mortais… liga-se o Numbers e “it just works"… para quase toda a gente!
Aspectos Positivos
- Nova aproximação às folhas de cálculo com uma onda de frescura impressionante.
- Novos templates para as restantes aplicações
- Change tracking para o pages e compatibilidade com novos formatos do MS Office 2007
- Instant Alpha channel para o keynote que permite limpar uma imagem do seu fundo para se inserir melhor numa apresentação
Aspectos Negativos
- Poucas funcionalidades no numbers (não conseguimos trabalhar com um .csv, apesar de importado apenas reconheceu as linhas e não as colunas)
- Mantém-se a dificuldade de inserir formulas no pages tal como notas de rodapé
Alternativas no mercado
Oppen Office / Neo office - gratuito, mas identico ao Office da Microsoft… inclusivamente ao nivel de funcionalidades desnecessárias.
Tal como se esperava e muito havia sido comentado por essa net fora, foi a vez do imac sofrer uma re-evolução.
1. Frente
Esperava-se muito desde novo modelo, e no fundo a Apple respondeu à altura. Renovou o interior (nova plataforma Santa Rosa da Intel, novas gráficas ainda na ATI (que na versão de topo suporta Direct X 10, logo Full Vista Compliance), discos maiores e um único DIM de 1 GB, deixando a slot extra vazia para facilitar o upgrade sem desperdício)
Foi no exterior no entanto que as diferenças se sentiram mais. Construído todo numa peça única de alumínio, com a traseira num preto matte magnífico, o Imac recebeu uma nova parte da frente, desta feita em vidro brilhante (que acaba por limitar a escolha do monitor a “Glossy") e um símbolo da Apple em preto.
2. Pormenor traseiro
Se pelas fotografias não parece haver assim grande novidade, creio que a nós, Apple users portugueses, falta ainda ver ao vivo esta nova obra de design. É que o alumínio tem uma cor e texturas que as fotografias não fazem jus. É preciso ver e tocar para saber do que se trata.
3. Vista de lado
Quanto a modelos, desapareceu o de 17’’ sendo agora o de 20’’ o de entrada, existindo ainda o de 24’’ como antigamente.
O modelo mais baixo assume a configuração seguinte:
* 2.0GHz Intel Core 2 Duo
* 1GB memória
* 250GB disco rígido
* 8x double-layer SuperDrive
* ATI Radeon HD 2400 XT com 128MB memória dedicada.
Pelo que se tem lido pela net fora, este modelo retém as duas principais características da versão anterior. A dimensão global e o silêncio na sua operação.
A principal alteração estética prendeu-se no entanto com o teclado que, agora é ultrafino e com as teclas identicas às do meu macbook, no formato pastilha elástica. São boas, mas falta um pouco de inclinação no teclado na generalidade. O rato mantém-se o Mighty Mouse.
4. Novo tecladoTeclado
Aspectos Positivos
Formato ainda mais perfeito
Nova arrumação da memória (acesso facilitado)
Ecrã de muito boa qualidade em contraste e saturação de cores
Plataforma Santa ROsa (core 2 duo de ultima geração com front side bus mais rápido, 802.11 n)
Placa gráfica dedicada
Aspectos Negativos
Novo teclado exige alguma habituação, pois é um teclado de portátil
Glossy display (para a maioria dos utilizadores históricos é um “minus”, no meu caso não)
Por ser em alumínio o alcance das redes wifi sofre um pouco
Alternativas no mercado
Não existem modelos com o mesmo aspecto e dimensões globais no mercado windows pelo preço praticado.
Yojimbo- Arrumar organizando, para mais tarde consultar
Introdução
Numa altura em que os computadores são cada vez mais utilizados como depósitos de informação, como bookmarks , PDFs e notas, surge a necessidade de organizar toda esta documentação. É aqui que entra o Yojimbo: uma simpática aplicação desenvolvida pela Bare Bones Software (39$) que permite organizar e categorizar PDFs, bookmarks, serial numbers e passwords, páginas web e também notas. Tornei-me fã deste programa recentemente; porém, familiarizei-me rapidamente com a sua interface intuitiva.
Interface
O Yojimbo organiza a sua informação por colecções ou por tag colections, organizando-as na sua sidebar. É também possível adicionar tags e labels aos itens, através do Inspector e da Toolbar, respectivamente. As tags são essenciais quando se tem uma library extensa, já que facilitam a pesquisa através da search box, enquanto que as labels são importantes para organizarmos diferentes tipos de informação (shopping, personal, etc). Para além disso, podem-se criar tag colections através do botão New da toolbar. Este tipo de pastas, semelhantes às smart folders do Finder, permitem organizar itens com características comuns, neste caso as tags. É natural que haja informação que queremos manter protegida. O Yojimbo facilita essa tarefa através da opção embutida para encriptar PDFs. Para utilizar esta função basta configurar a password do Yojimbo através das preferências
e depois clicar no botão “Encrypt”, disponível no menu do item.
1. Interface
Adicionar Itens à Library do Yojimbo
Os criadores do Yojimbo, fizeram com que fosse muito fácil de adicionar itens à lybrary do Yojimbo. Há, basicamente, 4 formas de o fazer:
-Através do próprio programa, carregando no botão “New” da toolbar.
2. Barra de Ferramentas
-Através do painel Quick Input (pode ser invocado pressionando F8). Este painel é bastante poderoso, na medida em que podemos criar um item facilmente e atribuir-lhe tags.
3. Etiquetagem de conteúdos
-Através da drop dock, que se instala discretamente num dos cantos do ecrã. Na minha opinião esta é a melhor forma de adicionar items às colecções, porque não interfere directamente com o que estamos a fazer: simplesmente arrastamos um ficheiro para a dock e escolhemos em que a colecção a queremos colocar.
4.Doca específica do Yojimbo para onde se deve arrastar o conteúdo
-Transformar um documento que esteja noutra aplicação (ex: TextEdit) em PDF e salvá-lo para o Yojimbo, indo a File>Print>PDF> Save PDF to Yojimbo.
Conclusão
O Yojimbo é um programa extremamente fácil de usar, e funciona bastante bem para o uso que lhe dou: basicamente “atirar” toda a minha informação preciosa, que seja um bookmark de um site que achei interessante ou um Serial Number, para a lybrary. A drop dock, que pode ser colocada em qualquer parte do ecrã, não interfere no workflow do utilizador, tornando esta aplicação ideal para a realização de pesquisas. As tags, labels e flags contribuem para que a organização seja mais fácil de organizar e encontrar. A possibilidade de encriptar PDFs é também bastante útil para guardar informação sensível.
Há poucos defeitos nesta aplicação, no entanto, aquele que salta mais à vista é a falta de suporte para outro tipo de ficheiros, como áudio, ou mesmo vídeo.
Aspectos Positivos
- Fácil e intuitivo,
Aspectos Negativos
- Não funciona com outro tipo de ficheiros como audio vídeo, ou simples imagens.
Freelance Samurai - Comparativo Devonthink/Journaler/Voodopad Lite
Sumário
Devonthink, Voodopad e Journler. Um excelente comparativo traduzido a partir do site do Blog Freelance Samurai e que acaba com uma frase que diz tudo…
Apenas peca por não ter dado uma hipótese real ao voodoopad mais crescido ou mesmo ao Pro, onde além de se puderem usar meta tags, importar imagens e fazer desenhos , inclui um webserver para fazer o deployment de um projecto por uma equipa com suporte para o Bonjour… claro que isto ia muito além do proposto… mas é só para avisar quem ler estas linhas que a Flying Meat tem versões mais avançadas do que a versão gratuita aqui apresentada
voodoopad lite vs journaler vs devonthink
Todas estas aplicações propoêm-se, como função principal, a fazer o mesmo: Ser o único repositório de informação, bloco de notas, escrita de blogs, etc. Vamos então compará-los num ambiente controlado!
Não tenho qualquer expectativa de transformar este comparativo num teste profundo e detalahdo,ou, deus o proíba, a última palavra sobre este assunto. Tal como eu sou com sistemas operativo sou tendencialmente com as aplicações: acontença o que acontecer, eu adapto-me. Se deixar de me satisfazer, eu mudarei. Muito Zen. Mas para o vosso entertenimento geeky , aqui vai:
Então o que eu espero da minha aplicação de escolha?
0) Importação a aprtir de outros standards (xml, txt, estruturoa de directorios, whatever)
1) Forma fácil e rápida de introduzir novas entradas
2) Ordenação, quer seja manual com criação de etiquetas ou de forma automática interna
3) Pesquisa rápida com resultados correctos
4) Exportação para algo amigável e sem ambiguidades
5) Introdução de conteúdo livre (tabelas, bullets, imagens ou partes de dados de outras aplicações)
6) Facilidade na manipulação e alteração de dados (se eu de repente necessitar de mais uma coluna numa tabela?)
7) Salvaguarda automática
8) BAckups automáticos
O que seria a cereja no topo do bolo?
1) importar PDFs e ser possível manipulá-los introduzindo higlights, adicionar notas ou desenhar em cima
2) se impossível pelo menos um link para pdfs alterados com o SKIM
Okay, as coisas não começam muito bem. Nenhuma das aplicações foi capaz de importar um XML com uma batelada de notas do Evernote (uma aplicação freeware para windows que propõe exactamente o mesmo que estas 3 ferramentas para macosx). O meu primeiro plano falhou miseravelmente… Esperava ter tudo a funcionar com um conjunto existente de “notas reais”. Parece que não é possível com CML por isso fico-me pela importação de estruturas de directórios com vários ficheiros em cada directoria.
Então criei uma directoria com um conjunto de ficheiros variados, incluíndo RTF’s, PDFS, XLS, DOC e HTML. (com uma directoria acessória com imagens e outros só para ver como a aplicação reage). Reconheço que estou a pedir o impossível com alguns formatos de ficheiros, mas estou a usar os formatos do meu dia-a-dia, por isso parece-me razoável.
Certo vamos a isto!
O Journler importou a estrutura de directório sem problemas. No entanto não foi capaz de apresenta o XLS e o HTML (!) no seu painel de edição/antevisão, o que é realmente estranho. Cada HTML é um link para o mesmo ficheiro HTML no discorígido, e assim tem que clicar o que não oferece uma antevisão mas sim abre o browser e apresentar a página. É realmente idiota nos dias de hoje. Os ficheiros PDF foram carregados mas não são visíveis de imediato no painel de antevisão. Em vez disso, tem de clicar para exibi-los. Mais uma vez: idiota. Não catalogou ou etiquetou qualquer dado, a estrutura está visível no painel da esquerda, mas não foi criado qualquer metadado. Procurar por documentos é certeiro tal como no Devonthink
Voodoopad Lite não importa nada. Ponto final. Se pretende importar terá que comprar a versão completa. Uma vez que já comprei o Devonthink, não estou em maré de gastar mais algum simplesmente para ver se funciona.
O Devonthink foi capaz de imitar a estrutura de directorio e manter as coisas organizadas como o Journler. Falhou no reconhecimento da pasta de HTML associada por isso não o apresentou correctamente. No entanto não importou de todo o ficheiro XSL. Suponho que não o consegue processar por forma a exibi-lo. Faz sentido. mas tudo o resto estava bem. A pesquisa é excepcionalmente rápida ( procurando em 90 ficheiros) e ofereceu resultados corretos, não procurando apenas no cabeçalho mas também no corpo dos ficheiros, mesmo em ficheiros PDF.
Okay com este requesito fora do caminho, e com o Devonthink como o vencedor no negócio da importação, vamos ver como as aplicações funcionam com etiquetagem.
O Journler mantém as etiquetas e categorias em adição à estrutura da directoria à esquerda. Não há muito a reportar excepto o facto que não pode seleccionar items e etiquetas múltiplas, tendo que escolher uma a uma. As pastas inteligentes podem salvar algum tempo, e funcionam mais ou menos como as pastas do mail.app.
O voodoopad Lite olha para as coisas de forma diferente, uma vez que prefere organizar as coisas como um Wiki. A ideia no voodoopad é a de linkar palavras específicas ou frases completas a outros documentos. Não pode importar nada e todos os ficheiros pdfs e docs ficam de fora, ficando o utilizador com a tarefa de copiar e colar a informação. Tendo isto em mente a etiquetagem não faz muito sentido. Para dar a volta ao texto existe a lista de links mais úteis, e o motor de pesquisa é rápido e funcional.
O Devonthink não usa etiquetas, depende de uma estrutura de pastas (chamadas “grupos") e do seu motor de pesquisa bem afinado.
Tal como indicado anteriormente funciona perfeitamente, com resultados correctos, e processa toda a informação em que consegue tocar.
Assim não há um vencedor claro neste assunto. Depende muito das necessidades de cada utilizador. Se o utlizador é um ávido utilizador de etiquetas, o Journler é o único que aas suporta. Se um poderoso motor de busca é o suficiente, então o Devonthink supera com o voodoopad logo a seguir no segundo lugar, e na minha humilde opinião, apenas porque deixou alguma incerteza em como reagirá (e como os utilizadores irão interagir) no longo prazo com milhares de páginas carregadas. Talvez seja paranoia minha, mas creio que o que os meus sentidos apontam também vale de alguma coisa.
OK! vamos seguir para o teste de edição de conteúdos. O que podem estas aplicações fazer?
O Journler faz tabelas, bullets e mesmo Check boxes activas. Boa. É bastante fácil editar as tabelas e acrescentar linhas ou colunas, e embeber imagens basta um arrastar. Não existe capacidades de edição de PDF. Como extra (pelo menos para mim) poderá adicionar som e video a qualquer documento.
O Voodoopad Lite faz tabelas e bullets, tal como Journler são fáceis de editar à vontade. Nãofoi capaz de aceitar um arrastar de uma imagem a partir de um browser para adicionar uma foto. buuu.
Devonthink actua exactamente como o voodoopad, correctamente nas tabelas e listas mas no que toca ao arrastar de imagens, deixa apenas um link para a imagem no browser… buu outravez!
Journler ganha este round.
Guardar e Backups (oh e por gravar eu pretendo gravar o documento em edição, e backup uma cópia completa de todos os documentos no formato que seja comfortável para a aplicação).
O Journler consegue fazer autosave de dados… mas nao faz backup automático.
No Voodoopad Lite não está claro… mas como eu nunca gravei nada, e nunca me pede para gravar, assumo que grava quando se sai, no mínimo.
Devonthink faz tudo
Assim, Devonthink, esta é tua!
Okay.. agora para a exportação de conteúdo.
O journler exporta para uma série de formatos… desde texto simples, rft até word ou xhtml, mesmo para uma página web completa.
Voodoopad exporta para páginas individuais, ou uma página específica de cada vez e para texto, XML ou IPOD!.
O Devonthink exporta para rtf, texto simples, word ou como um website.
O Journler e o Devonthink têm exactamente as mesmas funcionalidades aqui.
Okay… Então qual é a minha linha final de decisão?
Uma coisa é certa. Eu não usaria o Voodoopad lite para mais do que algo muito especifico. Um Wiki criado em casa pode parecer correcto em muitas sitações, mas para notas nãaaaa… não me deixou confortável.
Assim fica resumido ao Devonthink e ao Journler. E numa nota pessoal eu tenho de admitir que vou continuar a usar o Journler - pelo facto de ser opensource e ser solido. Devonthink tem algumas funcionalidades interessantes que não mencionei neste pseudo-comparativo porque não lhes dou grande importância quanto a tomar notas. A Devon Technologies comercializa o Devonthink com a premissa que pode escalar para muito mais do que um programa de anotação. E realmente pode. As suas potencialidades são surprendentes. Mas para o acto simples de tomar notas pessoais, eu optaria pelo Journler.
É uma escolha emotiva? Claro que é… mas também o é usar um Mac.
Aspectos Positivos
O Devonthink é o mais capaz em quase todos as comparações, podendo escalar para uma aplicação muito completa, mas no caso em questão, para a simples recolha de notas, acaba por ser Overkill
O Journaler acaba por ganhar o comparativo com base nas suas capacidades, e claro com um piscar de olho ao preço (Gratuito)
Voodoopad lite uma boa implementação de um wiki doméstico, numa filosofia algo diferente. Bom comportamento sendo a versão gratuita.
Aspectos Negativos
Devonthink acaba por ser o mais caro do comparativo, (apesar de demonstrar o seu valor)
O Voodopad acaba por ser o menos capaz na tarefa a que o FS se propunha.
Ena ena quem levou com um update.... VROOOM with a view é o novo slogan da Apple para o seu modelo profissional de portáteis, tendo optado por renovar este modelo de uma ponta a outra…
Processadores mais rápidos já da nova plataforma SANTA ROSA, dois Gingabaites de memória disponível de raiz e uma placa de video de topo de gama (para portátil), este modelo agora sim é um verdadeiro topo de gama, com um preço bem acessível… para o pacote…
Deixou-se de vez de utilizar os componentes da ATI/AMD e a Nvidia passa a motorizar a parte gráfica com uma 8600 go (já com suporte a directx10 wink wink Boot Camp), mas o melhor passa a ser o ecrã que é desta feita iluminado por leds uniformemente distribuídos na traseira do painel (em vez da tradicional lâmpada única/dupla) contribuíndo para uma qualidade geral muito mais elevada e uniforma tanto a nível de contrastes como de cor.
Melhor ainda… com um preço igual ao anterior e mais baixo cerca de 100€ no modelo de 17’’
Novo modelo de entrada, por 1.899€
Processador Intel Core 2 Duo a 2,2 GHz
Resolução 1440 x 900 pixels
2 GB de memória
Disco Rígido de 120 GB
SuperDrive Double-layer 8x
Placa Gráfica NVIDIA GeForce 8600M GT com 128 MB SDRAM
<------------ versão Anterior ------------->
2.16GHz Intel Core 2 Duo
1440 x 900 pixeis
1GB memoria
120GB de disco rígido
6x double-layer SuperDrive
ATI Mobility Radeon X1600 com 128MB SDRAM
<------------ versão Anterior ------------->
Aspectos Positivos
Mega placa gráfica, 2 GB de memória, e um novo ecrã… e mesmo assim mais barato??? que se pode querer mais?
Aspectos Negativos
Nada a declarar!
Alternativas no mercado
Por este preço apenas encontrámos equipamentos como o Asus U1F-P003E que por ser um ultralight não pode ser comparado… Nem mesmo a Sony possui modelo comparável uma vez que apenas usa em pmodelos de 13’’ a tecnologia LED
Imagens
Links úteis e de referência
Sobre esta entrada
Este texto entitula-se "Macbook Pro Core 2 Duo (Actualizado… finalmente)" e está inserido no tema "Modelos"
Software gratuito de conversão de vídeo para o iPod através de drag and drop. Permite fazer enconding em h.264 e ajustar a qualidade.
Aspectos Positivos
Enquadra-se muito bem na filosofia mac, já que funciona por drag and drop. Opções de qualidade de vídeo muito fáceis de configurar. Conversão muito rápida.
Coda - FTP, Webdesign editor de texto e css, terminal, webapps server…
Ainda agora me apaixonei pelo Texmate para edição de texto e já o meu coração bate em antecipação…
Vou fazer esta crítica em primeira mão, revelando aquilo que estou a sentir no momento da primeira utilização…
Tudo começou com o Blog do The TAO OF MAC onde falava de uma aplicação que fazia tudo e mais um par de botas… programação, perl, webdesign css, café, tudo… achei estranho demais mas… como vinha com a chancela de uma das melhores casas de software para MAC a PANIC (Transmit FTP) resolvi investigar… um site magnífico depois (mal comportado no IE… sujeito a aviso!!!), e uns cliques no link do preço, um sorriso ao verificar um desconto oferecido aos propritários do Transmit (10 usd) e olha… vamos ver…
Fiz o download do pacote zip, decompactei e copiei para a directoria das apps… e aqui vai disto…
1. Áreas principais do programa
A Aplicação arranca e a primeira coisa que faz é perguntar se está autorizada a importar os favoritos do Transmit. Depois de responder que sim, importa os dados e autorizações do keychain… bunitu!… e depois…
Somos levados para uma pagina onde escolhemos o site de trabalho… automaticamente, sem dizermos nada o programa vai à net e captura uma imagem do site tal como ele é apresentado ao cliente… isto sem abrir browser ou fazer nada… bunitu!
