Estudante. E não só…

imagem aleatória dos nossos switchers

“Decidimos todos comprar um iMac, porque o objectivo seria mesmo ter um computador de mesa, e de preferência que viesse com tudo o que é necessário, para não ter de andar a comprar teclados, ratos, etc.”

  • fotografia do entrevistado
  • Nick: Ricardo.RPL
  • Outros contactos:
  • Ricardo.RPL no forum Techzonept.com
  • Modelo principal:
  • iMac Core Duo

  • Outros modelos usados
  • Software mencionado:
  • iTunes, iMovie HD, GarageBand, iWeb, RapidWeaver, Safari, Camino, Photo Booth, Pages, Desktop Parallels, Skype, AdiumX, BitTorrent, Photoshop, CyberDuck, Delicious Library, PodTube, QuickTime, Toast Titanium, VirtueDesktops e XMenu

iSwitch (i): Há quanto tempo pensava em adquirir um mac?

Ricardo.RPL (R) : Há alguns anos. Tenho vindo a chatear os meus pais que comprassem um lá para casa há um tempo considerável, mas eles sofreram daquilo a que se pode chamar uma terapia de choque contra Macs…

i: O que fez decidir-se?

R: Ou, neste caso, o que fez os meus pais cederem. Nem percebi muito bem… Eu costumo ajudá-los em coisas de informática, como criação de páginas de Internet para o trabalho deles, e acho que este Mac apareceu como “gratificação” de um desses serviços.

i: Qual o modelo? porquê?

M: Decidimos todos comprar um iMac, porque o objectivo seria mesmo ter um computador de mesa, e de preferência que viesse com tudo o que é necessário, para não ter de andar a comprar teclados, ratos, etc. Eu fiquei interessado pelo iMac 20”, que era obviamente mais potente do que o de 17”, mas decidiu-se que a versão mais pequena era mais do que o suficiente…

i: É utilizador de mac a tempo inteiro?

M: Pode-se dizer praticamente que sim. De vez em quando, lá dou uso ao BootCamp para jogar Oblivion ou outro jogo qualquer, e até gosto de explorar o Ubuntu no Desktop Parallels, mas de resto, faço tudo o que preciso em OS X. Claro que, quando recorro a outros computadores (na escola, ou em casa, para imprimir ficheiros, já que não tenho impressora no quarto), fico impossibilitado de usar o “tigre”, mas até esses momentos estão a ficar mais curtos.

i: O que o faz manter as ligações ao windows?

M: Ao Windows que tenho no Mac, são os jogos. Tenho uma PlayStation 2 e uma Nintendo DS, mas há sempre aqueles jogos, como o Oblivion, que só se podem jogar em Windows (ou noutras consolas que não possua).

Ao computador que costumava usar aqui em casa antes de mudar para Mac, alguns downloads que ainda não acabaram, e a impressora.

i: Que aplicações usa normalmente?

M: iTunes, iMovie HD, GarageBand, iWeb, RapidWeaver, Safari, Camino, Photo Booth, Pages, Desktop Parallels, Skype, AdiumX, BitTorrent, e, com menos frequência (mais ainda muito frequentemente), Photoshop, CyberDuck, Delicious Library, PodTube, QuickTime, Toast Titanium, VirtueDesktops e XMenu (claro que uso muitos outros, estes são apenas aqueles que mais gozo me dão a usar).

i: Qual foi a sua primeira dificuldade?

M: Ninguém ria: foi ligar o computador!

Perdi uma tarde a fazer experiências, a ver se conseguia ligar o meu iMac, e todas essas experiências falharam. Li o manual de instruções de uma ponta à outra, experimentava todas as soluções, e nada dava. Ao telefonar para a loja que me vendeu o iMac, quem atendeu ficou todo admirado, como se eu estivesse a dizer uma barbaridade qualquer.

Era a nova memória instalada que estava mal colocada…

i: Alguma vez pensou que tinha feito asneira da grossa? em que situação?

M: Tanto logo ao princípio, por nem sequer conseguir ligar o computador, como por muitas outras vezes, mas aí a asneira foi ficar demasiado tempo a “brincar” com o Mac em vez de estudar…

trabalho realizado pelo Ricardo
1. Wallpaper

i: E o próximo computador? será mac?

M: Se possível, sim. Se não, Windows é que já não vai ser. Cada vez mais, sempre que me colocam à frente de um Windows, me dá vontade de rir de todos aqueles pormenores que só a Microsoft consegue inventar. E tenho-me informado sobre o universo Linux ao ponto de ter uma ideia formada relativamente boa em relação a uma boa distribuição para instalar num possível computador não-Mac.

i: Diga uma coisa positiva sobre o sistema…

M: Só uma? Assim de repente, e falando por experiência própria, os vírus: posso sacar os programas que quiser, sem nunca me preocupar com a eventualidade de serem falsos, carregados de vírus. Já não tenho o Avast! Antivírus a alertar-me a cada 0,5 segundos de uma nova infecção no computador (uma vez mais, falo por experiência própria, e esse valor que dei não é um exagero, aconteceu mesmo), já não tenho de reiniciar o computador porque se alojou um trojan na RAM, tendo de esperar 2 horas para que o antivírus faça um scan completo ao computador antes de carregar o sistema operativo.

erro de sistema em que o menu de aplicação desapareceu
2. Let’s find the finder…

i: … e negativa?

M: Como se não fosse mau o suficiente estar limitado por a maior parte dos programas que circulam na net (nem falo de P2Ps) não serem compatíveis com Mac OS X, fiquei ainda pior quando descobri que nem todos os programas para Mac funcionavam no meu computador, por serem construídos para a estrutura dos processadores PowerPC, e eu já ter um da Intel (o Rosetta não faz milagres em todas as aplicações que toca).

i: Aconselha os seus familiares e amigos mais chegados a mudar?

M: Aconselho agora, como já aconselhava antes. Concordam todos comigo: os Macs são melhores. Mas ninguém chega ao ponto de comprar um. Acredito que ainda haja um “estigma” contra os Macs e as suas compatibilidades. Afinal, o meu pai nem sabia que dava para ouvir ficheiros de MP3 em Macs!

i: E o futuro, o que vai trazer?

M: Isso já não sei. Se tudo correr bem, vai trazer muitos programas e nenhum vírus, ou outra chatice que me “esqueci” de passar para o Mac, na altura do switching propriamente dito.

Em termos de mercado, vai trazer o Windows Vista que, de visual, nem parece muito mau, e o Leopard. Se o primeiro não vou adquirir devido à insegurança que qualquer sistema operativo da Microsoft oferece (entre todos os outros defeitos que nem me vou dar ao trabalho de enumerar), o segundo também não deve chegar cá tão cedo, visto que o sistema operativo em si parece intacto, tendo mudado apenas algumas aplicações e aparecido outras.

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