2. Sites configurados automaticamente a partir do Transmit
Claro que não é sem problemas, mais dependente do tipo de hosting do que outra coisa… por exemplo o site DeltaConsultores está alojado com o um URL de FTP ftp.net4b.pt, que é o genérico da ONI para todos os clientes, sendo o routeamento para a conta correcta realizado pelo username/password… Seria impossível de outra forma, já que o Transmit não guarda a informação de URL de página mas sim do acesso FTP… por isso não se pode pedir milagres…
3. pormenor do painel de selecção de site
Ora bem… depois de tudo corrigido, (tudo num efeito muuuuuuuito visual tipo dashboard wdiget de virar a página etc) estamos prontos para meter as mãos na sopa...selecciono o único site que tenho aqui totalmente duplicado no disco o da B-LON e começo à procura de um sítio para indicar qual a directoria local do mesmo...fácil… está tudo nas preferencias do site, acessível no i que já nos habituámos…
Ora depois de seleccionado o site da B-LON, procuro então os ficheiros de trabalho.
Abro a edição do ficheiro index.php, e as organização do código html/php por cores está presente! bunitu!
4. Código de cores para identificação das tags usadas
Selecciono as opções cá em baixo e vejo que posso alterar este código para o tipo de documento que estou as ecrever...bunitu!
5. Alteração do tipo de documento
Começo a escrever uma tag para inserir um “include"” de experiência, e a closing tag aparece… bunitu!
Começo a escrever “include” e mal acabo de inserir o “in” surgem logo as opções ou hints na pane de escrita… bunitu!
6. Auto-complete ou hint
Selecciono a opção “clips” e… uma nova janela com código pronto a usar!!!… bunitu!! (inclusivamente placeholder mais conhecido da NET o ”Lorem Ipsum”)
7.janela de código pré escrito
Não tão bem provou ser o preview da apresentação da versão local do site que foi apresentado em código em vez de preview, talvez por alguma complicação com os diversos includes que esta página possui…
8. Preview atrapalhado com o código devido aos includes
Mais complicado ainda a utilização de um CSS que neste caso está a ser chamado por um include… ou seja não está descrito nesta página… helás… no entanto foi só navegar na pane do transmit até à directoria do master.css e abri-o e prontamente todas as linhas de código foram transformadas em “preferências” disponíveis no inspector da direita…
9. CSS em Código
10. CSS em menu de preferências
Finalmente, algo que nunca fiz foi ligar-me ao servidor por SSH até porque é uma funcionalidade normalmente bloqueada pelos Administradores dos servidores de hosting por questões de segurança…
Esta fica para segundas nupcias mas fica aqui o screenshot do interface de entrada....
11. Acesso por SSH
Finalmente reparei na última opção, “books”, e pensei…
11. Capas dos livros disponíveis
Naaaaaahhh… não pode ser… mas sim… livros completos sobre as tecnologias web, com referências completas para desenrascar os mais enrascados...como eu.
12. índice do livro HTML
Aspectos Positivos
Tem tudo, tudo o que um webdesigner (vertente programação e hand coding) necessita, não se substituindo ao Dreamweaver (especialmente na sua nova versão CS3)
Permite trabalho colaborativo, com edição em simultâneo de ficheiros
Permite código de cores por sintaxe de programação
Transferir os ficheiros deixa de exigir um programa à parte bem como acesso por SSH (quando permitido)
Livros… referência incorporada
Inclui ligações à webapps, ferramenta que permite ao Safari mostrar as páginas de html
Aspectos Negativos
Falta a possibilidade de colapsar linhas de código para sair da vista, O preview precisa de um retoque, bem como o PHP com includes. O facto de os usar “corta” o acesso às funcionalidades de CSS quando estas não estão na página em edição.
Alternativas no mercado
TextMate + Transmit continua a ser a combinação de preferência de muita gente.
Um dos produtos que mais se produz no domínio da informática é “texto”. Desde extensos livros ou teses de doutoramento, jogos ou páginas de internet como esta tudo se resume a texto.
Desde o princípio da informática que surgiram editores de texto. Não falamos do Microsoft Word e suas inúmeras fucionalidades extra que ninguém usa, mas sim do texto mais simples, que se resume, mesmo neste caso a 99% do trabalho.
Para criação de textos básicos o sistema operativo da Apple vem com o excelente Textedit que é um editor de texto muito leve e com todas as funcionalidades que são necessárias.
O problema é que o editor de texto, como se viu acima é usado para muitas outras coisas. Para quem não domina HTML (páginas de internet) pode pensar que a tecnologia que trás até si as páginas que tanto gosta, assenta num texto simples, corrido como se fosse um documento dos que está habituado a escrever. Se o nosso leitor clicar no fundo desta página e seleccionar a opção “View Page Source” vai ver qeu não é bem assim. Além do texto normal existe uma série de código (html) que indica ao seu browser onde deve ser colocado o texto, as fotos, ou onde é que estas se encontram na internet.
1. Código de cores diferenciado para programação
Uma coisa que o nosso leitor pode reparar é que todo este código é repetitivo. Ou seja sempre que aparece alguma coisa escrita, esta tem antes um conjunto de letras limitado por < >, por exemplo < html> e no fim uma coisa semelhante mas com um / como por exemplo < /html>. Ao conjunto deste texto e símbolos chama-se uma “Tag” e todo o código html assenta em tags, que são repetidas inúmeras vezes ao longo do texto.
Assim Allan Odgaard reparou que poderia melhorar o seu editor de texto de forma a automatizar a introdução destes códigos repetitivos, importando algumas das benesses do mundo Unix.
Apareceu assim o TextMate. Como um verdadeiro Mate (companheiro, amigo) do autor, este editor permite-lhe seleccionar de uma série de bundles (conjuntos) aquele que se presta mais ao seu tipo de trabalho, permitindo assim desempenhar uma série de introduções automáticas de texto, equivalentes às macros do mundo windows.
2. Lista dos “bundles” pré-definidos e exemplo HTML
Pegando no exemplo do HTML, uma das formas de se arrumar o conteúdo quando este está arrumado numa tabela é usando a tag < table>, sendo a sua sintaxe completa:
< table border="0" cellspacing="5" cellpadding="5">(isto é uma tabela sem rebordo, com 5 pixeis de espaço entre as células e 5 pixeis entre o texto e o limite da célula)
< tr> (isto é uma linha )
< th> (isto é uma célula de cabeçalho)
“Olá eu sou um cabeçalho de uma tabela”
< /th>(Isto é o fim da célula e este conjunto de < th> a < /th> deverá ser repetido o numero células por cada linha de cabeçalho)
< /tr> (isto é o fim da linha e este conjunto deverá ser repetido o número de linhas da tabela)
< tr>
< td> (isto é uma célula)
“Olá eu sou o texto de uma tabela”
< /td>(Isto é o fim da célula e este conjunto de < td> a < /td> deverá ser repetido o numero células por cada linha)
< /tr>
< /table> (aqui acaba a tabela)
Neste caso, apenas seria apresentado o cabeçalho “Olá eu sou um cabeçalho de uma tabela” e o texto “olá eu sou uma tabela” no ecrã do leitor.. é muito trabalho para tão pouco!!!.
O TextMate permite usar um bundle chamado HTML que possui um automatismo para criar esta tabela bastando para tal ir ao menu Bundles, seleccionar o HTML, escolher a opção tag, e de seguida a opção Table… e de uma vez só surge isto no ecrã:
e para cúmulo o cursor vai automaticamente para o primeiro espaço vago entre os “” para que o autor introduza a característica, que neste caso, e à semelhança do exemplo escrito à mão seria o 0 (zero).
Pode parecer algo simples e pouco interessante para quem apenas pretende escrever um texto, mas mesmo para estes há algumas coisas que podem ajudar
Por exemplo escrever a data no meio do texto, pode parecer simples, mas quantas vezes já se fez a pergunta “que dia é hoje?”
Indo ao menu certo poderá encontrar a opção isoDate (data do computador) e clicando aí a data é automaticamente inserida…
Parece ridículo ter que se ir a um menu procurar um comando só para introduzir uma data certo?… então experimente escrever isoD pressionado a tecla tab em seguida e voilá… “2007-04-23” aparece no ecrã…
Existem dois tipos de comando… os “key equivalents” que são atalhos de teclado, como por exemplo (em html) o alt+Space = “ ” e os “tab triggers” que são palavras que quando escritas seguidas do tab dão origem a um outro conjunto de conteúdo como o exemplo da tabela.
3. Efeito de pressionar o tab depois de escrever o nome de um “tab trigger"”
Estes bundles têm ainda a vantagem de serm autónomos existindo muitos third party por aí pela internet, ou sendo possível ao utilizador criar os seus próprios bundles como por exemplo assinaturas, ou cabeçalhos para os seus documentos.
Uma nota digna de interesse prende-se com o facto de nem todos os tab triggers estarem disponíveis por defeito, sendo dependentes sim do tipo de documento que está a ser gerado no momento. Por exemplo os tab triggers do HTML não funcionam num documento coma extensão de TXT, já que este tipo de documentos não é válido numa estrutura de um site (mas estão sempre disponíveis no menu de bundles)
Regando o texto com estes bundles, marinando com a identificação do código por cores, adaptada ao tipo de documento a ser escrito, polvilhando tudo com coisas como a possibilidade de colapsar o código entre tags entre outros condimentos, fazem deste editor de texto, o melhor prato do mundo!
Aspectos Positivos
Editor de texto muito leve, com tantas funcionalidades extra que é difícil identificar as vantagens, mas… as principais serão:
Possibilidade de trabalhar em “projecto” com vários documentos abertos em TABs e com find/replace global, Identificação e adpatação de código de cores ao tipo de página que se está a escrever, os tagg triggers e key equivalents entre outros.
Aspectos Negativos
Até agora não identificámos um aspecto negativo neste editor de texto… Talvez o preço quando comparado com o TextEditor para quem não faz ou pensa vir a fazer programação.
Alternativas no mercado
TextEdit incluído no MacOSX ou o forgedit já aqui comentado
Transmission - Cliente BitTorrent para Mac (logo actualizado)
Sempre fui cliente da mula. No windows o site do max-pt entusiasmou-me no início pela panóplia de post lá colocados, e pela dedicação da equipa que mantinha aquele forum sempre arranjadinho… depois tive contacto com o btuga, e apesar de não gostar nada do site em si, fiquei rendido pela filosofia dos torrents.
Não vou ser santinho e dizer que nunca saquei conteúdos que não devia, mas posso afirmar, hoje, que admiro este tipo de plataforma de download pela omnipresença em todos os meios de disponibilização de software legal. Se há Standards “de facto” criados com base na utilização massiva de uma tecnologia, esta é mais uma das que a internet nos proporcionou… a tal ponto que o próprio site Bittorrent.com se tornou um site de difusão de conteúdos multimédia oficiais, concorrente do youtube.
Desde releases de Linux, até todo o software Open Source veículado pelas grandes centrais de disponibilização de software como o SourceForge, tudo está disponível na net com base neste standard.
Assim sendo torna-se evidente a análise do software que recomendamos para realizar este tipo de transferência… o Transmission.
Este software gratuito é uma ferramenta para download de ficheiros com base em torrents, simples, limpa e sem as funcionalidades profissionais que um heavy user necessita. Tem o necessário e suficiente, arrumadinho de forma evidente e de fácil acesso.
A janela principal…
...é composta pela lista dos torrents em transmissão, com uma indicação do número de clientes dos quais estamos a descarregar e de quantos clientes estamos a servir de fonte, bem como da indicação da velocidade total de upload e download.
Ao nível das preferencias do programa, estas são do mais básico que existe.
No painel General temos as indicações de aviso de utilizador, bem como da informção a exibir na dock do MacOSX
No painel seguinte o utilizador pode indicar qual a porta a usar para as transferências, bestialmente útil para quem usa equipamentos de rede com firewalls “complicados”
Clicando sobre um dos ficheiros em transferência tem-se acesso ao menu das preferências associado ao ficheiro, que se reparte em:
Informações do ficheiro…
... indicadores de transferência do ficheiro, com o número de pessoas dependentes do ficheiro…
... opções de barramento de disponibilização do ficheiro para outros interessados com base no rácio de upload/download…
... e finalmente os ficheiros parciais que estão referenciados no torrent. Neste caso é apenas um, mas é normal o ficheiro estar comprimido e fraccionado em pequenas partes, podendo-se escolher as pretendidas…
Existem inúmeras outras aplicações com o mesmo efeito, e inúmeras outras tecnologias para partilha de ficheiros, no entanto esta combinação é a mais usada neste mundo da maçã dentada.
-----Actualização----
Agora na versão 0.70 o logo foi actualizado (entre outras actualizações) :
foi substituído por:
Aspectos Positivos
Leve, simples e fácil de trabalhar e configurar.
Acesso directo a informação dos torrents em transferência e possibilidade de acrescentar indicadores à dock.
Aspectos Negativos
Existem outros clientes com mais funcionalidades, como por exemplo o download parcial de um torrent, que até à data não foi implementado.
Alternativas no mercado
Bitrocket - Mais recente entrada no mundo dos bittorrents ainda em versão Beta e disponível para download
Azureus - Cliente Java que é verdadeiramente universal havendo versões para windows, mac e linux e outros. Considerado por muitos como o cliente mais completo… quanto a nós… o Overkill e dependente da java machine instalada.
Tomato Torrent - assente no bittorrent 4.2 e desenvolvido a partir daí, também em open source.
No iClub o João Lúcio deixou mais uma dica de um bom software, neste caso para escrita de texto
Desta feita o Forgedit é anunciado como editor de texto para programadores, mas destina-se a toda a gente, oferecendo porém inúmeroas capacidades de alterar a forma como se interage com o texto, inclusivamente na definição de atalhos do teclado para executar as tarefas mais rotineiras… (dica: para aqueles que não conseguem deixar de usar o ctrl+C como atalho para o copy tal como no windows, no primeiro arranque poderão indicar o “pc style” para as configurações dos atalhos, ou então, numa utilização posterior poderão sempre apagar a pasta ~/Application Support/ForgEdit/Shortcuts)
Aspectos Positivos
Tabs permitem ter vários documentos abertos ao mesmo tempo numa janela única e de fácil acesso
Totalmente configurável ao nível de identigficadores de sintaxe (daí se falar em ser orientado a programadores, já que os códigos de cores associados a conjuntos de comandos facilita bem a interpretação do conteúdo de um documento)
Aspectos Negativos
O facto de ser totalmente configurável poderá assustar os utilizadores que apenas buscam um editor de texto, que para tal poderão usar o TextEdit
Alternativas no mercado
TextEdit - vem com o sistema operativo
xpad - Agora freeware
TextMate - Oferta comercial
O Super Duper é um utilitário que permite fazer o backup integral do conteúdo de um disco rígido para outro disco. Basicamente, o Super Duper (SD) clona o conteúdo de um disco. Lembram-se do Norton Ghost (o qual nunca consegui utilizar convenientemente)? É mais ou menos a mesma coisa mas mais simples, mais bonito, mais fácil e (provavelmente) mais fácil.
Começa assim a descrição do SuperDuper pelo Demiurgo no seu Blog Spinningbeachball
Dêem lá uma saltada que vale a pena, especialmente porque tem um tutorial passo-a-passo de como por em prática a regra numero um de boa utilização de software e informática… fazer backups!!!
Aspectos Positivos
Simples prático e na sua versão gratuita suficiente para realizar um backup integral bootável do disco rígido
Utilitário de optimização gratuito. Permite activar uma série de funcionalidades do Mac OS X escondidas, como alterar a fonte do sistema operativo ou o formato dos screenshots.
Aspectos Positivos
Fácil utilização devido à divisão das opções por categorias. Activa funcionalidades que anteriormente apenas podiam ser activadas executando linhas de comando.
Aspectos Negativos
Por vezes, a activação de algumas funcionalidades falha.
Alternativas no mercado
ONYX
Aplicação semelhante, também gratuita que desempenha adicionalmente algumas tarefas rotineiras do sistema como reparar permissões e analisar o estado do seu disco rígido.
Jáfumega era uma banda portuguesa de antigamente que cantava rock em português quando este ainda dava os seus primeiros passos. Mas o que tem isto a ver com a aplicação aqui analisada? Continue a ler e perceberá.
A aplicação que lhe trazemos hoje é mais um exemplo do que se pode fazer quando a usabilidade vem em primeiro lugar. Trata-se de uma programa para gravação e duplicação de cd’s ou dvds, diferente do habitual. Longe dos tradicionais menus, e botões em excesso a DiscoApp tem como base o workflow de gravação para apresentar as opções apenas quando assim é necessário.
A interface inicial prima pela simplicidade, e sendo auto explicativa não está preenchida com botões ou listas ou o que seja. Apenas uma área para se arrastarem os ficheiros que se pretende copiar, ou em alternativa um botão para se criar uma imagem a partir do cd que estiver dentro da unidade optica (que é de reconhecimento automático)
Mesmo as opções das preferências primam pela simplicidade, havendo 4 paineis sendo que um está limitado às informações de registo e outro para as definições do smoke (já estão a chegar lá? )
Sempre que o utilizador realiza uma acção toda a interface muda para apresentar as hipóteses seguintes, sempre com animações e dinamismo fora do vulgar. Aqui neste exemplo vamos fazer o backup da directoria de trabalho deste site… que (ainda) é pequena.
Arrastamos a directoria para o painel e…
depois de seleccionados os ficheiros podemos então dar início à gravação propriamente dita. Até aqui os autores conseguiram modificar a aparência do programa para oferecer ao utilizador uma série de dicas visuais sobre o estado do programa, sem mudar o seu aspecto na globalidade. Neste caso, indicadores de tempo percorrido e a percorrer, tanto em numérico com gráfico tudo está disponível…
E para aqueles impacientes que não gostam de ficar à espera os autores incluiram um efeito do core graphics muito engraçado que simula a libertação de fumo a partir do topo da aplicação. É um efeito visual engraçado que apesar de não trazer nada de novo dá para ocupar um pouco o tempo de quem está à espera…
É que o fumo é calculado dinamicamente e em tempo real pelo computador, o que permite ao utilizador “brincar” com o mesmo usando o ponteiro do rato, ou o microfone do computador… com o requinte do mesmo detectar de onde vem o vento e actuar de acordo na simulação do fumo… se soprar do lado esquerdo do seu computador o fumo é afastado para o lado direito e vice-versa…
Como diria alguém… mariquices!!!
Finalmente a aplicação procede à verificação da gravação e…
e oferece o output da mesma…
Para ser sincero existem outras aplicações, mesmo open source que desempenham tão bem ou melhor a mesma função, no entanto só pela interface achamos que vale os 29 USD que os autores pedem.
Aspectos Positivos
Interface animada e workflow oriented, ferramentas de backup de discos com quebra de conteúdos por vários discos, filosofia mac no seu melhor, libertando visualmente o utilizador dos menus e interfaces carregadas habituais.
Aspectos Negativos
Existem algumas críticas quanto à sua necessidade face ao que oferece, existindo também algumas críticas no que toca à repartição dos conteúdos por vários discos já que a aplicação não consegue (à data) realizar uma gestão efectiva dos ficheiros em lista de espera, e quando o espaço acaba com um ficheiro muito grande, o espaço parcial que este aproveitaria é desperdiçado, exigindo um novo disco, não se ocupando com ficheiros de dimensão apropriada.
Alternativas no mercado
Toast - verdadeiro Benchmark do mundo Mac esta aplicação é das mais antigas para mac, indo na sua versão 8. O que se pode dizer? Tem tudo e mais um par de botas… por
79.99 USD
Burn: Alternativa Open Source, gratuita e com as mesmas funcionalidades.
“Nos dias que correm, um dos melhores presentes que se pode oferecer a um Mac (ou a um PC) é uma rede sem fios fácil de configurar e de utilizar.”
Começa assim mais uma excelente review da LojaMac desta vez da parelha de Airports da Apple, a Airport Extreme e a Airport Express.
Com estes equipamentos conseguirá montar uma rede wireless doméstica sem qualquer complicação ou necessidade extra de conhecimentos de tecnologês.
4 Portas Ethernet, porta USB e a norma pré-n conferem ao Airport Extreme uma expansibilidade única por um preço simpático de um equipamente de última geração.
Quanto ao Airport Express destina-se “simplesmente” a montar uma rede wireless e partilhar alguns equipamentos USB, deixando de lado as portas Ethernet ou a nova norma 802.11n.
Aspectos Positivos
Facilidade extrema de configuração não só da rede em si como também das permissões para cada computador ou equipamento que tenta aceder à mesma, inclusivamente com controlo de horário.
Grande capacidade de gestão de acessórios como partilha de um disco USB ou uma impressora (ou ambos caso os equipamentos permitam o daisy chain)
Aspectos Negativos
O atraso na ratificação da norma 802.11 n levou a que a Apple lançasse um equipamento assente especificação que não está finalizada. Apesar de não se esperar grandes alterações, e os novos chips poderem ser rapidamente reprogramáveis, esta aposta poderá causar alguns embaraços a utilizadores com reduzidos conhecimentos na área. Diferentes equipamentos de outras marcas que recorram a outras especificações aproximadas poderão não funcionar correctamente ou usar todas as capacidades da rede.
Se pretende apenas substituir a sua rede wireless por algo mais recente e com o símbolo da maçã o nosso conselho é que aguarde mais um pouco. Durante o ano de 2007 esta especificação passará a norma de juris e aí terá a certeza de compatibilidade com todo e qualquer equipamento que use a mesma norma.
Alternativas no mercado
Wireless-N Broadband Router (199€ na Fnac)
Switch Ethernet de 4 portas
Tecnologia MiMO
Encriptação 256 Bits
SPI Firewall
No mundo da imagem existem dois tipos principais de ficheiro.
O ficheiro do tipo bitmap que não é mais do que um conjunto matricial de pequenos quadrados em que cada quadrado possui a sua informação própia de cor, e que quando combinados produzem uma imagem.
O ficheiro do tipo Vectorial onde a informação de cor e de imagem não é guardada quadrado a quadrado, mas sim tendo por base alguns dos quadrados que a compõem e equações matemáticas para produzir o resultado final…
Para simplificar e usando uma metáfora Imagine uma estrada… esta estrada poderá ser-lhe descrita metro a metro, ou poderá ser-lhe descrita dizendo-lhe onde fica o ponto inicial e a direcção que ela toma e o seu comprimento…
Não existe tipo de ficheiro melhor ou pior, Cada um tem uma aplicação específica. Imagine o que seria explicar em equações matemáticas uma fotografia de um famililar seu, ou pelo contrário usar uma quadrícula para apresentar um símbolo de uma empresa que seria redimensionado para caber no variado estacionário da mesma, cartas, envelopes, canetas ou coisas mais pequenas… mais cedo ou mais tarde as quadrículas sobrepor-se-iam e deixaríamos de ter um símbolo legível.
O The GIMP é uma ferramenta Open Source para tratamento de imagens mais vocacionadas para o primeiro tipo, os Bitmaps. E foi esta ferramenta que a LojaMac fez um ensaio já em Novembro último, na sua versão 2.2 que resumem assim:
Em resumo: mesmo não preenchendo todos os requisitos para ser considerado um editor de imagem profissional, é um download recomendado a todos aqueles que gostam de fazer edição de fotografia ou que, nunca tendo feito, gostariam de experimentar um programa potente mas sem dispender grande dinheiro. É um bom complemento para o iPhoto.
Aspectos Positivos
Gratuito, constantemente actualizado, potente, com muitos filtros disponíveis, existente gratuitamente para todas as plataformas o que permite uma passagem de windows para MacOSX sem qualquer problema
Aspectos Negativos
A sua interface poderia ser algo melhorada, depende ainda do X11 exigindo a sua instalação a partir do DVD do sistema operativo, bem como implica a utilização dos shortcuts de teclas habituais no windows, com o uso da tecla CTRL em vez da maçã…
Alternativas no mercado
Photoshop CS3
Não é uma comparação justa face ao preço de cada uma, mas face à sua crescente utilização em ambiente profissional para a edição de imagem mais simples, são muitas vezes comparadas.
Em 24 de Fevereiro de 2007 no Blog SpinningBeachBall do nosso amigo Demiurgo foi publicada um review de um programa de gestão de ideias e escrita chamado scrivener.
Este programa é um must para quem precisa de orientar umas ideias antes de escrever um texto definitivo, ou simplesmente arrumar ideias sobre um projecto ou necessidade e não precisa da complexidade de um Omnioutliner.
Mas deixemos a review para quem sabe… basta clicar Aqui
LojaMac - Blender 3d. Open source no seu melhor (Actualizado)
Está disponível na LojaMac uma apresentação deste software de modelação e animação 3d, totalmente gratuito, não só ao nivel do programa, como também de apoio técnico e exemplos de trabalhos desenvolvidos pela comunidade.
“Check the time, watch the weather, track flights, view stock prices and find a local restaurant. Instantly. With a single click, the Dashboard zooms across your Desktop, giving you fast access to nifty widgets designed for fun as well as function.”
Dashboard é um layer visual de aplicações que permite através da utilização de XML, Java e outras linguagens universais de programação e conteúdos, a captura de informações e a sua apresentação.
Ao premir o F12 o utilizador é brindado com um layer adicional de funcionalidades que poderão, ou não ser muito úteis.
Desde um relógio maior, a uma calculadora, jogos ou simples leitores de RSS tudo está disponível… e na versão Leopard do Mac OSX será ainda mais fácil criar os nossos proprios wigets com base em páginas de internet.
Mas e agora? quais são as wigets a usar? o que é que eu posso fazer com cada uma delas?
No forum da Techzone PT iniciou-se uma discussão sobre as aplicações que cada utilizador usa…
Nada melhor do que passar revista por uma extensa lista para seleccionar as necessidades a suprir.
Lista na TechzonePT
Aspectos Positivos
- Inúmeras funcionalidades disponíveis na Internet para download gratuito
- Pouco intrusivo no decurso do dia a dia
- Aspecto estético cuidado na maioria das situações
- Crescimento sustentado ao nível da sua complexidade
Aspectos Negativos
- Perde-se muito tempo à procura das mais correctas/úteis
- Peso no sistema partindo do princípio que nem é usado na maioria das vezes
- Delay de actualização na primeira vez que é solicitado em virtude de aceder à Internet para ir buscar todos os conteúdos
Alternativas no mercado
Para o Windows Linux e MacOSX existia o Konfabulator. Este software livre e gratuito foi considerado a fonte inspiradora dos engenheiros de Cupertino, tendo sido na altura acusados de roubo.
O proprio windows Vista oferece por defeito aplicações semelhantes chamadas gadgets, e que estão sempre disponíveis no ecrã na barra de gadgets localizada por defeito na lateral direita do ecrã. Há quem defenda a possibilidade de as ter sempre presentes e visíveis como uma benesse, mas se se utilizar uma gadget que realize constantes downloads da internet (e.g. camaras de trânsito da Brisa) sofrerá de certeza um forte impacto no desempenho, e claro na conta do ISP!
Software de messaging que concentra sobre si as redes de messaging mais conhecidas (MSN, ICQ, AOL., Jabber, Yahoo, .MAc, Bonjour, Google talk entre outras).
Além de podermos concentrar todas as redes numa aplicação só, esta é completamente parametrizável desde o seu aspecto visual, aos efeitos sonoros associados a cada ocorrência.
Aspectos Positivos
Ultra leve, totalmente parametrizável, possibilidade de concentrar várias redes num programa só
Aspectos Negativos
Algumas funcionalidades específicas de cada rede não estão disponíveis (e.g. novas funcionalidades do Messenger como desenhos, animações, partilha de aplicações)
Cliente Open Source de serviço FTP ( File Transfer Protocol) e SFTP (SSH Secure File Transfer) muito simples e intuitivo, com um aspecto completamente MacOSX, ou não fosse intereiramente suportado nas suas framworks de desenvolvimento que permite ainda a integração de tecnologias como o Spotlight (Pesquisa), Bonjour (rede), the Keychain (passwords) and AppleScript (linguagem de programação de tarefas Apple).
Update:
Agora totalmente em Português com suporte assegurado por nós!
Aspectos Positivos
Leve, fácil e bonito, com um preço de arrasar (gratuito), é o exemplo básico de como uma aplicação open Source não necessita de ser algo completamente parametrizável para funcionar.
Permite ainda integração com Quicksilver (pesquisa avançada) e Growl (notificações de sistema) bem como widget próprio.
Aspectos Negativos
A lista de ficheiros a transferir funciona como um pop-up autónomo o que por vezes incomoda face ao número de janelas abertas.
1. Pop-Up de Painel de transferência
Update: Esta funcionalidade já podia ser desactivada antes, quando indicando na opção de númeo máximo de ligações em aberto igual a um. Na próxima versão já existirá nas preferências uma opção visível para desactivar este comportamento... Agora está muito perto da perfeição!
CPU: Intel Core2 Duo 1.83/2.0/2.16 GHz (dual core)
Memória: 512 PC2-5300 DDR2 SDRAM
Minimum RAM Speed: 667 MHz
ecrã: 17/20/24” LCD
Chipset de video: ATI Radeon X1600 (PCI Express) com 128 MB (GDDR3) VRAM e resoluç\ao máxima de 24 bit 1440x900/1680x1050/1920x1200
Disco rígido 160/250 GB 7200 RPM SATA
Unidade Optica: Superdrive (gravador de dvds/cds)
Aspectos Positivos
a presenta actualização serviu para incorporar nestes modelos a mais recente tecnologia INTEL na forma do seu core 2 duo. Relativamente aos modelos anteriores mantém-se o seu excelente desempenho e aspecto limpo em cima de uma secretária. Introdução das extensões a 64 bits, faltando agora a actualizaçao do sistema operativo.
É de louvar a disponibilização em simultâneo do Imac core soloDUO com as especificações mais baixas (GMA 950 em vez da ATI, disco de menor dimensão capacidade) e com um preço abaixo dos 999€
Aspectos Negativos
A impossibilidade de se efectuarem upgrades da placa de video e o facto de 512 Mb virem soldados que apenas permite uma expansão da memória até aos 3 GB, quando a utilização plena dos 64 Bits começa dar-se acima dos 4GB de memória em uso…
Alternativas no mercado
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Este texto entitula-se "Imac Core 2 Duo" e está inserido no tema "Modelos"
CPU: Intel Core Solo 1.5 GHz (Actualizado em Julho para Core Duo 1.63 Ghz)
Memória: 512 MB PC2-5300 DDR2 SDRAM
Placa Video: Intel GMA950 com 64 Mb VRAM partlilhada e maxima resolução de 24 bit, 1920x1200 (DVI) 1920 x 1080 (VGA)
disco Rígido: SATA 60 GB (2.5”, 5400 RPM)
Drive Optica: ComboDrive
Wireless 802.11g e Bluetooth 2.0
Aspectos Positivos
A sua espectacular dimensão e o seu aspecto limpo fazem dele um sistema fabuloso para se ter numa sala, junto aos demais equipamentos de entertenimento doméstico. O facto de ser silencioso e suficientemente potente para se assistir a um filme no front row (comando incluído), têm feito deste pc uma excelente escolha para entrada no mundo da maçã, ou mesmo como um media center/máquina de backup para se ter em casa.
A necessidade de se juntar um teclado/rato e monitor fazem dele uma excelente escolha para quem quer experimentar os produtos da Apple, sem necessidade de se deitar fora alguns dos componentes dos sistemas já existentes em casa.
Aspectos Negativos
Pelo preço deste realmente pequeno computador é impossível apontar um erro. O seu posicionamento de muito baixa gama ou gama de entrada fazem dele uma escolha obvia para quem quer simplesmente experimentar o sistema operativo.
No entanto existe um valor adicional apercebido pela maioria dos seguidores dos lançamentos da Apple. A sua apresentação juntamente com o frontrow do MacosX e comando à distância fizeram deste computador a coqueluche da sala de estar de muitos users, e aí sim, face a este ideal de utilização este computador deixa algo a desejar, com pouca memória, um disco de dimensões reduzidas e uma placa gráfica pouco performante. Graças ao excelente ecossistema que gira em torno destes produtos rapidamente forma lançados acessórios de expansão (discos, placas de captura de TV e outros) com um formato e aspecto em tudo identico ao computador, que facilitam a arrumação permitindo um empilhar perfeito como se de vários módulos de uma aparelhagem se tratasse.
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Este texto entitula-se "Mac Mini Core Solo/Duo" e está inserido no tema "Modelos"
Placa video: ATI Radeon X1600 (PCI Express) com 128 Mb VRAM
Resolução 24 bit 1440x900
Disco rígido SATA 160 Gb 7200 rpm
Aspectos Positivos
A manutenção de um aspecto compacto inlcusivamente com ganhos a nível de espaço ocupado, a evolução para uma ATI X1600 e especialmente a manutenção do preço dos IMAC G5 fizeram deste computador um excelente modelo de entrada no mundo dos processadores Intel. Por outro lado pela primeira vez num computador de uma linha não profissional a Apple introduziu uma porta de saída mini-DVI que permite a ligação de um um monitor adicional, funcionando como extensão do principal.
O modelo foi actualizado em Setembro com um processador 2.0 ghz de raiz e foi adicionado um modelo com uma GMA 950, disco rígido mais reduzido e uma unidade optica “combo drive - leitor de dvds e gravador de cds” orientada para o mercado da educação, que devido à procura extraordinária e o risco de canibalização dos modelos superiores passou a estar disponível unicamente nos canais “educação” americanos.
Aspectos Negativos
Numa altura em que 1 Gb de memória já era uma configuração standard para computadores na mesma linha de preços, a opção por 512 foi bastante criticada especialmente face aos preços praticados pela Apple pelas expansões Build to order e uma dificuldade maior na substituição em casa destes componentes.
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Este texto entitula-se "iMac Core Duo" e está inserido no tema "Modelos"
Monitor TFT 15,4” widescreen
1440 x 900 de resolução
Processador 2 GHz Intel Core Duo
512 MB de memória (1 SO-DIMM) DDR2 SDRAM a 667 MHZ
Disco Rígido Serial ATA de 80 GB a 5400 rpm
SuperDrive 4x
Placa Gráfica ATI Mobility Radeon X1600 com 128 MB de memória GDD3
Uma porta FireWire 400 e duas portas USB 2.0
Aspectos Positivos
Manutenção do aspecto anterior, boa escolha de placa de video, introdução do magsafe e qualidade do monitor.
Aspectos Negativos
Limitado a 2GB de memória e a um disco de dimensões controladas, torna-se um computador que para a área a que se destina (profissionais da imagem e som) poderá apresentar algumas limitações. Introduzido num ambiente de escritório com capacidade de backup estas limitações poderão ser facilmente contornadas.
Alguns problemas relacionados com o aquecimento do teclado face à temperatura de funcionamento do processador, resolvidos co mum patch posterior.
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Este texto entitula-se "Macbook Pro Core Duoo" e está inserido no tema "Modelos"
Dimensão, qualidade do ecrã, e qualidade de construção
Aspectos Negativos
Peso, e dimensão reduzida da memória e disco na sua versão base. A sua placa gráfica com memória partilhada acab apor ser suficiente para o tipo de tarefa que se espera desta gama de equipamentos, mas no entanto apenas permite um nível ocasional de jogos e aplicações 3d. poderá ter algumas limitações com o Leopard, reconhecidamente mais visual.
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Este texto entitula-se "Macbook Core Duo" e está inserido no tema "Modelos"
A qualidade das nossas leis : Decreto-Lei n.º 56/2010, de 1 de Junho (actualizado)
E “prontos"… está o caldo entornado…
355€ para desbloquear equipamentos que custem mais de 500€ mesmo que tenham mais de 2 anos, desde que nunca tenha existido fidelização. Lindo!
Assim, uma lei que visa proteger os interesses do utilizador final… encavou-o grandemente
JPC
Esta lei visa impedir que seja cobrada qualquer taxa de desbloqueio dos telemóveis, aquando da migração de um utilizador para outro operador. O chamado SUK mas é uma treta, senão vejamos:
Pode ler-se na ANACOM referente a esta lei, estudada e aprovada pelos nossos experts:
Assim, o presente decreto-lei visa garantir os direitos dos utilizadores, facilitando a sua mobilidade, e proporcionar, também, uma maior concorrência no mercado das comunicações electrónicas.
Deste modo, em primeiro lugar, proíbe-se cobrança, pelos operadores de serviços de comunicações electrónicas, de qualquer contrapartida pela prestação do serviço de desbloqueamento dos aparelhos findo o período de fidelização.
Em segundo lugar, estabelece-se um limite ao valor cobrado pela resolução do contrato e pelo desbloqueamento, durante esse período de fidelização.
Finalmente, em terceiro lugar, estabelece-se igualmente um limite ao valor que pode ser cobrado pelo serviço de desbloqueamento, sempre que não esteja previsto qualquer período de fidelização.
Foi ouvido o ICP - Autoridade Nacional de Comunicações (ICP-ANACOM) e a Autoridade da Concorrência.
Foi promovida a consulta ao Conselho Nacional do Consumo.
Foi ouvida, a título facultativo, a Apritel - Associação dos Operadores de Telecomunicações.
Aplicações práticas do numero 4 (quando não há fidelização, para simplificar a explicação)
Artigo 2º Nr 4
“4 - Não existindo período de fidelização, pelo serviço de desbloqueamento do equipamento não pode ser cobrada uma quantia superior à diferença entre o A) valor do equipamento, à data da sua aquisição ou posse, sem qualquer desconto, abatimento ou subsidiação, e o valor já pago pelo utente B).”
Ou seja…
CASO 1) se o equipamento custa 100 na data da venda(A) e o cliente já pagou 100(B)… o custo de desbloqueio é 100-100 = 0
CASO 2) uma venda a 20 suaves prestações…
Se o A=100 e se já se pagaram 10 prestações (B=50)
O custo de desbloqueio será
100-50=50
Até aqui tem toda a lógica… mas…
CASO 3) E se o A) for aumentado para 200€ (100€ do equipamento e 100€ encapsulados pelo desbloqueio) mas se for vendido com um desconto de 50%?
Então pelo número 4, e uma vez que se usa como base o valor do equipamento antes de descontos… o cliente terá que pagar 200-50=150
Ou seja isto não dá em nada…
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Este texto entitula-se "A qualidade das nossas leis : Decreto-Lei n.º 56/2010, de 1 de Junho (actualizado)" e está inserido no tema "iSwitch"
Eis um programa português, simples, bonito, que muita gente fala. Não sei o que se passou com a Empty Factory, mas sinceramente… é um caso para se dizer…
“Realmente… temos pena!”
Deixou realmente muitas saudades este programita …
Está pela internet fora o que é o novo iphone, por isso nem vou estar para aqui a fazer copy paste de conteúdos repetidos à exaustão.
Creio que agora sim, o iphone é um telemóvel maduro, robusto, estável e extremamente rápido. Agora sim está à frente do que os fabricantes de telemóveis fazem hoje em dia. Não muito à frente como muitos defendem… mas está a frente pela combinação hardware/software.
Não é pela videochamada… é algo que usei 2 vezes em toda a minha vida… e foi suportado num computador…
Não é pela estética que quanto a mim está bem pior…
É por todos os pequenos detalhes que fazem a experiência iphone… e por causa do ecrã… bolas 980X640 em menos de 4 polegadas?!?!? o meu portátil tem 1280X800 em 13’’
Agora sim, quero um… vou dizer ao meu chefe (Zeina Bava) começarmos a vender isto.
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Este texto entitula-se "Sobre o novo iphone…" e está inserido no tema "iSwitch"
Gostei muito muito muito até aos últimos minutos… aquela cena não fácil de engulir, mas como muita gente diz, se virem de novo, e se encaixarem a ideia… é um final brilhante e possível...tão possível quanto haver fumo preto claro, tão possível quanto uma obra de ficção científica é ficção.
Aqui uma explicação linda e maravilhosa de tudo o que se passou no final: tirada dos coments daqui
Jack died on the island after fixing the “cork” or whatever, after doing whatever it was he was supposed to do. Vincent kept him company as he died. Sawyer, Lapidus, Miles, Richard, Kate, and Claire all made it back to the world and died whenever they died. Hurley went on to be the guardian of the island and Ben helped him and the died whenever they died.
So, their “common experience” on the island gave them a way to create the sideways world — not a purgatory, but a waiting area. None of them were ready to move on without one another. And, as we saw, not all of them were ready to move on — Daniel, Ana-Lucia, etc. And it also makes sense that Eloise Hawking wanted to be in the waiting room and wanted Daniel there with her. Her “knowing” didn’t make her want to leave, she had a life she wanted to experience with her son. And that’s why she didn’t want Desmond to take him.
Time didn’t matter in the waiting area. That’s why the time was always off on that side — by my count, Sun would have ended up in the hospital about 3 days after the plan landed. But, in 3 days, Locke was able to get fired, get another job as a sub, get hit by a car, get operated on, recover, get back to school, and then get ANOTHER operation? It doesn’t work.
They came together at the point that mattered most to them: Jack, when he was with Kate, Sawyer with Juliet, etc. That’s who they decided to be in the reality they jointly created.
When were they at their best? Hurley when he was with Libby, he got to experience love. Sayid’s relationship with Shannon was the time when he was just a man in love, not a former torturer who was only ever going to be violent.
And Ben when he was OCCASIONALLY a good father to Alex, at least when he was truly trying to love her. Make sense Ben wasn’t ready — he had some work to do, dealing with Alex issues, and I think he still had some other atoning to do. But he obviously spent time working with Hurley, so he lived after the island, and Hurley seems to expect to see him one day. Michael wasn’t ready because he still had to atone for murdering Libby and Ana-Lucia. Walt wasn’t there because a) he’s too tall and, b) you can argue that no one else in that group had enough of a tie to him to bring him.
I am still wrapping my head around it, and I am still not 100% comfortable with them all being dead (even though, as Christian said, everyone dies at some point). It honestly makes me sad.
They lived together and yet many of them died (or we can assume they died) alone. But they got to love each other forever anyway. I guess that’s a happy-ever-after.
Adeus Lost… I will miss you…
Sem dúvida uma série que tem que ser partilhada, discutida por pessoas que sejam tão viciados como nós...para ser relamente percebida.
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Este texto entitula-se "Lost Finale…" e está inserido no tema "iSwitch"
TFDT.ORG SMUGGI… primeiro jogo português para Ipad
Bolas, este passou-me por debaixo do pano… ou melhor do e-mail!
A equipa do TFDT.org liderada pelo João Martinho Moura conseguiu ver a sua app para iPad seleccionada para ser vendida na app store logo desde o dia zero.
É uma aplicação destinada aos miúdos, simples mas bonita e com uma música a condizer.
Pega na física existente numa App anteriormente desenvolvida pela mesma equipa (tap ball) assente num modelo de “bilhar” para fazer várias bolas, cada uma com uma imagem própria, interagir entre si, e com o ambiente que as rodeia.
Parabéns à TFDT.ORG pelo duplo feito… Talk about time to market!
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Este texto entitula-se "TFDT.ORG SMUGGI… primeiro jogo português para Ipad" e está inserido no tema "iSwitch"
E eu tendo a concordar. Ponto de vista espectacular… com um senão… Tudo o que se faz na web continua a estar disponível para usar no ipad… por isso pode-se dispensar o uso da App específica.
e pronto… matei a saudade… desmontei o mac mini :)
Começou por ser uma lentidão impossível, à qual os logs e registos não davam qualquer indicação de erro ou de mau comportamento. Estava lento.
Ao correr os utilitários de disco, detectou-se a anomalia… o SMART tinha erros… uma análise profunda revelou que era na leitura… estava explicado, estava na hora de operar.
Comprei um disquito de 500 Gb da WD, abri o bicho, substituí o interior… e porra… se deu trabalho… é preciso desmontar quase tudo para se ter acesso ao disco…
É uma maravilhosa obra de engenharia.
Depois de tudo remontado, falta instalar o Mac OS X (cliente, pois o server dá insegurança a mais com os diversos serviços a correr), e recuperar os conteúdos… que estavam numa partição à parte.
Agora aguardo impacientemente que acorde… e acompanho o processo em busca de ruídos estranhos!
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Este texto entitula-se "e pronto… matei a saudade… desmontei o mac mini :)" e está inserido no tema "iSwitch"
O meu pai pediu-me para limpar uns computadores que acabaram de ser trocados lá do escritório dele para dar a uma instituição de caridade de Manteigas.
Comecei a mexer, e assustei-me com o que vi. O meu pai trabalhou até à semana passada naquele que foi o meu segundo computador.
Um Pentium-S 166mhz com 64 mb de RAM. O rato e teclado nem Ps2 são… vieram-me as lágrimas aos olhos… O leitor de cds não conseguiu bootar a imagem do UBUNTU… por isso fiz mesmo o que me foi pedido… andei à procura das pastas do utilizador, que como sabem num windows 98 não era na pasta documents and settings, pois tal foi introduzido mais tarde.
É melhor não mexer mais…
E o meu pai trabalhava diariamente naquilo… (só texto, claro) e segundo ele… aquilo chegava e sobrava… nós somos mesmo mimados!
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Este texto entitula-se "Ontem tive um encontro com o passado…" e está inserido no tema "iSwitch"
Ontem pedi ao pessoal da Zwame para me escolher o melhor hardware/software que 1099€ podem comprar no mercado Do-It-yourself para substituir, em termos de funcionalidade, um Imac de entrada de gama.
Podem ver Aqui os resultados, que me deixaram bem agradados.
A equipa de “criativos” entrou bem no esquema da proposta de valor da Aple e começou por escolher o que o imac tem de melhor… um ecrã IPS de 23’’ de excelente qualidade e preço.
Pegando no restante valor, e sabendo que all-in-one é impossível no mercado DIY, a equipa optou por escolher um rato e teclado wireless de excelente ergonomia, e usar o restante em hardware com mais “powa” do que o existente no Imac, mantendo sempre a atenção ao silêncio como ponto de decisão.
Não criámos um avião, mas creio que contribuímos para esclarecer quem tem dúvidas sobre que tipo de máquina poderá comprar com a mesma ordem de grandeza de valores e com os mesmos objectivos finais.
Isto tudo surgiu-me na cabeça simplesmente porque, tal como tudo na vida é cíclico… e sinceramente estou farto do it just works.
Não estou farto no sentido de farto… estou farto de… não mexer no ferrinho.
Tenho saudades dos tempos em que tinha a caixa do pc aberta por baixo da mesa para um melhor arrefecimento, de adicionar e retirar discos rígidos, substituir a placa gráfica e verificar os ganhos brutais de desempenho que se conseguia com esta alteração. Estou farto de não aparafusar uma motherboard à caixa, de experimentar os jumpers, e configurar uma bios para o desempenho óptimo.
Não tenho saudades da instalação e configuração do windows XP, mas pelo que tenho lido, o windows 7 está anos luz de distância deste, com o nível de estabilidade e segurança de um Macos x Leopard. Que cena… nunca pensei estar farto mas estou farto das linhas assépticas da Apple… o design perfeito, o aspecto maravilhoso…
Eu sou homem de Ford GT, não de Rolls Royce em que era proibido abrir a caixa do motor excepto nas oficinas concessionadas, pois alguém que visse de fora poderia pensar que havia algum problema no motor…
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Este texto entitula-se "Alternativa a Imac de entrada de gama" e está inserido no tema "iSwitch"
Alterações ao esquema de licenciamento para developers da Apple
Ora aqui está algo que vai por muita gente a falar…
O esquema de licenciamento de developers da Apple para o iphone é muito simples. Pagas 99usd por ano, e tens acesso a tudo… inclusivamente à possibilidade de vender os teus produtos na loja Itunes.
O esquema de licenciamento de developers da Apple para o iphone era uma confusão. o ADC tinha vários níveis com acesso a diferentes “ofertas” que incluiam descontos na aquisição de hardware, licenças completas de software (como por exemplo do MAcosX Server para equipamentos de teste- ou seja para não ser usado em ambiente de produção) e com custos que variavam do gratuito com simples acesso ao xcode, ao premium com uma assinatura de 3.455usd que incluía descontos no hardware, licenças e bilhetes para o evento mac em LA.
Agora tudo mudou…
Foi adoptado um novo esquema de licenciamento que funcionou perfeitamente no iphone. 99 usd para acesso a tudo… filmes/tutoriais, software experimental, tudo!!!
Ainda não está claro o que aconteceu aos descontos para aquisição de hardware, às licenças de software como a do macos x server, etc.
Este esquema, quando comparando com a versão iphone, deixa de fora a possibilidade de se vender via App store o software desenvolvido… mas até quando?
Toda a gente sabe que instalar uma aplicação em mac (na maior parte dos casos) passa apenas por copiar uma pasta para a directoria Aplications… ora isto é algo que até o itunes consegue fazer.
Será que vamos ter novidades nesta área… eu por mim… sou todo a favor!
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Este texto entitula-se "Alterações ao esquema de licenciamento para developers da Apple" e está inserido no tema "iSwitch"
A Microsoft corta com o passado e faz o meu próximo telemóvel… mas isto é lindo!
Dando corpo ao Less is more de uma forma absolutamente espectacular, substituindo o WMobile por algo do tipo Zune, introduzindo uma série de novos aspectos do GUI, muito muito simples, sem sombras, sem brilhos, sem icones, com uma linda linda linda interface que é uma ode à Tipografia moderna, onde os menus, as entradas, o conteúdo, é rei…
Automatização de processo de sincronização de conteúdos digitais, i.e…TV Torrents sempre actu
O grande Sérgio Ramos, num comentário à minha anterior divagação sobre o Plex colocou um verdadeiro “How To” para se ter sempre as últimas versões “daquela” série…
Tomei a liberdade de o transcrever para aqui!
Como sempre, nós por esta casa não somos apologistas de utilizar conteúdos não autorizados descarregados da NET, especialmente quando já há alternativas como o MEO que possibilitam comprar séries como o LOST no dia a seguir a que passa nos EUA.
Fica por isso este tutorial para utilizar no estrito cumprimento da legalidade…
Vou tentar fazer um texto como deve ser a explicar o funcionamento:
1. Fazer download do TV Shows: http://sourceforge.net/projects/tvshows/files/TVShows/TVShows 0.3.4/TVShows_0.3.4.zip/downloadhttp://deathtobunnies.com/tvshows/
2. Instalar e iniciar o TV Shows
3. No TV Shows, do lado direito na barra, está um botão de preferências. Aí pode ser configurado a regularidade das actualizações dos torrents, a qualidade dos downloads (aqui presumo que escolhas 720p), e o local onde armazenar os torrents.
4. Escolher as séries que quer seguir. Vamos escolher, por exemplo a série “Bones”. Na lista, encontrar “Bones” (ou pesquisar) e carregar em Subscribe. Depois surge uma janela em pop-up onde podemos escolher se queremos começar pelo próximo episódio a ser seguido, ou por algum em especifico. Se, por exemplo, escolher-mos o episódio 9 da season 5 ele vai sacar o episódio 9 da 5ª season e todos os próximos. Clicamos em OK, e de seguida fechamos o programa. Depois disto o nosso programa de torrents default (neste caso o Transmission) abre e começa a sacar aquilo q tínhamos pedido.
Agora, vamos ensinar o Transmission a organizar os downloads das nossas series:
1. No Finder, no sitio onde tens todas as tuas séries, criar uma pasta com o nome “Bones” e, dentro dessa, uma com o nome “Season 5”.
2. Abrir o Transmission.
3. Nas preferências:
- Secção Transferencias:
1. Assinalar a opção “Mover arquivos .torrent para o lixo”.
2. Caso tenhas a opção de mostrar a janela de opções ao adicionar, selecciona a opção “Só ao adicionar manualmente”. Assim ele não te vai perguntar nada dos torrents que vêm do TVShows.
- Secção Grupos:
1. Seleccionar uma cor livre.
2. No nome do grupo escrever “Bones”.
3. Seleccionar o local personalizado: Bones/Season 5
4. Assinalar a opção “Atribuir grupo a novas transferencias por critérios”.
5. Editar os critérios: Na primeira barra, seleccionar “Todos”. De seguida adicionar uma linha. Na primeira linha: Nome + Contém + “Bones”, e na segunda linha: Nome + Contém + “S05”. Clicar OK.
Com este processo, aplicado a todas as series e temporadas, não vai ter mais nenhum problema com series. Tudo organizado, e em 99% das vezes ele saca a release correcta.
É um mimo… para sacar… por exemplo… os golos do benfica da temporada 1960-62
Um grande obrigado Sérgio!
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Este texto entitula-se "Automatização de processo de sincronização de conteúdos digitais, i.e…TV Torrents sempre actu" e está inserido no tema "tutoriais"
PLEX- Finalmente uma Solução com que me identifico
Finalmente optei pelo PLEX. Andei, andei, andei, tentei, tentei… mas não dá… Há inconvenientes demais em usar 100% o que a Apple nos oferece.
Optei pelo PLEX pois era o que tinha mais referências… e olhem que mesmo assim há coisas que não consegui fazer… como mudar para graus centígrados, e a interface para português… But I don’t care. FIca para mais tarde.
A instalação correu normalmente como em todos os programas do mundo da maçã… copy paste de um icone do sítio onde veio, para o sítio onde o queria… et voilá.
Arranquei, e comecei em busca dos meus videos… perdi 2 horas à procura da forma como adicionar os conteúdos… e olhem que não sou loira… As fotos e as músicas ele faz uma chamada directa ao itunes e ao iphoto, dando a liberdade de adicionar outras fontes.
Agora e meter os filmes?!?!?… fartei-me de dizer asneiras, e a mentalidade por detrás da coisa não tem sentido nenhum.
É um sistema perfeito? Esqueçam…
Algumas das entradas do meu tem duas opções… clicando em cima faz uma coisa, carregando para a direita dá outra coisa completamente diferente… WTF is this!?
E adicionar os filmes e as séries???? Clicava na opção “Watch movies” e aparecia-me uma mensagem de erro a dizer que não tinha indexado qualquer conteúdo e para ir ver à ajuda…
Ia ver à ajuda e lá indicava para carregar na opção “watch Videos"… e eu ia para a opção “Watch tv series” porque era o que eu queria ir ver… e não “Watch Videos”. Ora quando clicava no botão e era levado para um ecrã preto com a mensagem de erro acima descrita… procurei tudo, mexi em tudo, tentei de tudo… até que me lembrei de ir ver mesmo à opção “ Watch Videos"…
Boa… Música, Fotos e Vídeos...Só mesmo no “Watch Videos” é que constava lá a dita opção de add source. E a partir daí foi fácil...demorado para indexar tudo, pois tenho para lá muitas coisas, mas foi fácil.. resta-me apenas rever tudo a ver se está ok, pois algumas coisas não foram encontradas aparentemente.... but that’s the easy part.
Porque é que não aparece a opção de add sources quando se selecciona “watch movies”, ou “watch TV series” beats me… creio que ficava feio… mas então porque não acrescentar uma opção única de adição e indexação de conteúdos? Uma entrada no menu que fosse Add Content. Abriria o “explorador” onde se poderia escolher a pasta e fazer o set content, com todas as opções… filme, tv show, home movie (sem scrobbing), música e fotos.
KISS people.
Isto tudo deu-me vontade de experimentar os outros… ou pelo menos ver se encontro algo para fazer o download dos eps assim que saem … acho que o boxee faz isso
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Este texto entitula-se "PLEX- Finalmente uma Solução com que me identifico" e está inserido no tema "iSwitch"
*update*
Bem… a BlockBuster está à beira da falência… lá se vai o aluguer de BRay. :(
Bom.. morte não mas que não vai muito bem, não vai… deixem-me explicar…
Como sabem (ou não) devido à minha condição de neo-libertino/divorciado tive que voltar para casa dos pais… que entretanto tinham renovado a tv familiar… e claro, levei comigo a PS3 para a minha diversão…
O que se passa é que instalei a PS3 ligada ao televisor Samsung com 1080p… perfect match… tudo reconhecido, tudo impecável… os jogo ficam bem, e os filmes… bem… fui a dois videoclubes da minha zona e simplesmente não há filmes em Blue Ray para alugar!
Segundo os representantes das lojas, simplesmente não existe mercado para BluRay. Não é que nunca tenham tido filmes em BR… já tiveram, mas os que tiveram, simplesmente não eram alugados… ou melhor… as pessoas alugavam e depois, simplesmente voltavam ao velhinho dvd (normalmente alugado a um preço um pouco mais baixo).
Sabendo que a Fibra Optica está aí, não pelas velocidades de download que são mais que suficientes, mas as de upload dos nossos vizinhos… eu costumo dizer que “quero que toda a gente tenha fibra optica!!!… para eu sacar mais depressa … o que me faz chegar a outro ponto…
Na net há cada vez mais conteúdo de alta definição, mas é de 720p na maior parte das vezes… digamos, na totalidade das vezes, pois corresponde a gravações de emissões de alta definição, ou seja 720p na totalidade das vezes.
Assim, sendo, e sabendo que a nova luta de standards já começou nos ecrãs (a luta pelas imagens 3D, e correspondente necessidade de espaço de gravação apesar do BR ser suficiente para 720p a 3d)… onde raios é que vou conseguir encaixar os 1080p da minha PS3?!?!?!
Não compro meios físicos, não posso alugar pois não há, as emissões não chegam lá, e as gravações disponíveis na net também não… que raios posso eu fazer?!?
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Este texto entitula-se "A morte do 1080p? *update*" e está inserido no tema "iSwitch"
Front Row+ Itunes+Perian+Legendas = “Branca de neve” by João César Monteiro…
Intro
Pois… quem não se lembra desse mega hit do cinema nacional, dessa obra incompreendida, mal interpretada por todos, com um custo brutal para os cofres do Estado Português?
Nela éramos brindados com um ecrã preto no decurso do filme… basicamente em todo o filme.
É isto que acontece quando se tenta ter um media center perfeito, assente nos componentes perfeitos.
Componentes
Mac mini em segunda mão
Mac OS X (server no meu caso) com Front Row
Codecs necessários: Perian e flip4mac
Itunes
iflicks
Componentes ao detalhe
Mac mini em segunda mão
Já muito escrevi sobre este meu novo brinquedo… e quanto estou satisfeito com ele… baixo consumo, espaço qb, capacidade optima, e aspecto exterior fabuloso… não me canso de olhar para o led quando o bixo está em sleep… o efeito “Pulsar” é mesmo calmante.
Mac OS X (server no meu caso) com Front Row (FR)
Nada a dizer sobre o sistema operativo. super rubusto, mega funcionalidades. Tem o Front Row disponível para se utilizar como media center… simples bonito e carregadinho de informação… O Front Row está sempre emparelhado com o itunes, e tudo o que está catalogado no itunes é soberbamente apresentado no FR. sinopeses capas, etc.
Codecs necessários: Perian e flip4mac
Perian permite ver quase tudo o que é codec com o Quicktime. É espectacular, e gratuito. Suporta quase quase tudo, inclusivamenete legendas. Com a última versão do FR a Apple estragou o suporte de legendas, e só mesmo na última versão é que o Perian conseguiu dar a volta e através de um hack conseguiu recuperar esta facilidade. Não ficam bonitas, nota-se bem que o contorno das legendas fica mal desenhado no ecrã… mas recuperou as legendas… e isso é suficiente…
O hack consiste na sobreposição das legendas mudando a opacidade deste “canal” tornando o fundo transparente.
itunes
Há dúvida? Uma mega framework de gestão de conteúdos, de organização e de arquivo de tudo o que é informação com metatags ilimitados.
Mais… esta framework permite guardar toda esta informação num ficheiro único, do formato .mov com tudo o que é preciso saber sobre o conteúdo.
Ao contrário dos Mkv, AVI e afins, que necessitam de uma base de dados à parte, já que não suportam “metadados”. Esta solução é a usada no PLEX, XMBC e afins, que emparelham o conteúdo com uma base de dados extra para os conteúdos.
VAntagem disto? é simples… Se do ponto de vista de quem produz o conteúdo, sabe que o DRM é possível de usar com eficiência, do lado do utilizador permite partilhar um conteúdo com vários meios autorizados (desktop, portátil, Apple TV, iphone) sem ser necessário qualquer sincronismo de bases de dados… que quem já trabalhou com isto… sabe a confusão que é.
iflicks
Mas se há coisa que o itunes tem em falta é, à semelhança do que faz com a música indo buscar as metatags das faixas à internet, catalogar e ir buscar à net a informação sobre o conteúdo de video a ser exibido. É aqui que entre o iflicks. Porquê este e não outro qualquer? porque foi o primeiro que eu usei e serviu-me plenamente.
Com uma interface porreira com drag’n’drop, com pesquisas rápidas e bastante certeiras dos conteúdos, com umas 7 opções de encriptação do conteúdo, esta aplicação pega no ficheiro original e oferece-se fazer:
1- Criação de um ficheiro tipo mov com apontador para o ficheiro inicial, onde são introduzidas todas as meta tags.
1b- Conversão do ficheiro para Mov
1c- conversão para apple tv
1d- conversão e re-scaling para iphone/pod
1e- Conversão para mov 264 com 720p
1f- conversão para mov264 com 1080p
2- Importação e catalogação dentro do itunes.
e daí?
Consegue-se ter toda a videoteca agrupada, arrumada, catalogada, plenamente dependente de software Apple.
Vantagens face a um PLEX/outro?
Usar o FR parece-me vantagem suficiente; o sistema de catalogação do iflicks tb é muito mais user friendly pela minha experiência: importa, converte, agrupa, cataloga e ainda podemos apagar o ficheiro original tudo de uma vez...e uma vez que sou burro e sinto-me sempre perdido nos plex, XBMC e BOXEE (e já os experimentei aos três)...Além disso depois de empacotado fica tudo controlável a partir do apple remote, sim aquele para loiras, ou mesmo da aplicação remote para iphone/ipod touch/ipad.
Como desvantagem a apontar, pelo que tenho lido a conversão de formatos HD não é perfeita, e partindo de um ficheiro HD perde-se um pouco de qualidade com drop frames ocasionais, coisa que não acontece com um plex (por exemplo) já que o filme é visto a partir da sua versão original… e o iflicks é pago.
Recomenda-se?
Se forem Apple addicts como eu, sim. Se forem media addicts e conseguirem uma ajuda no setup inicial de outro software… tenho dúvidas. Creio que será loirice minha mas nunca consegui mexer nestes software adicionais. E como o FR está plenamente integrado com o itunes e o iphoto… tenho as minhas músicas, fotos e media disponíveis sem catalogações adicionais em aplicações terceiras.
Problemas que me fizeram escrever este post
Como disse o iflicks cria um “container” .mov dos conteúdos. Quando temos legendas ao barulho o perian faz o seu hack que falámos inicialmente.
Pois se ler os filmes a partir dos ficheiros originais e directo com o FR… quando temos este passo intermédio, acabamos com várias versões do Branca de Neve do João… com vários audios diferenciados.
Não há workaround para este problema… mas… a equipa do iflicks e do Perian já estão a tentar resolver o dito sem hacks. Até lá… façam como eu… usem -se dos 12 anos de inglês que tiveram na escola, e prendam a atenção toda no ecrã… em vez de prenderem nas letrinhas brancas que passam por baixo.
Ou então… instalem o Plex
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Este texto entitula-se "Front Row+ Itunes+Perian+Legendas = “Branca de neve” by João César Monteiro…" e está inserido no tema "tutoriais"
Expression engine 2.0 em versão Beta e disponível para testes.
Este é o motor que dá vida a este meu blog.
É um CMS extremamente competente, com um template system muito fácil de trabalhar com {smarty tags}, e com uma capacidade incrível de cruzar informação. É pago, saiu-me do bolso, e acabou de sair a versão beta do 2.0.
Compensará realmente o upgrade… num sei, mas que é bunitu… é!
Mas este filme revela bem o que vai na mente de toda a gente… que não tem um palminho de testa na cabeça… por 500€ queriam um iphone deste tamanho? um macbook? WTF… não percebo nada desta gente… Eu gostei, e pondero seriamente comprar um … só pelo potencial que esta coisa pode vir a ter em modelos de subscrição.
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Este texto entitula-se "Ipad… tal como eu previ… um ipod touch macro" e está inserido no tema "iSwitch"
O conceito não é novo. Estamos a falar de um MID, a a intel já previu isto
O problema é que os mids nunca vingaram… e nada nos diz que chega a Apple, com os seus equipamentos carotes… e?!?…
Mas como já disse por aqui… isto é a melhor coisa que a Apple tem para fazer. Pegar em algo que já existe e começar dos basics com efoque no Interface de utilizador… (Iphone anyone??)
Depois há outra coisa que raramente nos lembramos.. Conteúdos!… Um tablet de 10’’ vai ser um concorrente directo com o netbooks, mas apenas em termos de ecrã. E muitos experimentaram os netbooks e desistiram porque fica tudo pequeno, ou em última análise, com scroll vertical e horizontal.
Ou seja… não há conteúdos previstos para este formato, e pior, os que há ficam tão pequenos que ou são ilegíveis, ou então, impossíveis de usar para um controlo via touch… Por outro lado as edições online das revistas a pagantes são um fracasso pois não são portáteis… para ler quando se tem tempo (sim, na sanita também)… e ninguém quer ler a time sentado em frente a um computador. Mais… o utilizador detém-se ao assinar a time quando já é assinante num outro site de notícias, que ou já se esqueceu da pass, ou não sabe que cartão de crédito meteu “na ranhura”, ou finalmente não assina simplesmente porque não tem pachorra para ir ver se já saiu um novo número da revista.
Wellcome to Itunes store.... Uma loja com gestão de assinaturas e download automático com DRM para se criar conteúdo específicamente talhado para este islate com multitouch com a garantia que todos os leitores são iguais (em dimensão de ecrã e em hrdware specs).
Mas mais uma vez a Apple está um passo a frente… e só posso dizer uma coisa…
Sai uma Gina em formato electrócnico com multitouch aqui para a mesa do canto!
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Este texto entitula-se "Considerações sobre o “Islate”" e está inserido no tema "iSwitch"
Há dias fui ao cinema ver o AVATAR em 3d. Armado em totó não comprei os bilhetes com antecipação. Quando cheguei ao cinema, além de estar esgotada a sessão que eu pretendia, estava uma fila do caraças.
Como não me apetecia ir para casa sem ver o raio do filme, aproveitei, e comprei um bilhete para a sessão em 2d.
Gostei bastante do filme, aliás, gostei tanto, que o 3d me tinha ficado atravessado… por isso… não resisti a um impulso de última hora… e ontem fui ver a versão 3d. Eis o que resulta do confronto.
Escolhi o mesmo cinema, mas desta vez, fui bastante cedo comprar o bilhete oa ElCorteIngles. em ambas as situações, os lugares não eram marcados, e como cheguei em cima da hora à sala, contentei-me com um lugar na terceira fila, mas bastante central.
Falando um pouco do filme, a história é simples. a tradicional história do Romeu e Julieta, com o twist romanesco em que o tipo tem um objectivo de destruição e acaba apaixonado pela rapariga da família contrária, originando um conflito de vontades entre o que lhe foi pedido inicialmente, e aquilo que ele acaba por ser no fim.
Mas não é a história que conta. Reza a crónica que o filme demorou 17 anos a fazer, simplesmente porque não havia tecnologia para o fazer.
Bem… na realidade, o filme é uma pura demonstração técnica do que se consegue fazer hoje em dia em Computer Graphics. E é uma puta duma demonstração.
Consegue-se criar um mundo alternativo totalmente virtual tão credível, com alterações físicas tão subtis (noção de escala das personagens, ou simplesmente uma força de gravidade inferior...), ou seres tão detalhados resultantes de cruzamentos de espécies terrestre, que tudo o que se vê, desde os bichos, aos equipamentos bélicos que aparentemente pesam mais do que 300 Airbus A380 que voam… que tendencialmente… acreditamos.
E é isso que este filme tem de bom, bolas de excelente… é fácil acreditar...nas árvores, nos bichos, nas ervas que são sensíveis ao toque, nas nuvens, até no raio das montanhas Aleluia, as célebres montanhas suspensas onde quedas de água caem… mas em vez de cairem no infinito até se perderem de vista, simplesmente dispersam-se no ar gerando uma neblina constante, por efeitos de uma total ausência de gravidade… sim, a mesma sustenta as montanhas no ar… É este o tipo de pormenor que empresta credibilidade a tudo o que vai desfilando no ecrã.
Depois de isto explicado… eis aquilo que me traz a este post… o confronto versão 2d e versão 3d.
A versão 2d é soberba. A sala ajudou, creio que de ecrã digital (agora já não tenho presente), permitiu-me desligar o cérebro, e optimizar a “suspension of desbelief” que se pretende ao ver um filme… ou seja suspender a ideia de que estamos a ver algo que não existe.
A versão 3d é mais rasca. Poluída com efeitos 3d totalmente desnecessários como “mosquitos” numa cena nocturna, ou cinzas a cair de forma pouco “natural” um pouco por todo o lado causando uma poluição visual execrável. Depois as legendas, sobrepostas, passam a ser a personagem principal. Como não têm 3d… são o primeiro plano… sobrepondo-se mesmo às letras do filme.. nas cenas de videoblog… Kudos à tentativa da equipa que as montou em tentarem usar a localização das mesmas em diferentes sítios para evitar a sobreposição com outros elementos de texto… mas isto causou pelo menos uma situação insólita em que as ditas legendas… ficaram quase no centro do ecrã!!! ridículo.
O que o 3d oferece à cena é pouco, excepto nas situações em terreno aberto, onde uma profundidade de campo maior, ajuda a contratar mais os afastamentos dos objectos. Isto é notório logo no princípio quando o nosso herói acorda do sonho numa nave cilíndrica onde se nota bem o seu comprimento.
Nas cenas “compostas” pelo computador percebe-se, nas cenas de interior, com menor amplitude de profundidades… gera alguma confusão visual.
Assim ganha-se nas cenas de voo… que ficam soberbas, lindas, perfeitas (adorava ver um filme da segunda guerra mundial com isto, ou um TOP GUN)… mas que constituem 0,4% do filme.
De resto, a perda de nitidez de imagem, inerente à utilização de uma técnica que ainda não é perfeita, dependente de óculos, que interferem na “visibilidade” e sobretudo no conforto… aliado a um custo superior… simplesmente não compensa.
Assim, se ainda não viu o AVATAR vá ver. Se estiver indeciso entre 2d e 3d… não pestaneje e veja a 2d. Se quiser mesmo a 3d… então vá ver, e embarque numa nova experiência… depois logo aluga a versão 2d em BluRay… e arrepende-se de não a ter visto no cinema como deve de ser.
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Este texto entitula-se "Avatar 3d vs. Avatar 2d" e está inserido no tema "iSwitch"
2010 vai ser um ano bom para nós, os gadget lovers… vamos assistir a mais um hit da Apple… ou não? estaremos preparados para um iSlate, onde a iniciativa windows/PC tablet fracassou? será o ano do Linux no desktop… mais uma vez? será que eu vou comprar um imac ?
Para nós resta acompanhar, olhar, observar e absorver o que este admirável mundo tem para nos oferecer… e brincar com tudo o que existe para brincar…
JPCarvalhinho
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Este texto entitula-se "Bom ano de 2010" e está inserido no tema "iSwitch"
Arrnajei uma cópia daquelas de teste, e estou a avaliar o custo benefício desta solução para o meu mini.
Confesso que não li nada sobre o assunto, e fui confiante que o meu conhecimento da coisa e a típica facilidade de uso do MACOSX… no fundo no fundo.. queria apenas dizer… estive lá.
A instalação foi super fácil. A configuração inicial, super fácil. Rapidamente criei uma conta de user normal, e tinha (para meu espanto, pois pensei que não seria assim) todas as ferramentas do MAC OS X de cliente disponíveis… inclusivamente o Front Row…
... Consegui o básico sem problemas… home sharing no itunes, AFP (servidor de ficheiros), e a minha querida área de backup de time machine.
Depois comecei a querer esmiuçar a coisa.
Para já deparei-me com uma situação caricata. Um vizinho meu tem um linksys aberto para quem quiser. É coisa rara hoje em dia, e, ao contrário do que se pode pensar… é um problema. É que sobrepõe-se sempre À minha ligação doméstica, e a gama de IPs é totalmente diferente… Já tive na consola de gestão do linksys do vizinho, usando a pass habitual admin/admin, mas contive-me de lhe dar uma valente dor de cabeça desligando o wireless ou metendo uma pass…
Depois de lutar com problemas em detectar o servidor (tinha-se ligado à rede errada), criei um novo “local” nas prefs das connections, alterei o IP para ser fixo, na máquina e no router. E pronto… começou a dor de cabeça. A partir daí nunca mais consegui ligar a coisa. Ora era detectava, ora não… resolução… em vez de criar um novo local… tive que copiar o existente (DHCP) e alterar para IP FIXO… ufa
Depois vem a gestão remota…
- O Transmission tem um servidor HTTP para fazer gestão remota… não funciona… tenho que mexer nas portas
- O Iphoto para o qual exportei/importei as fotos… não guardou um único metadado
- Reparei que a imagem não estava bem dimensionada, o habitual de ligar a uma televisão… foram mais de 2 horas a mexer, a alterar, a brincar com as definições, a procurar hardware… a procurar software… até que peguei no comando da tv… e alterei o racio de apresentação… NOOOB!
- Acesso remoto- Pelo que tenho lido o acesso remoto exige uma ligação ethernet pois está associada sempre ao mac adress da eth0. Alguém me confirma isto?!?!
Continuarei a postar aqui o que fiz, e o que vou fazendo…
Para já, estou super satisfeito… foi um bom Natal!
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Este texto entitula-se "MAC OSX Server - dúvidas, dúvidas, dúvidas." e está inserido no tema "iSwitch"
POrque a PS3 como media center é um fail?! (no meu caso pessoal)
Como é patente pelos últimos posts, desisti de usar a ps3 como media center. acho que vale a pena dizer porquê, para que não pensem que sou um pinga-amor pela Apple.
Eu tentei.. confesso que tentei…
Então deixem-me começar pelos pontos positivos:
1 -BluRay
2- Jogos
3- Interface
4- Estética exterior/hardware
5- Streaming de video
O BluRAY é um must, pelo preço que custa, pelo que tenho lido tem uma grande qualidade (se bem que há alguns filmes BR que ficam com grão… o que é estranho)
Jogos… que qualidade gráfica invejável. mesmo para quem está habituado a jogar num pc.
A interface é um ponto positivo. É bonita, arrumadinha, rápida a carregar e bastante completa em configurações.
A SLIM é bonita, mas o preto lacado da minha… upa upa… fica mesmo bem com as colunas que eu quero.
E agora os pontos negativos:
1 - BluRay
2- Jogos
3- Interface
4- Estética exterior/harware
5- Streaming de video.
- Já o tinha dito aqui… É entre o difícil e o impossível arranjar filmes BR de jeito para alugar… envolve uma deslocação a um sítio longínquo (duas vezes, a levantar e entregar, normalmente de um dia para o outro), e a oferta ainda é tão reduzida… que dou por mim a querer alugar o top gun.
- Não compreendo como se pode afirmar que os preços dos jogos são elevados por causa da pirataria. 70€ pelo Uncharted 2 é demais...e na PS3 não há pirataria… é um ponto menos mau apenas porque conheço muita gente com ps3… e vou ser pior do que um indiano a vender flores à noite… “quero jogo!?"… “Assassins creed2!"… eo install inicial?!?! ontem emprestaram-me um do tom clancy e o tipo demorou mais de meia hora no install inicial.. quero o meu pc de volta!
- É pah… a indexação/tag de conteúdos é algo magnífico. mas navegar em sub menus para os usar… esqueçam… meti os meus 66.000 mp3 na bicha… para organizar por autor...tenho que ir a um submenu disponível carregando num botão adicional e entrando num workflow diferente. mas depois para escolher o disco… tenho que navegar por todos os discos,de todos os autores, um-a-um até chegar ao que eu quero… valha-me Deus!
E a utilização das pastas é tão demodé… tantas vezes que eu ando a bater com a cabeça no comando porque ando a navegar na árvore de directórios de um disco externo em busca de uma música… e estou na tab do video… logo nada me aparece, e eu meto em questão sequer que o disco está a ser lido!? Devia aparecer todo o conteúdo, e ao esccolher lançaria a subrotina do video, ou da música, com um icone diferente…
- Este está aqui só mesmo para ficar igual ao anterior… é que é mesmo bonita… pronto...talvez um bocadinho grande.
- Pois… é que não faz mais nada… nem btorrent, nem acesso remoto, nem sequer partilha do conteúdo para outros “media players"… é algo tão simples, e a norma DLNA já está prontinha para isso,e já está disponível para a PSP!… já faz de “incoming”, mas é incapaz de o fazer de outgoing.
Estas são as minhas queixas no que toca à PS3… e que infelizmente, deitam por terra o meu plano de a usar exclusivamente para media center.
É uma pena… e é tudo problemas de software/conteúdos… ou seja, facilmente resolvíveis.!
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Este texto entitula-se "POrque a PS3 como media center é um fail?! (no meu caso pessoal)" e está inserido no tema "iSwitch"
Bem… depois de tentativas preserverantes de usar a ps3 como media player, depois de discos, upgrades e pesquisas na net… encontrei um bom negócio.
Um mac mini Core2duo 1.83ghz, 4 Gb de memória e 500GB de disco (alteração do antigo dono), ainda na garantia (invalidada pelas alterações anteriores mas who cares), um rato wireless dos antigos e um ratito logitech BT… tudo por menos de 400€… porque não sou uma prostituta fina… e contento-me com computadores baratitos e coisas em segunda mão.
Como sabem estou em casa dos meus pais, temporariamente a gozar da estadia, que é como quem diz, cama, comida e roupa lavada. Mas não tem rede interna coaxial, por isso terá que ser tudo feito via wireless.
Borrifei-me para a net ZON (que mantinha apenas porque o meu pai é zon convicto), mudei para ADSL do sapo que com DDirecto e FElectrónica oferecem downloads totalmente ilimitados, e isso pede um cliente de Bittorrent sempre ligado… a sacar… err… releases de linux… algo que a ps3 não tem
-Pede também algo com gestão remota… algo que a ps3 não tem sem ser com a PSP
-Pede ainda algo com uma inteface gráfica simples, bonita e integrada… algo que a PS3 tem…
-Pede um servidor web com php e mysql...algo que a ps3 não tem
-Pede ainda um servidor de conteúdos, para poder ouvir no meu portátil os conteúdos lá arquivados… algo que a ps3 não tem
-Pede ainda uma forte escalabilidade… algo que a ps3 não tem
Bem.. não é bem a net do sapo que pede isto… sou eu.
O que isto tudo pede é um mac mini. COmprei
Já comprei o adaptador e cabo hdmi
Vou comprar o cabo para passar som (toslink)
A agora surge a dúvida… Ligo à televisão, ou fico com ele para brincar mais um pouco… e neste caso… alguém me empresta um monitor? pode ser um cinema display!
Acho que vou passar o Natal sozinho em casa...por falar em sozinho em casa… este ano o Sozinho em casa 2 passa na SIC.
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Este texto entitula-se "MAc mini in da house." e está inserido no tema "iSwitch"
PS3 com disco de grande capacidade para media center/server/whatever
Comprar um disco novo é uma porra… não pelo fato de comprar em si, que é bastante simpático, e que culmina com o sair da loja de informática e pensar… bem… para onde é que este ia mesmo?
Não por não saber o que fazer aos discos… no way… mas é porque a aquisição de um disco nunca é o fim em si, mas sim um meio… Vou explicar com o que se passou hoje.
Comprei um disco de portátil com 500 GB… para a PS3...bem não é bem para a PS3… mas também é… que raios…
Bem… vamos por partes… O disco de 500 GB vai para a caixa externa, que assim libertará um de 250 GB que irá para dentro da PS3. Ora aqui está!
Ora primeiro que tudo meti o disco na caixa, liguei ao meu mac, criei uma partição de HFS para backups e uma de FAT32 para andar com conteúdos para a frente e para trás.
Fiz o primeiro time machine, e meti as minhas músicas e fotografias todas para a outra partição… levei para o trabalho e meti mais as músicas e fotografias que tenho por lá no computador do trabalho… espectáculo…
Ok… all systems are go para a PS3… pesquisei na net, vi n tutoriais a dizer quão fácil era mudar o disco, e meti mãos à obra. O processo em si é realmente fácil.. mas quando liguei a ps3… “não foi encontrado o sistema 3.1 e o raio que o parta"… introduza meio físico com esta informação e volte a ligar esta coisa.
Fui para a net, procurei, e encontrei no site da PS3 o download da versão 3.10. meti no disco de 500 Gb, na tal segunda partição de FAT32, e criei a estrutura de pastas Discoexterno>ps3>update>ficheiro descarregado e aqui vai disto…
Liguei à PS3 e vamembroa!… arrancou, detectou, formatou e configurou… tudo 5 estrelas…
Chegou a hora de passar as músicas todas e as fotografias do disco externo para o interno… liga-se o disco externo e… e… e… nada… o MF não é detectado em lado nenhum… no pictures, no music, no backup de jogos no nada… fuck…
Vou mas é dormir.
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Cambada de incompetentes… regarding to PS3 as a server
Porra… mas em que parte do mundo é que “ler conteúdos” a partir de um servidor de multimédia (dlna, upnp) transforma a PS3 num “media server”?
God damn… where in the world does “reading media files streamed from a computer over a network” make a PS3 a Media Server???
I just want to do the reverse… use my PS3 as a file/media/mail/web server that I can access from my computer, or anywhere in the web… The classes and code must already exist, because PSP uses them on the remote access…
Sapo Pond… mais uma da equipa do Codebits da SAPO (updated)
Vi no blog do iPhill uma alusão a algo que já conhecia mas nunca mais me tinha lembrado… o Pond. Isto é um serviço oferecido pelo SAPO que agrega numa timeline única as redes sociais mais famosas do momento… twitter, facebook,youtube e claro os sites do SAPO ou qualquer RSS feed, todas elas transformam-se numa só, numa linha temporal única.
Uma interface simples e linda de morrer, uma arrumação cuidada das opções, uma navegabilidade, arrisco-me a dizer… perfeita (até dá para saltar entre mensagens com o teclado...carregando no “?” obtemos uma ajuda… parece que está tudo pensado!
Depois temos a área dos contactos, onde além de listar os diversos contactos das várias redes sociais todos integrados, permite ainda concatenar um ou mais contactos da mesma pessoa num icone só, unificando a lista de contactos.
Depois não chegava correr perfeitamente num browser, ou ter uma versão mobilie browser dedicada igualmente bonita, a equipa do Sapo, que nos trouxe já por duas vezes o codebits, esmerou-se e criou três versões para as plataformas móveis do momento, iphone OS (esta ainda fechada… talvez porque a TMN não tem iphone), para equipamentos NOKIA e a para o Android OS, plenas de capacidade e funções… tudo com o mesmo aspecto limpo e cuidado.
Para quem não está habituado a ver bom software em português… acho que podem pôr aqui o seu ratinho… devagar devagarinho… é que não queremos assustar os peixes!
Por enquanto… só por convite.
Fiquem com os screenshots a seguir:
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Este texto entitula-se "Sapo Pond… mais uma da equipa do Codebits da SAPO (updated)" e está inserido no tema "iSwitch"
Os meus tios compraram um Portátil. Não me perguntaram nada, e compraram de acordo com as suas possibilidades. Um HP/Compaq cq60 -420 sp.
Specs: Turion X2, ecrã de 15’’, placa nvidia, 4 Gb de memória, e 500 gb de disco. tudo por perto dos 500€.
É para a net, para escrever uns textos, e para pouco mais do que isso. Optaram por este devido ao ecrã, suficientemente grande para eles… não procurando “portabilidade, nem desempenho nem nada… ecrã grande e preço (tal como nos anúncios da Microsoft).
Ora neste nível de oferta, mesmo que me perguntassem o que deveriam comprar, provavelmente sairia algo deste tipo… que quanto a mim foi uma boa proposta. Tem tudo o que podem necessitar, (inclusivamente saída HDMI para o Windows Media Center -> Apple… learn something) e por um preço muito bom. A qualidade geral de construção
é boa, e com um teclado simpático, grande e com numpad, webcam e afins.
O sistema operativo que veio de origem é o Vista SP1. Pediram-me para o configurar… a primeira vontade que tive foi encomendar o windows 7, upgrade a quetêm “direito”. Mas… o processo é moroso, implica uma série de validações, pagar um extra de 29€ para o receber… e sinceramente… para os meus tios… é tinto. (sujeito ainda a decisão póstuma a estas linhas… o mais certo é encomendar, nem que seja para experimentar o 7).
Então o processo de configuração, para um primeiro computador foi:
1- instalar updates do windows vista. demorou quase duas horas a fazer o download dos pacotes todos e instalar… Népia do SP2… não sei porquê, mas não aparece em nenhum “windows update” esta opção… ainda agora, um dia depois, cada vez que desligo o raio do computador… ele faz instalações… não percebo esta coisa.
2- Instalar pacotes adicionais: IE 8 para máxima segurança.
3- Apagar a treta do NortonLixoPesadoMegaConsumidorDeRecursosPagaParaSeresActualizado… instalação do AVGFree…
4- Apagar a treta do Office 2007 demo… instalação do openoffice 3.1
5- Actualizar Adobe reader.
6- o defender do windows deixou de funcionar… vou ter qeu ver o que se faz para que arranque.
7- instalar live messenger
... e devo ficar por aqui. Não vou limpar software acessório da HP, pois há conteúdos que podem ser importantes e causar instabilidade quando removidos à cacetada.
... não vou fazer mais nada nesta máquina…
...Vou sim ligar o meu mac, e matar saudades do meu sistema operativo de eleição… que a minha filha de 4 anos reclamou para si… de vez! e pensar na actualização para o 7*. Será uma boa altura para experimentar mais este sistema… e ficar de consciência tranquila, de ter pensado em comprar um macbook pro… a experiência vale a pena por muito caro que seja… quanto mais não seja, pelo dois dedos no trackpad…
Ainda assim, e clarificando a minha posição… não é em termos de hardware que eu critico este computador. O hardware até está muito bem conseguido, e sabendo que numa máquina de 500€, 100€ são para o sistema operativo, torna os 1300€ pelo Macosx (comparativo à paposseco) um osso duro de roer… mas é a experiência global da coisa que conta...ou como dizia quem me levou para NYC… São as recordações que ficam… e a recordação que fica deste computador out-of-the-box foi tudo menos uma boa experiência.
* Esqueçam… soube agora que o preço na PackardBell para o upgrade do windows é de 14€… e na sony é 25€. porque raio a HP cobra 30€, e pior, porque raio é que os valores são todos diferentes?!?! detesto xulice!
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Este texto entitula-se "Novo portátil… não é meu, e não tem maçã." e está inserido no tema "iSwitch"
Resumo global
Apple 5 Av sucks porque parece uma feira cheia de gente
Apple 5 Av rula pois isso sim, tem um atendimento 5 estrelas… e um ambiente hip, cool e etc… enfim… Hi, I’m A Mac!
Quem me quiser acompanhar, por favor sintonize o Facebook - Joao Pedro carvalhinho
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Este texto entitula-se "Chuifff…estive em NYC" e está inserido no tema "iSwitch"
Há uns dias atrás a Intel despertou a curiosidade de meio mundo com a apresentação de um protótipo de algo chamado Ligth Peak.
Entretanto li várias vezes sobre isto, sem perceber na realidade exactamente o que era isto… pois o focus estava noutro sítio!
Agora que li o que é… fiquei sem vontade de comprar seja o que for por algum tempo!
Grande parte do brilho da apresentação, e do interesse que poderia despertar, foi simplesmente eclipsado pelo facto da Intel ter surgido em palco com vário hardware próprio a correr… MacOSX.
Caiu o Carmo e a Trindade, uma instalação Hackintosh a fazer as vezes de um computador de apresentação… além de ilegal era no mínimo estranho.
Mais tarde, quando alguém finalmente pensou um pouco e foi ver do que se tratava o LP, fez se luz (literalmente) e chegou-se à conclusão de que… isto não é um kacintosh… ou pelo menos um hackintosh qualquer.
Isto é um computador oficial de testes que a Intel está a usar para testar o SL na sua nova linha de processadores… if you must, os potenciais Mac PRO de próxima geração.
É que a própria Apple está por detrás do Light Peak… não é só a INTEL…
Mas que raio é isto então??
Vale a pena um pouco de história.
Quem trabalha na área das telecomunicações sabe que a Fibra Óptica é o melhor elemento para transferir grandes doses de informação a uma distância considerável, com um mínimo de energia dispendida. A luz atravessa sem custo uma fibra transparente, até chegar à outra ponta sem ser preciso repetidores ou intensificadores de sinal… isto se for em linha quase recta…
Desde o princípio das redes de Fibra Óptica, mesmo as usadas por operadores como a ZON, PT, Novis, CLix, etc, que estas fibras tinham um problema muito grande…
Como a luz não faz curvas sozinha, e como os cabos de FO não podem ser reflexivos por dentro para não causar ruído luminoso (Calinada do autor), sempre que se aproximava uma curva apertada, o instalador tinha que dar uma voltinha com a fibra para alargar o raio da curva feita pelo cabo para que o impacto na transmissão fosse o mínimo…
Mas então surgiu a Corning Incorporated, empresa que o MEO trouxe para as luzes da ribalta devido ao acordo multibiliardário de fornecimento de TODA a fibra optica da PT para a iniciativa de cobrir Portugal em 3 anos, em troca de test ground para as suas tecnologias… Esta empresa, que sempre esteve à frente do desenvolvimento das Fibras Ópticas, desenvolveu um novo processo de fabrico que usa nanoestruturas para oferecer ao cabo de FO a reflexão necessária para permitir curvas de quase 90º. tipo automan, sem que a informação fique esparramada no vidro do carro. A esta tecnologia chamou-se-lhe ClearCurve, e foi desenvolvida especialmente para o mercado da Fibra Até Casa, para permitir a instalação de acessos em prédios onde as caixas de derivação, cabos e condutas dentro de casa… são montadas por um construtor civil nacional… permitindo usar fibra em casa… como se de um cabo coaxial de TV se tratasse… meus amigos eis o next step em termos de redes domésticas… a Fibra em casa.
Mas isto ainda não é o Light Peak.
Que raios…
Pois partindo para a explicação… o Light Peak é um novo tipo de conexão que inclui no seu interior duas FO capazes de oferecer 10GB de transferência para cada lado em distâncias até 100 metros, rodeada por uma malha de cobre (por exemplo) capaz de transportar alguns volts de corrente electrica… o suficiente para… sei lá… dar power a um disco externo… ou dois, ou três, ou quatro e uma televisão, e uma impressora...todos em daisychain (encadeados a partir de um ponto inicial)
Ou seja… mais uma vez, o USB3 acabou de se tornar obsoleto… e o FW800, e o HDMI, e o Displayport e o gigabit Ethernet…
Querem melhor?
A intel já licenciou a tecnologia e já há empresas como a Foxconn, Foxlink, Avago, SAE Magnetics[10] , IPtronics, Corning, Elaser, and Ensphere que irão produzir os chips de gestão para incluir nas nossas motherboards do futuro… e que futuro?
Segundo a Intel… em 2010.
Percebem agora porque de repente… todos os produtos e periféricos do mercado se tornaram obsoletos?
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Este texto entitula-se "Light Peak… mas que raio afinal vem a ser isto." e está inserido no tema "iSwitch"
Sempre achei a IOMEGA inovadora… aquela disquetezita rígida que eles tinham fazia as delícias de muitos gestores de TI que procuravam uma solução de backup… e não tinham escudos para comprar soluções opticas de backup.
Agora, com os discos rígidos externos a IOMEGA tem conseguido manter uma edge na competitividade dos preços, conseguindo sempre apresentar novidades interessantes…
E agora, temos os NAS.... Soluções de armazenamento, existentes numa rede, que fazem de “disco usb”, com mais qualquer coisinha…
- Servidor de ficheiros;
- Servidor de backups time machine;
- Servidor multimédia (dlna e Itunes);
- Servidor de impressão;
- 3 portas USB para ligar equipamentos;
- Cliente de Bit Torrent
- E este trata de… sincronismo de ficheiros entre computadores! Definem-se quais as pastas a manter síncronas entre dois computadores… e ele trata de tudo (Exige software próprio, claro).
e isto tudo por: € 249.00 com 1 TB de capacidade… LOL… as coisas estão a aquecer!!!! Bai bai Mac mini!
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Este texto entitula-se "Home NAS SOLUTION" e está inserido no tema "iSwitch"
Embeber capas de discos nos próprios ficheiros MP3
Como todos sabemos o Itunes é amado por uns, e odiado por outros. Eu encontro-me na primeira categoria, e desde que comprei um iPod, ainda antes de ter um mac, espalhei-o por tudo o que era computador que eu punha as minhas patas em cima.
Além de ter deixado de mexer em “ficheiros”, a arrumação dos discos satisfaz-me bastante, e, finalmente, a possibilidade de ir buscar as capas automaticamente à loja Itunes, sempre com excelente qualidade, é a cereja em cima do bolo… mas
Além de arrumar automaticamente em pastinhas os ficheiros MP3, ripados de um cd ou apenas importados a partir de outras pastas, o iTunes usa a sua base de dados central para guardar, de forma optimizada algumas informações...nomeadamente as capas.
Ora isto funciona excepcionalmente bem quando o ecossistema é Apple de ponta a ponta… mas quando tentamos “exportar” um disco para um outro meio (telemóvel com Android, PS3)… bollocks… todas as informações da base de dados ficam para trás… nomeadamente a capa.
É uma seca… passar-se tanto tempo a “just works” e depois levar com isto… É que a capa está lá, é apresentada quando tocamos no itunes, no ipod, no iphone no apple tv, controlado à distância, ou no local… quando se sai do ecossistema… desaparece… mas eis que surge a solução… trabalhosa, mas disponível mesmo no itunes…
O problema é que a capa não fica atribuída ao ficheiro mp3, não fica embebida, mas sim faz parte da informação de album do itunes. É uma escolha da Apple, e quanto a mim, acertada no seu caso, já que permite poupar espaço em disco, e oferecendo rapidez quando se carrega uma música, que fica assim mais leve.
Então a solução passa por embeber a dita capa ficheiro a ficheiro… e onde melhor para fazer isto do que… no próprio iTunes?
Basta para isso:
a) Seleccionar uma música do album > carregar em informações > seleccionar grafismos.
b) Clicar na capa e fazer “copy” da capa pretendida.
c) Seleccionar todas as músicas do album > carregar em informações > colocar o pisco na capa > seleccionar o campo e fazer “paste”
Parece ridículo, e dá trabalho, mas assim, fica a certeza que cada música terá a capa embebida, além de ser gerida igualmente pelo itunes.
Have fun!
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Este texto entitula-se "Embeber capas de discos nos próprios ficheiros MP3" e está inserido no tema "tutoriais"
*update* It’s only rock and roll and I… well I like it but not much!
Ficou ainda mais frio… a actualização automática de pastas do servidor não está disponível, exigindo sempre entrar no servidor e “puxar” os novos conteúdos carregados no computador manualmente.
Frioooooo...frioooooooo.... quando todos os olhos estavam num ipod touch mais aproximado ao iphone… avançou-se mas não se chegou lá.... ficou tudo na mesma, mas com um processador mais rápido… e os naturais 64 GB. A grande novidade que equipa os ipod nano, uma câmara de video que não tem capacidade de tirar fotos , e um novo processo de fabrico, que vem possibilitar cores mais vivas e vibrantes nos mesmos…
A grande novidade foi o itunes 9
Esperava-se muito desta nova versão… 64 bits, Blue Ray support, aspecto renovado aproximando-se das novidades “black shinny” introduzidas no Snow Leopard (ou seja Quicktime) para uma maior integração com as aplicações multimédia… o que é certo… é que saiu tudo ao lado...Não é que tenha sido mau… eu sinceramente fiquei a ganhar…
Refinamentos na zona dos botões de play/FW etc, mais “brilhantes”, aspecto mais claro, em contraciclo com as restantes aplicações (safari 4, quicktime), optando-se por um fundo branco em todo o lado (lista de álbuns, itunes store), com uma barra branca na identificação do disco a ser tocado… tudo pormenores que quanto a mim pouco de novo trouxeram.
(O branco nos nomes dos albuns até tem lógica… a store tem a barra a preto, as músicas locais/sítios locais têm a barra a branco… diferenciação...)
O itunes LP, destinado a fazer aqueles resistentes do “o cd é que é, tem o livrinho, a capinha, as letras etc”, vem por um último prego no caixão dos cds quanto a mim… com a disponibilização deste tipo de conteúdo em formato digital, e tudo, tudo muito finger friendly (talvez já a preparar uma voltinha num mac itablet!)
O facebook e o twitter, claro! porque tudo hoje é social, enquanto que há pouco mais de 1 ano era boa prática de segurança andar na net como se fosse andar num transporte público na Damaia…
Para mim o melhor ganho foi a rede doméstica com cópia “automática” de conteúdos entre máquinas… esta funcionalidade é interessante para, finalmente a satisfação de um dos requisitos de Home Media Server… a facilidade de gerir e partilhar conteúdos.
Esta passa exclusivamente por se montar automaticamente uma rede entre 5 computadores, e cada um deles aceder directamente aos conteúdos dos outros, e poder-se importar para o disco rígido do primeiro os conteúdos dos outros…
A meu ver funciona assim...imaginando um macbook e um mac mini ( a funcionar como server)
Temos um mac mini com os conteúdos todos lá de casa… liga-se um portátil em rede, acede-se ao mac mini e “passa-se os conteúdos que pretendemos.
Quando vamos sair com o macbook “puxa-se” todos os conteúdos que interessam para o nosso disco para levar on the go!
Ligamos o macbook com novos conteúdos na rede (músicas por exemplo que ripamos na casa de um amigo) fazemos o processo inverso (espero que dê para automatizar por exemplo usando a playlist “recently added") copiando os mesmos para o mac mini. (a validar!)
Antes o processo passava por partilhar o disco do mac mini, e
1- tinha-se acesso via itunes aos seus conteúdos, mas sempre que se desligava o portátil, perdia-se o acesso aos mesmos.
2- tinha-se acesso aos mesmos via finder, mas tinham que ser copiados, importados etc para a unidade móvel, reconhecidos e sacada a informação de capas e afins.
ou seja… é desta que comprarei um mac mini pois aqui temos a plataforma para um verdadeiro Home Media Server tal como sempre defendi...o itunes.
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Este texto entitula-se "*update* It’s only rock and roll and I… well I like it but not much!" e está inserido no tema "iSwitch"
Uma vez seguindo o processo directo (metendo o dvd e correndo o instalador) sendo que é feito um update ao sistema…
Não fiquei contente pois acho que tenho mesmo muito lixo por cá, e não sei em que medida isto é apagado… por isso parti para a instalação número 2.
Time Machine + format + Install
Nada mais fácil… se não perderem o primeiro passo!
Arranquei o instalador, e no primeiro ecrã, se repararem cá em baixo do lado esquerdo têm um icone que diz… utilitários… O computador faz um reboot e arranca do DVD, podendo-se usar as disk utilities para apagar o disco, formatando-o na totalidade… claro, não se esqueçam de fazer um full backup no time machine antes!!!!
Format, escolhi as opções (apagando algumas linguagens que teimam a ser instaladas por defeito), retirei o pisco do QT 7 (para correr filmes mais antigos, e que para mim, até ver, é desnecessário), e aqui vai disto.. install… 45 minutos sem mexer uma palha.
Quando reiniciou, perguntou se queria arrancar a limpo, fazer uma recuperação dos dados do time machine, de uma unidade de rede (wireless included)… escolhi o time machine, liguei o disco externo, apareceu a minha “imagem” e ok… pediu-me para escolher o que recuperar, escolhi tudo (Errado e ainda vou fazer isto uma terceira vez pois há algumas apps - adobe trash- que não me interessam já) e aqui vai disto… mais uma hora e meia… restart e voilá… tudo a trabalhar! mesmo passwords, correio, tudo tudo tudo… 5 estrelas…
Novidades… perdi o desktop, mas arranjei este…
... que substituí prontamente e de resto… falta ver o principal o e-mail com suporte de exchange…
Ontem, aquando da primeira instalação arranquei os meus cabelos todos… não consegui por mais que tentasse…
Hoje… preenchi o e-mail da empresa completo , e o mail foi à net em busca de um autodiscover.empresa.pt. Encontrou, re-perguntou-me qual o username, já que por defeito é o e-mail, mas no meu caso não é… e já está… 2 clics… Ainda é mais fácil que o suposto serviço do BlackBerry!!!
Já tenho tudo aqui, actualizado online pelo meu magic, sincronizado com o trabalho… 5 estrelas… Kudos à Microsoft por ter desenvolvido um sistema tão simpático.
Mais uma vez ficam de fora as tarefas… mas como no magic posso sincronizar com o maravilhoso rememberTheMilk… tenho sempre tudo sincronizado.
Agora tenho mesmo que decidir o que fazer no que diz respeito aos duplicados… parecendo que não, e apesar de ser directo a selecção de uma das agendas, eles ficam cá… e apesar de não aparecerem os duplicados numa pesquisa de spotlight, quando arrancamos a agenda e aparecem “todos os contactos”, a duplicação é por demais evidente… mas isto não é defeito… é feitio… meu!
Quanto ao calendário… mixed feelings aqui… tudo funciona como anunciado… procura automática dos contactos dentro do meu domínio, mas não dos domínios adjacentes, o que num grupo económico grande acaba por ser um problema, marcação de reuniões por convite com acesso à agenda dos intervenientes… mas tens algumas críticas.. e.g. a notificação de aceitação vem por mail, e não me pareceu aos primeiros testes que a aceitação fique registada na convocatória… tem uma mais valia interessante… como usamos o office Communicator, qualquer alteração do estado da pessoa fica automaticamente visível no ical… mariquices… mas que dá para olhar e saber se podemos levantar o telefone e falar com a pessoa.
Gosto dos novos menus da dock, mas tenho pena que não sejam universais, por exemplo para a barra de menu… emprestaria um look mais universal a todo o sistema
Quanto a ganhos de performance… o facto do SL correr no meu macbook de primeira geração com um core duo a 31 bits e meio já é excelente! por isso… nem vou olhar para aqui.
Por 29€ isto acaba mais por ser um update do que um upgrade… que no entanto vale cada €!
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Este texto entitula-se "Snow Leopard… considerações" e está inserido no tema "iSwitch"
Interrompemos estas férias para falar um pouco do meu jantar de hoje… mas primeiro uma pequena introdução…
O Chef Eduardo Guerreiro trabalhava num Hotel, onde aprendeu os truques do seu ofício, até que, farto da falta de identidade e da hegemonia corporativa, do horário e da obrigação laboral por conta de outrém, resolveu abrir o seu próprio restaurante.
Escolheu um sítio central, na rua de São Sebastião da Pedreira e montou um pequeno local, só para conhecedores, onde servia “menus” de boa cozinha portuguesa, simples mas animada e regada por uma sangria do melhor, e terminada por um pijaminha de sobremesas que… sem comentários. Não era nada mau, para uma casa com uns 20 lugares onde, por várias vezes (não sei se até seria uma norma), o fui encontrar por lá a fazer de Chef, de Maitre, de Garçom, e de mulher de limpeza. O homem fazia tudo naquela Primeira Sinfonia (era o nome do restaurante)
Com o advento do Fast Food de qualidade, a saladinha gourmet, o hamburguer not so fast food o negócio não ia pelo melhor. Sempre que me apetecia uma refeição completa passava por lá, uma jantarada, ou um almoço com conversa, e a história era sempre a mesma… “ a coisa vai mal, ninguém tem tempo para comer tradicional, blah blah blah… mas tenho uma novidade interessante a caminho”.
Nunca explicou bem o que era… mas agora já se sabe…
Numa rua a descer, onde para baixo do Eddy’s Kitchen (novo nome do restaurante) fica um dos melhores restaurantes Japoneses de Lisboa na relação preço qualidade (o Assuka que eu muito adoro pelo seu maguro tataki e pelo melhor tonkatsu que já comi… acompanhado com uma salada com segredo), o Sr Eduardo juntou o que melhor sabe fazer- a cozinha tradicional portuguesa, a uma arte milenar de preparar comida - a cozinha tradicional Japonesa, e assim temos uma verdadeira fusão ternamente apelidada de: “Sushi Alentejano”!
Não consigo reproduzir aqui toda a ementa, mas ele há de tudo: desde o sushi de camarão com coentros, ao sushi de javali com abacate, passando pelos nigiris de carapaus alimados, e pelo fabuloso sushi de jaquinzinhos ou pelo mais leve de pepino com torresmos.
Em doses de 4 ou de 8, em preços que não são baratos, mas também não assustam (comi 16 rolinhos de sushi, mousse de after-eight, bebida e café Nespresso por 14€), tudo com uma apresentação de mâitre de hôtel!
Além da comida ser boa, diferente e interessante, só posso dar os meus parabéns ao Sr Edu pela renovação fantástica do seu modelo de negócio, e fazer a única coisa que posso fazer para o ajudar… passar palavra… que pelo que vi hoje de noite, com casa a meio gás mas cheia de gente satisfeita… cheira-me que não vai precisar assim de tanta ajuda minha!
Sushi Alentejano:
Rua São Sebastião da Pedreira n.º 109, 1050-207 Lisboa
Tlf: 21 245 05 05
TLM: 93831591
e-mail:
Em parte por pirraça ao não lançamento do iphone na TMN, em parte por uma questão lógica de um excelente equipamento por 200€ não se arranjar em muitos lados…
Bendita loja online da TMN… só falta saber quando o entregam… e já estou a investigar o xuning da coisa com uma rom do Hero
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Este texto entitula-se "Já está…comprei um magic…" e está inserido no tema "iSwitch"
E foi tornado público, apesar de uma forma não oficial, o preço dos iphones 3gs.
609€ para o 16 Gb
699€ para o 32.
Disponíveis no dia 31 nas lojas Optimus, havendo um concurso oferecendo iphones aos 100 que forem mais rápidos a comer uma maça a partir das 22:30 na loja da casa da música no Porto…
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Este texto entitula-se "Preço do Iphone 3GS" e está inserido no tema "iSwitch"
Emprestaram-me hoje um htc android. eis a minha experiência…
O equipamento em si é muito maneirinho. Leve, liso, e muito confortável de se ter na mão. Resistente e muito bem acabado tal como a HTC nos tem habituado ultimamente.
O software é que é uma novidade. Trata-se do Android 1.5 quase de base, ao qual a HTC se limitou a adicionar algumas funcionalidades que são um must empresarial, como por exemplo a ligação a servidores exchange com full activesync. mas vamos por partes.
Quando se liga o equipamento aparece um walktrtrough das principais funcionalidades, nomeadamente do teclado, que é sem dúvida a parte mais específica de um equipamento full touchscreen.
de seguida somos convidados a entrar ou criar uma conta no gmail. Eu adicionei os meus dados, e automaticamente todo o sistema é sincronizado em termos de e-mail, calendários e contactos. De seguida parti logo para o activesync. configurei a minha conta empresarial, e dois minutos depois tinha acesso a todos os meus contactos tal como se estivesse no desktop com fotos, comentários e notas, tudo xpto, sem trabalho nenhum.
Aqui começaram as complicações… acordei para o facto de que… sou muita desarrumado...aos 150 contactos e e-mails que tinha no gmail, adicionaram-se 655 contactos do exchange numa cocofonia incrível de nomes, e-mails e números de contacto consoante era ou não a única informação disponível. Rapidamente me apercebi que navegar nas listas é um facto impossível. Este telefone é feito para se pesquisar pelos nomes, e mais nada. Para que isso aconteça é necessário abrir os contactos e carregar na tecla de busca, esperar que o teclado apareça (só aparece quando seleccionamos uma caixa de texto) e só então começar a escrever. Falta aqui uma das mais valias do palm pre… o teclado físico. Neste equipamento basta começar a teclar que a pesquisa local apresenta logo os contactos possíveis, sem ser preciso passar pelos passos respectivos descritos anteriormente.
Para complicar mais as coisas, nota-se que são dois programas de correio totalmente independentes, onde a gestão do email (apagar, responder etc) são feitas de forma totalmente diferentes e com menus diferentes o que contribui um pouco para gerar confusão… nesse aspecto espero bastante mais da versão 2.0 do android.
O teclado é outra coisa que custa a entrar… tendo t9 apenas em inglês, rapidamente nos sentimos frustrados com a escrita já que carregar na tecla de espaços aceita a palavra que o equipamento selecciona para nós com base nos caracteres escritos, o que provoca a substituição das palavras em português por outras semelhantes em inglês. Simples desactivar o t9, mas perde-se um pouco a rapidez de escrita que este dicionário preditivo oferece.
Por outro lado o meu equipamento é um “rasca” Sony Ericsson p1i, com teclado qwerty minúsculo mas físico, e a rapidez de escrita neste tipo de interface é, para já, infinitamente mais rápida já que os polegares aqui tendem a registar as teclas ao lado daquilo que se pretende… e os meus dedos não são muito gordos… ao fim de uma hora, já conseguia escrever mais depressa, se bem que usando o apenas o polegar da mão direita, já que está mais “treinado”.
Quanto à experiência da loja é 5 estrelas, com menus simples e “compras” over the air, já que a instalação de software não requere a ligação a um computador sendo o download efectuado via 3g, e a instalação imediata.
instalei um cliente de facebook que é feito com utilização do browser e outra de gestão de tarefas muito completa (excepto na integração com o exchange) que é a Astrid de programação com recurso às bibliotecas do Android.
Nota-se as diferenças nas componentes de interface, como por exemplo nas caixas de diálogo, onde as da Astrid estão perfeitamente integradas no sistema (tipo iphone) e as do facebook são meras caixas de diálogo “quadradonas” do browser.
A bateria é fraquita, mas também não parei de lhe mexer, tendo durado cerca de 5 horas em funcionamento intenso… sendo que quando mo passaram para as mãos estava já com metade da bateria.
O GPS é rápido a registar e tem a qualidade do google maps. Experimentei a visão ao nível térreo, mas ainda não está disponível.
Na globalidade corresponde 100% à expectativa, é um sistema operativo “fresco”, ainda pouco polido, com alguns crahes à mistura mas nunca a encravar o equipamento, apenas algumas funcionalidades selectivas que fazem o restart de imediato (e.g. teclado)…
Depois de ver as apresentações do hero, fica a ideia que esta versão não passa mesmo de uma primeira experiência da htc, onde faltam a lingua portuguesa e os widgets integrados que se vê nos filmes do próximo equipamento. Dependente do preço, acho que vou mesmo deixar de lado o iphone 3gs, e embarcar neste admirável mundo novo… só me vem à cabeça aquele smash hit…
“I need a hero!!!”
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Este texto entitula-se "Uma noite com… HTC Magic" e está inserido no tema "iSwitch"
Ora sabendo-se que as relações Grupo PT / Telefónica são tudo menos boas, e uma vez que a TMN não consegue ter dimensão de per si para encomendar a quantidade mínima de iphones (não esquecer que a VDF está dependente da casa mãe, e a OPT dependente da Orange), de onde virão os dito cujos?!
Fácil… não sendo dos nuestros hermanos, será sem dúvida dos “nossos irrmãos” da VIVO no Brasil. Estes têm dimensão, capacidade e serviço para encomendarem as grandes doses necessárias, têm um excelente relacionamento com o grupo PT (já que 50% das acções são detidas pelo grupo nacional), e podem desviar alguns dos seus equipamentos e reenviá-los para cá.
Existem ainda algumas dúvidas nesta minha mente torta… Quem paga os custos de re-transporte, e que impacto têm no preço final do equipamento em PT, como será o apoio técnico, e finalmente...que tipo de licenciamento é que a TMN precisa para vender o iPhone em PT…
Aparentemente o facto dos outros operadores estarem dependentes de uma casa mãe é bom, pois indicia que não há contratos de exclusividade para PT… mas por outro lado, pode ser mau, se o contrato de exclusividade/fornecimento estiver definido a nível europeu… aí teremos que competir de novo com a Telefónica…
É esperar para ver… mas que tenho visto pela PT muitos brasileiros… tenho
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Este texto entitula-se "Iphone na TMN?" e está inserido no tema "iSwitch"
Foi ontem apresentado o HTC HERO… primeira iteracção da HTC com o sistema operativo mady by google, (sem ser a aplicação directa do “factory default” look).
Está muuuuuuuuuito giro, bem ao jeito do que a HTC nos habituou com o Touch FLow (3d) no windows Mobile, só que desta vez cabe ao utilizador costumizar todos os ecrãs pois são unica e exclusivamente widgets à maneira… (Samsung...aprende!)
Escusado será dizer que a Android Store está a crescer a olhos vistos, e acabei de colocar o iphone on hold… é que 700€(+desbloqueio) por um equipamento não dou, e como não quero VDF nem OPT… estou agarrado!!
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Este texto entitula-se "Android mostra a sua Garra" e está inserido no tema "iSwitch"
LOL… depois de uma série de escândalos relacionados com problemas de activação de jogos originais, e de esquemas maquiavélicos de anti-pirataria que só dificultavam a vida a quem comprava os originais (já que as cópias pirateadas vinham já sem estes esquemas), eis que mais um negócio vai à falência… serials, keygens, cracks… tudo passa a desnecessário…
“By the way, if there are any pirates you’re writing for, please encourage them to pirate FIFA Online, NBA Street Online, Battleforge, Battlefield Heroes...”
Esta foi a deixa do CEO John Riccitiello… Aparentemente o inferno gelou e a EA abandonou os esquemas anti-cópia, em prol do que chama “Serviço”.
É certo e sabido que hoje em dia todos os jogos dependem fortemente da internet para se obter um gameplay mais à frente, contra humanos em vez de inteligência artificial err… pouco inteligente… e com a profusão da banda larga, todos concordamos que este é o caminho.
Pois a EA decidiu dar um passo em frente, e grande parte dos seus jogos vão avançar para que o modelo online prevaleça, vendendo serviço aos jogadores, que pode ser uma arma nova num jogo de combate, ou capacidades extra para os jogadores de uma equipa, ou mesmo um caozinho de estimação igual ao do Obama para a personagem do sims3.
Assim, o download dos “jogos” passou a ser uma prática “autorizada” na EA em título de demonstração…
Agora todos sabemos… o que a EA faz… atinge o mercado todo!
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Este texto entitula-se "EA games - It’s in the service?!" e está inserido no tema "iSwitch"
Todos sabem que eu sou um aficionado da Apple, e que sou um aficionado das novas tecnologias, quer sejam gadgets, quer sejam serviços online.
Com base no gosto de falar, na dificuldade de encontrar alguém que goste de discutir as novidades in perso, desde cedo interessei-me pelos fóruns que “mixam” um pouco de tudo isto num espaço aberto de troca de informação, novidades e pontos de vista.
Um dos fóruns que tenho o prazer de participar e moderar a ”zona Apple” é o fórum ZWAME.
Fruto de sermos já 125.240 inscritos, a maioria dos quais bastante participativo nas suas áreas de preferência, que vão do modding aos telemóveis, existem sempre ideias que de um momento para o outro aparecem, dão frutos, e claro, como todos os produtos tendencialmente arrefecem…
É por isso um dos fóruns mais dinâmicos que conheço em iniciativas… tem uma equipa de modding que já foi inclusivamente à CEBIT demonstrar as suas capacidades, tem um podcast com os mais variados assuntos quase de geração espontânea, por vezes com menos de uma semana de intervalo, vai ter um portal desenvolvido do zero por equipas especializadas de membros que dominam as várias áreas do negocio web, e finalmente tem a revista.
Esta, exige um esforço de coordenação tremenda, já que quem cria os assuntos é a própria comunidade… sendo que toda a ajuda de diversos experts locais em cada campo é um must, quer seja na coordenação das equipas editoriais, na criação dos temas e aspecto visual… em tudo funciona como uma revista “real"… com uma diferença…
Ninguém recebe um chavo por este trabalho!
Isto ajuda a contribuir para uma revista mais clean, gratuita e disponível na maior banca do país… feita por… amadores!
Claro que tentamos “captar” publicidade, mas no nosso caso, destina-se a patrocinar exclusivamente os sistemas de informação que dão suporte a toda esta actividade!!!
Deixo por isso o convite para que passem pela revista Zwame (disponível em Flash e PDF) para se divertirem um pouco connosco! Já está disponível o número zero, edição experimental, e desde ontem, o número um!!
Já agora, é claro que dou uma perninha na zona mac, desta feita com um resuminho do line-up da Apple, como estava antes da WWDC…
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Este texto entitula-se "Zwame magazine - o poder da comunidade" e está inserido no tema "iSwitch"
Primeira Loja Apple física (Apple shop) já é uma realidade…
eu também não queria acreditar, mas é verdade… a FNAC conseguiu o que nós queríamos… A APple já tem uma loja física em Lisboa… Não é bem uma loja, é mais uma “Shop in store”. depois de meia hora à conversa com um dos vendedores, ou chamemos-lhes “génios”, ficou confirmado o facto de que quem lhe paga o ordenado é a Apple, o branding Apple está espalhado por todo o lado (ao contrário das outras lojas, facto que realmente desconhecia) e finalmente, e principalmente… a mesa é em Faia.
O quê? A mesa é em faia?!?!
Sim… aparentemente a Apple possui dois tipos de mesa… os lacados a preto ou branco que estamos habituados a ver, e os em faia destinado apenas a ser usados nas lojas Apple realshit.
Um dos muchachos à frente do spot, é um ex-colaborador da tbstore, e ex-colaborador da FNAC que ajudou a montar o espaço do Vasco da Gama… já de si bastante bom em termos de apresentação e informação… mas com mesas pretas.
Ao contrário do Premium Reseler que é o pico máximo do “revendedorismo” em qualquer parte do mundo, onde temos um anfiteatro, uma liberdade de movimentos e de experimentar os gadgets impares, e que tem mesas brancas, ou do atendimento superpersonalizado do Victor Domingos na LojaMac.com, com mesas brancas, nesta Apple Shop temos como ponto principal de diferenciação os ditos génios, trabalhadores da Apple dependentes da estrutura espanhola, também já existente por exemplo no ElCorteInglés de Madrid (num dos, pelo menos), e que nos chegam com uma cordialidade firme, num tom que até agora nunca tinha notado em qualquer outro lado… “Nós temos disponível Word”, “nós temos para entrega o modelo”, “nós somos responsáveis apenas por um ano de garantia” (o segundo fica ao cargo da FNAC).
Quem factura e recebe é a FNAC… Quem vende é a Apple.
Segundo o génio, e permitindo sonhar um pouco mais alto… o próximo passo, se tudo correr bem será a replicação do modelo em outros sítios, e logo seguido de uma verdadeira Apple Store.
Bem vindos a Lisboa, bem vindos a Portugal!
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Este texto entitula-se "Primeira Loja Apple física (Apple shop) já é uma realidade…" e está inserido no tema "iSwitch"
WWDC; Snow Leopard; iphone 3gS; Facebook; Palm PRE e uma separação.
WWDC correspondeu às expectativas…
Foi introduzido novo Hardware (macbook Pro 13’’) de acordo até com o que eu já previra,
O Snow Leopard bateu-me forte pelo preço, e pelo Exchange Support, apesar de a exigência da versão de servidor 2007 indicia possivelmente a ligação “castrada” via webservices, tal como mencionado na ZwameCast12 dedicada à WWDC; o iphone 3gS finalmente assegura-se de um lugar no meu coração, falta saber se a carteira concorda, agora mais rápido, mais rápido (2X pelo que diz a Apple), e com MMS e video… espera-se um aumento brutal da quantidade de filmes de homemade porno por essa web a fora.
Finalmente assumi-me no facebook… tenho poucos amigos… mas quem quiser… http://www.facebook.com/jpcarvalhinho
O PALM PRE também já anda pelos USA… parece que o software é excelente, mas o hardware deixa a desejar... apesar de incluir um cortador de queijo!
Ahhhh… e vou-me divorciar… daí andar sem vontade de grandes paleios.
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Este texto entitula-se "prendeu-me esta semana:" e está inserido no tema "iSwitch"
Não basta a Apple ter actualizado o seu iphone para um objecto ainda mais desejável, noutra operadora que não a minha, ter actualizado o macbook unibody para PRO tal como o “identifiquei” quando apresentado, numa fase em que não tenho dinheiro para brinquedos, estar numa Sexta-Feira destas a trabalhar, lentamente, lentamente, ter-me apaixonado por um carro de uma marca que odeio, e ter comido uma saladinha daquelas muito saudável e equilibrada e estar cheio de fome, ter 3 livros para ler e não ter qualquer tempo, querer pegar em projectos novos como aprender a programar, e não ter disposição…
Estou realmente aborrecido… porque a TMN vende um Motorola Aura por 1.339€ em promoção na loja… e eu tive que me contentar com um SEricsson p1i!
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Este texto entitula-se "Estou aborrecido" e está inserido no tema "iSwitch"
- Sabendo que é um processador do tipo ARM, e que a Apple tem investido muito nesta área (até com a compra de uma das hardwarehouses do ARM, melhor posicionadas para optimizar qualquer processador ARM do mercado, e criar boards dedicadas)
- Sabendo que este tipo de processador suporta até 25 dias contínuas a tocar música, 10 horas de 1080P playback com uma “carga normal”..
- Sabendo que a Nvidia tem substituído a Intel e ATI no interior dos seus computadores…
- Sabendo que a data prevista para lançamento lá para o fim de 2009
- Sabendo que o flash não corre no iphone simplesmente porque é um papabaterias, segundo a propria Apple, e estes chips são optimizados por hardware para correr aplicações/sites flash, resolvendo por isso este problema
...e sobretudo esperando-se um lançamento de algo do tipo IpodTouch PRO que coincide com o formato “MID - Multimedia Internet Device” no futuro quase imediato…
... não acham um casamento perfeito?
[A compra da PASEMI até pode ser o que mais confusão pode gerar… para quê comprar uma empresa dedicada ao desenvolvimento de chips ARM e depois avançar com uma proposta de um concorrente?
- Eu acho lógico… a PA SEMI apesar de ser grande não é um gigante tipo Nvidia. Tem muito conhecimento no meio ARM, mas não tem os dolars para investir em I&D para competir com uma Nvidia em chips proprietários… então porque não pegar nos conhecimentos da PA SEMI e desenhar plataformas ARM (motherboards e afins) optimizadas para para o chip da Nvidia… Afinal não é isto que fazem com tudo o que é INTEL e x86?]
Comentário do Blastarr no Zwame:
Dentro do Tegra:
O Tegra é composto por vários cores que se ligam e desligam conforme sejam necessários pelas aplicações:
- 1 CPU principal ARM11 (até 1GHz)
- 1 CPU auxiliar ARM7
- 1 core Geforce Mobile (para gráficos 3D)
- 1 core para acelerar gráficos 2D e vectoriais (suporte para aceleração por hardware do Adobe Flash já confirmado)
- 1 core DSP para decoding/encoding de video H.264, MPEG-2 e MPEG-4, até 1080p
- 1 core DSP para encoding de audio HD
- 1 core para decoding de audio HD (separado dos outros num clock-domain independente, daí o tempo de playback monstruoso)
- 1 core dedicado para processamento de imagens/fotos até 12 megapixel.
Tudo isto a gastar menos de 1W de energia (faz decoding de H.264 a 1080p com menos de 200 miliwatts de energia, por exemplo).
Para o ano chega o Tegra II, com suporte para os novos cores ARM Cortex-A9 (out-of-order, dual-core, 40nm) e uma GPU Geforce Mobile com suporte CUDA/OpenCL.
- We know that this is an ARM processor, and Apple has invested alot in this area (Buying PA SEMI, posting job notices)…
- We know, at least we are told, that this kind of technology can last up to 25 continuous days listening to music, or 10 hours playing 1080p movies on a single charge…
- We know that Nvidia has been Cushing along with Apple, replacing ATI in every portable device…
- We know that Tegra Based MIDs have a release date of around the end of 2009…
- We Know that Flash on iphone isn’t enabled because it is a powerhog… so Tegra beeing Flash optimized solves this problem
...and specially knowing that something is lingering at Apple that supports a 10’’ touch screen, that I have fondly named of “Ipod Touch Pro”, that matches the usage and format of a “Intel named” MID device…
... Don’t you think it’s a perfect marriage??
[Even buying PA SEMI makes sense… they will never have the strength of a Nvidia in an ARM processor production team and scale effect, but what if you can leverage their knowing of Arm based platforms to optimize the creation of the remaining items for the ipod Touch Pro platform (Motherboard, software and OS)… After all isn’t that what Apple does with Intels Chips on the Mac line of business?]
Inside Tegra:
Tegra is composed of several cores that turn themselves on and off acording to the aplications needs:
- 1 CPU principal ARM11 (up to 1GHz)
- 1 CPU auxiliar ARM7
- 1 core Geforce Mobile (3D graphics)
- 1 core 2D e vectorial graphics acceleration (inlcudes Flash Support)
- 1 core DSP for video H.264, MPEG-2 e MPEG-4, decoding/encoding up to 1080p
- 1 core DSP for audio HD encoding
- 1 core for audio HD decoding (appart from the other cores, in an idependent clock domain, hence the 25 continuous days playtime)
- 1 core dedicated for image processing, for photos up to 12 megapíxel.
All this spending less than 1W (e.g. H.264 decoding at 1080p with less than 200 miliwats of energy consumption).
Next year Tegra II will be available with the new Cortex-a9 Arm Cores (out-of-order, dual-core, 40nm) and a Geforce Mobile GPU with CUDA/OpenCL support.
THaxk you Blastarr for this piece of information.
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Este texto entitula-se "Rumor Starting: Apple+ Nvidia Tegra = Ipod Touch Pro?" e está inserido no tema "iSwitch"
LOL… depois de 2 anos com mac… eis a forma de apresentar as extensões dos ficheiros
LOL, lol e mais lol… sabem aquela comichão que nós temos que teima em não passar… não invalida a nossa vida mas é simplesmente chata… (não, não vou falar da minha higiene íntima, ou daquilo que me faz um Ómem com Ó grande.)
Pois andava cá a matutar como é que eu poderia exibir, de uma vez por todas o nome completo de um ficheiro...é que sempre que gravava um ficheiro numa app, ou altero o seu nome, o raio da extensão não aparecia. o que gerava por vezes alguns workarounds estranhos, que implicavam um FTP para um servidor externo.. sim.. é ridículo mas cheguei a fazer isto uma vez!
Pois para fazerem aparecer isto, e mudar algumas outras configurações da apresentação do desktop (e.g. barra lateral do finder, ícones do sistema no desktop), basta fazerem CMD+, (virgula) para serem levados à janela de preferências da aplicação finder. É que isto são algumas das propriedades do gestor de ficheiros da Apple, que até agora, quanto a mim estava sempre contido numa janela… LOL… é caso para se dizer…
Maçariiiiico!!!
Eu andava sempre nas propriedades dos ficheiros, das janelas, etc…
Sempre a aprender…
Maçariiiiiiiiiico!!!
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Este texto entitula-se "LOL… depois de 2 anos com mac… eis a forma de apresentar as extensões dos ficheiros" e está inserido no tema "tutoriais"
Para quem não sabe o que é, é um “MObile LINux” que está a ser promovido/desenvolvido pela INTEL… com o objectivo de criar algo leve, bonito, e orientado especificamente para o netbooks, UMIDs e sistema multimédia nos automóveis…
Mais um… pensam vocês… mais um que vem advogar o ano do linux no desktop…
É estranho mas tenho um pressentimento que este sistema vai ser diferente… Há algo que me diz, talvez na interface que me parece muito bem conseguida, ou na empresa por detrás (INTEL), ou mesmo no objectivo central da coisa (potenciar toda a linha de Atoms e chipsets intel), creio que isto rapidamente se poderá tornar no próximo “centrino”.
É um sentimento grandioso, fazer parte de uma empresa que cresce em tempos de crise, que contrata 5000 pessoas novas para um projecto nacional, que aspira a uma rede já de 1.000.000 de casas passadas em fibra óptica até ao fim do ano, e até casa do cliente, e não as soluções “manhosas” com Docsys3.0 que a Zon disponibiliza…
LOL… desculpem mas acabo de vir de um encontro de quadros de sublimação do trabalhador PT. Foi bom, o nosso presidente é excepcional em termos de presença em palco, quase tão bom quanto “Deus” Jobs, sabendo motivar e manter a malta presa ao “ecrã”.
Nesse encontro foi-nos mostrado o novo projecto PT para os futuros 100 anos… FIbra Óptica, em regime FTTH (Fiber to the Home). Arranca hoje a oferta comercial PT neste domínio, estando já disponível o site http://www.meofibra.pt.
-> 50€ pelo pacote base (77 canais, 3 tvs com HD em simultâneo, e 20/2 Mbps) ou 65€ por 100 canais, 3 tvs com HD em simultâneo e 100/10 Mbps)
Apesar de o pacote de entrada de gama ser algo “caro” face à oferta da ZON, está em linha com o meo original (ADSL) e destina-se principalmente a promover a migração para este novo tipo de acesso.
Como eu pago isto com 50% de desconto sai um 100mbps para a mesa do canto…
Pena é que não há na minha zona, mas a máquina já está em movimento, e o objectivo de 1.000.000 de habitações até ao fim do ano é o ponto de honra da PT para este ano.
Já agora serão simultaneamente apresentados dois filmes publicitários com um tema muito engraçado do tipo “quem semeia fibraoptica, colhe serviços de qualidade"…
Deve ter sido feito pela mesma empresa que fez os da Optimus e da ZON… pois é em tudo semelhante, apesar de ir um pouco mais além em termos de criatividade nas filmagens… ou seja… orçamento disponível… prefiro o primeiro dos dois…
E já agora (dois), a PTC tem uma nova marca:
desaparece o azul e laranja e fica um logo em que se mantém a forma global (quadrada) com uma cor (yeahp...verdezaulTMN) com as duas bolas no topo (agora brancas) e o PT tb a branco.
Para restyling não está mau, mantém a forma e as bolinhas facilmente reconhecidas, mas que ostentam agora um aspecto de quem diz… “mais tarde ou mais cedo vou desaparecer”....Eu por mim, tinha mudado tudo para a forma do logo do meo, ou da tdt… simples, 3 letras, e uma cor de fundo, alinhado à direita…
- PTC para a rede fixa
- TMN para a móvel e
- PTP para a PT PRime (este inexplicavelmente é a excepção na intervenção que piorou a olhos vistos… parece um supositório ou melhor comprimido metálico)
(mesmo o sapo já tem o novo “aspecto” apesar de ter 4 letras)
Bom, mas tudo isto tem razões por trás que eu desconheço.
Fica a boa nota para a prestação do presidente… confirmou mais uma vez os seus dotes oratórios, apreendidos na Mckinsey, e para o início de uma nova “revolução” nas comunicações nacionais…
Que o futuro era fibra, já nós sabíamos desde 1999 no ano das Dot Coms… agora quando é que seria viável financeiramente a substituição da rede de cobre pela fibra numa configuração FTTH...aí estava o busilis… eu acho que ainda é cedo, mas sendo a PT um grupo com uma grande responsabilidade social, acho bem que seja ela a puxar o barco… mais a mais… os próprios trabalhadores já estavam a precisar de um projecto grandioso que os puxasse… desde a Expo 98 que não via os meus colegas tão motivados… mas também...são todos (quase) engenheiros que aprenderam que a fibra é o futuro… em 1990
Faz assim lembrar quando vemos o “Espaço 1999"…
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Este texto entitula-se "meofibra- a nova face da PT" e está inserido no tema "iSwitch"
À parte dos actores serem um pouco novatos, e o filme curto, facto que não ajudou muito a “criar” uma cola única em torno de uma equipa que à partida já era do conhecimento de todos, e que sempre vimos muito unida, e alguns factos de sorte inexplicável… QUE GRANDA MALHA DE FILME!!!! Tecnicamente irrepreensível, acção do princípio ao fim, muitos efeitos especiais bem feitíssimos que me fizeram lembrar o EVE Online, onde não se viu fogo no espaço, o lens flare sempre a acompanhar… só tenho uma coisa a dizer:
George Lucas… J.J Abrams conseguiu num filme aquilo que não conseguiste em três...isto é uma prequela! isto é diversão!
Partiu-me logo as cenas iniciais, onde uma senhora é sugada para o espaço, e passamos numa fracção segundo de um ambiente terrível de uma explosão e destruição com um barulho tremendo, para o silêncio absoluto característico do espaço… só esta cena contribuiu para relaxar dos meus medos de um filme que faria sempre algumas concessões ao espectáculo perdendo-se algum “realismo”.
Pena pena foi ter bebido uma garrafita de água do Luso comprada no Supermercado do El Corte Inglês por 0,34€ dois minutos depois de me terem pedido 1,5€ no café 20 metros mais à frente… é que assistir a um filme destes com vontade de ir à casa de banho foi um pouco tramado… … para a semana estou lá batido outra vez… acho eu… mas desta vez sem água!
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Este texto entitula-se "Star Trek" e está inserido no tema "iSwitch"
Eu nasci em Angola, mais propriamente em Benguela em 10 de Setembro de 1974, e não me lembro da mais pequena coisa daquele local, que segundo os meus pais, era paradisíaco… não como nós estamos habituados a pensar no “paradisíaco”, mas sim, como exemplo de desenvolvimento económico, integração pessoal e entre-ajuda…
É claro que não falo nas Roças, que acabavam por ser algo longínquas das grandes cidades, onde existia, de certo, inúmeras formas de exploração pessoal, mas tudo o que relatam da vida nas cidades, e mesmo nas quintas dos meus familiares (que de Manteigas foram para lá), acho que quem ficou a perder mais com todo o processo de abandono descolonização, foram os habitantes locais.
Bem.. isto tudo porque por engano, o meu pai comprou dois exemplares do livro “A Balada do Ultramar”, e ofereceu-me um.
Confesso que não o li todo, e pelo que li é “mais” um romance escrito por quem perdeu muito, para não dizer tudo, e que acaba, como é natural, por puxar quase exclusivamente a lume as coisas que deixaram saudades. É natural, é aquilo a que chamamos humanidade (com h pequeno).
O que me fez escrever este post aqui foi um paragrafo único que eu vou abusar e transcrever para aqui. É uma coisa lamechas, do tipo Fortune Cookie Chinês, mas é tão certo, tão certo, tão certo… que não pude deixar de o partilhar convosco:
Dia após dia, semana após semana, lutamos para conquistar a felicidade que parece estar mesmo ali ao nosso alcance, mas acaba por ficar sempre mais além. Vamos gastando a vida com a sensação de nunca a conseguirmos desfrutar plenamente, mas, de repente, quando perdemos o que amamos, descobrimos que fomos felizes mas não tivemos o bom senso de o perceber. E o dia em que descobrimos que afinal fomos felizes é um dos mais amargos da nossa vida. Nesse instante nós também percebemos que, se tivermos a sorte de voltar a encontrar a felicidade, corremos o risco de voltar a não dar por isso.
in A balada do Ultramar, Acácio, Manuel, Oficina do Livro 2009
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Este texto entitula-se "A Balada do Ultramar - Excerto" e está inserido no tema "iSwitch"
OSX Server e mobile accounts- Tutorial que é uma pergunta
Como sabem estou numa guerra pegada para mudar o meu setup, ou melhor, criar um setup multimédia que seja prático.
Ter o Macbook ligado e com os conteúdos não é seguro por vias de deslocação, roubos ou pura e simples má gestão de minha parte, e por isso ando em busca de uma solução centralizada que me sirva para:
1. Alojamento de conteúdos digitais
1.1. Com itunes sincronizado
1.2. Com Iphoto Sincronizado
1.3. com filmes piratas domésticos sincronizados
1.4. servidor uPnP e itunes para os dois tipos de equipamentos remotos...PS3 e um possível iphone
2. Com servidor de Web para testar o meu trabalhinho doméstico… sim, vou fazendo uns biscates
3. Com servidor de e-mail, pois quem não tem servidor de e-mail não tem nada!
4. Com Time machine
5. Com acesso remoto para ver se os torrents de distros de linux já “baixaram” ou colocar em baixa remotamente (de volume, de preço...)
Se uma solução de NAS do tipo qnap TS 119 me parece obvio para o ponto 1., 2. e 3., tudo fica mais difícil a partir daí… senão vejamos…
1.1, 1.2 e 1.3 pode ser conseguido usando um comando UNIX para sincronizar remotamente… um rsync… a inserir na linha de comandos, que eu desconfio… ; 4. também há um hack para fazer-se para rede, o 5 apenas teria acesso a um web server e uma interface web…
A minha solução passava por:
MAc MIni 4Gb+1 Tb disco
OSX Server que cumpriria 1.; 2; 3; 4; e 5 logo à partida… e o melhor… o 1.4 consegue-se facilmente com o media link e o 1.1; 1.2 e o 1.3… será?!
Há uma funcionalidade do server que é a gestão remota de utilizadores. É basicamente onde se define um conjunto de parâmetros para cada utilizador que vai aceder ao servidor.
Existe neste módulo de gestão uma funcionalidade que é as “mobile Accounts”.
Que era possível criar unidades de rede remotas para os utilizadores usarem, tipo pastas remotas exclusivas parecia-me fácil e obvio, mas esta…
As Mobile Accounts destinam-se à gestão de utilizadores com portáteis e permitem, nestas pastas remotas, definir regras de… sincronismo
Sempre que um portátil se liga em rede… Boom… as pastas do home local (Portátil) são sincronizadas com as pastas da home de rede (servidor)
e.g. prático: sempre que se acrescentam fotos no iphoto local… booom… a home de rede é actualizada. Insta 1.1; 1.2 e 1.3 para toda a casa!
Agora vem o pior…
ALGUÉM DE VOCÊS JÁ EXPERIMENTOU ESTA COISA?!?!
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Este texto entitula-se "OSX Server e mobile accounts- Tutorial que é uma pergunta" e está inserido no tema "tutoriais"
Os modems da Thomson que são instalados no Meo são bastante bons para o preço que custam ao cliente final… Possuem uma porta USB e ainda software de gestão que permite montar, usando um disco externo USB, uma partilha de conteúdos com base num servidor interno uPnP.
Com base neste conhecimento, resolvi mudar a minha vida… comprei uma PS3 para “streamar” os conteúdos de audio e video a partir de um disco externo de 1 TB, para libertar o meu macbook de primeira (eeeerrr....geração; e cheio, cheio, e lento, lento de tão cheio).
Comprei um disco da Toshiba de 1 TB, USB, que tem uma luz led muito forte, tão forte que nem consigo dormir quando está visível, e liguei ao thomson.
Abri o servidor windows et voilá… o icone “meo” aparece nas pastas partilhadas… acedi ao disco e tentei meter um ficheiro… “et vIolá"… não tenho permissões… estranho, fiz o “ligar como” usando a conta de Administrator do router, et violá… o mesmo erro. Estranho estranho é que nas informações da pasta dão como operações autorizadas o “ler e escrever"… mais banzado ainda fiquei, quando me deixou criar uma directoria, e subdirectoria e afins lá por dentro…
Mudei para o desktop com windows e voilá… escrever, ler e the works...tudo disponível.
optei por retirar o tipo da rede, meter os conteúdos via USB e voltar a meter o tipo na rede.
Activei o servidor uPnP et voila… a PS3 encontrou rapidamente o thomson, meteu um icone todo bonito e vamos a isto...vamos a isto… vaaaaaaammmmmmmmoooooossssss a iiiiissstooooo… tenho as coisas ligada por ethernet, por isso apenas posso apontar como constrangimento de velocidade o USB 2.0 (+-40 MB).
Pastas que não apresentava o conteúdo, conteúdos que ele dava como unsuported format, quando já o tinha visto quando “servido” pelo meu mac+medialink…
Experiência horripilante… ou seja… neste momento até a ps3 está em dúvida. Subsite o leitor de Blue Ray e o facto de a ter comprado por 300€+- com dois comandos e dois jogos, tudo cortesia da Worten.
Caraças… MAC MINI+XServer+Media LInk… será a próxima compra!
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Este texto entitula-se "Meo+discoexterno+PS3->sux big time" e está inserido no tema "iSwitch"
Não sei quanto a vocês, mas eu com um ecrã externo 1260X1050 ligado ao meu macbook de primeira geração (intel powered), não consigo, usando o quicktime pro, apresentar o filme em ecrã completo… usando o CMD+F. O filme estica, mas depois aborta o processo e volta a encolher para a dimensão anterior.
Creio que se prende com o facto de ter a configuração dual display activa, já que quando o qtime estica apenas o pode fazer para “uma página” (um ecrã) pois está restrito pelo seu formato de janela…
Então, para conseguir ver as coisas no monitor externo em full screen basta usar o Front Row (FR), colocando os ficheiros que pretendemos ver na directoria \movies
Estes conteúdos serão identificados pelo FR, e como este ocupa o ecrã e possui um “pano de fundo” preto que se estica pelo segundo ecrã, já não se tem problema em conseguir o full screen.
Já agora, se tiverem uma unidade de rede (por exemplo um disco USB ligado ao Thomson do MEO), basta colocarem na directora “movies” um “link” para a unidade partilhada, que os conteúdos serão navegáveis como se estivessem alojados no nosso disco.
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Este texto entitula-se "Ver filme num ecrã completo em dual screen config" e está inserido no tema "iSwitch"
Depois de muito pensar e matutar, lá comprei uma ps3… não tanto a pensar nos jogos, mas mais a pensar no streaming de conteúdos do meu mac para a tv… agora só falta comprar uma samsung LedTV de 46’’ para entrar no nirvana da alta definição… talvez lá mais para o verão, isto se os investimentos no MLIIF world Mining Funds continuar a dar como já deu nos últimos 2 dias (1,9%)
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Este texto entitula-se "e lá foi… comprei uma PS3 na worten" e está inserido no tema "iSwitch"
E eis que surge uma nova aposta na distribuição de conteúdos mac oriented. Desta feita um blog/forum/portal intitulado ApplePortugal.net, residente no site com o mesmo URL. Damos as boas vinda